Alcaraz/Sinner: derrotas e aprendizados forjam rivalidade 19/11/2025 Esporte

Alcaraz/Sinner: derrotas e aprendizados forjam rivalidade – 19/11/2025 – Esporte

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Em seguida quase 11 meses de reparo atenta, confrontos, tentativas de superar um ao outro e preocupação mútua, a era Sinnercaraz, Ano 2, chegou ao termo.

Carlos Alcaraz e Jannik Sinner se revezam na disputa, usando os troféus mais importantes do tênis porquê bastões em uma corrida de revezamento. Eles conquistaram oito Grand Slams consecutivos, com dois títulos do ATP Finals para Sinner e a posição de número 1 do mundo de volta para Alcaraz.

Não fosse a itinerário do espanhol Alcaraz para um Novak Djokovic lesionado no Australian Open, em janeiro, os dois provavelmente teriam disputado os quatro maiores títulos do esporte em 2025. Em vez disso, disputaram três deles e se revezaram nas vitórias.

Em seguida a vitória do italiano Sinner por 7/6 (4) e 7/5 na decisão do ATP Finals em Turim, no domingo (16), a globo está de volta com Alcaraz para a pré-temporada. O líder do ranking jogou uma partida cintilante, mas Sinner mostrou-se melhor do que há dois meses, na final do US Open, em Novidade York —assim porquê Alcaraz foi o melhor jogador no US Open, posteriormente sua itinerário para Sinner em Wimbledon. E assim porquê Sinner foi o melhor jogador em Wimbledon, posteriormente sua itinerário para Alcaraz em Roland Garros.

Uma hora posteriormente o término do ATP Tour Finals, Alcaraz já parecia ter começado a estudar com sua equipe o que ele precisa para derrotar Sinner na próxima vez que se encontrarem, a termo de manter esse padrão de alternância de vitórias. Uma lesão na coxa sofrida durante a partida o deixará de fora das finais da Despensa Davis esta semana, logo sua pré-temporada começa agora.

“Eles vão me manifestar porquê viram a partida, minhas fraquezas, meus pontos fortes, minhas qualidades”, disse Alcaraz. “Já tenho algumas coisas em mente, que já compartilhei com eles. A temporada está quase no termo, logo a pré-temporada já está chegando. Vou me esforçar ao sumo para principiar a temporada ainda mais poderoso.”

Quanto a Sinner, ele aproveitou o momento para se parabenizar por ter se apresentado melhor do que da última vez que enfrentou Alcaraz, mas também se mostrou determinado a quebrar o padrão.

“O trabalho que fizemos foi muito positivo”, disse ele. “Caso contrário, não se alcançam esses resultados. Dezembro é muito importante para mim.”

Aí reside o drama psicológico contínuo no cerne dessa rivalidade entre dois jogadores que são amigáveis, mas não necessariamente amigos. A competição entre eles se tornou um jogo de gato e rato no tênis. Um deles conquista alguma coisa importante; o outro descobre o porquê e procura a vantagem.

Justo quando o tênis pensava estar entrando em território incógnito posteriormente o domínio do “Big Three”, ele retorna ao ponto em que estava entre 2005 e 2010. Naquela quadra, Roger Federer e Rafael Nadal eram os protagonistas, sempre avaliando um ao outro, buscando a menor vantagem que pudesse lhes dar uma chance maior de vencer.

Por mais surpreendentes que tenham sido os seis confrontos entre Sinner e Alcaraz neste ano, as sementes dessas reviravoltas residem em seus intervalos, remontando a mais de um ano detrás, à final do Lhano da China, quando Alcaraz reverteu uma desvantagem de 3 a 0 no tie-break do set decisivo com sete pontos fulminantes que deixaram Sinner impotente.

Eles não se enfrentaram no restante do ano, mas Sinner brilhou e conquistou seu primeiro título do ATP Finals e liderou a Itália na Despensa Davis. Em janeiro, ele venceu seu segundo Lhano da Austrália sucessivo. Ele não enfrentou Alcaraz lá, mas em Pequim viu o que precisaria fazer para superar seu rival, que o havia derrotado em todos os três confrontos entre eles em 2024.

No porvir previsível, Sinner e Alcaraz levarão em consideração a presença um do outro em praticamente todas as suas decisões relacionadas ao tênis. Isso acontecerá em um nível macro, em termos de táticas e estratégias, talvez até mesmo no planejamento de jogos fora dos torneios obrigatórios. Mas tudo isso empalidece em confrontação com a forma porquê processam os dados dos seis jogos que disputaram um contra o outro leste ano.

O Lhano da Itália, em Roma, foi o primeiro torneio de Sinner posteriormente sua suspensão de três meses por doping. Alcaraz venceu outro tie-break com uma arranque e depois dominou o segundo set. Na final do Lhano de Cincinnati, Alcaraz aproveitou-se impiedosamente de um Sinner debilitado, que acabou desistindo por pretexto de uma indisposição física, posteriormente cinco games disputados e nenhum vencido.

As outras quatro partidas, no entanto —as três finais de Grand Slam e o confronto mais recente em Turim— contêm todos os dados valiosos que esses dois jogadores poderiam desejar. E suas equipes agiram porquê era de se esperar.

“Sempre fazemos alguns ajustes porque os jogos são muito equilibrados”, disse Simone Vagnozzi, treinador de Sinner, durante uma entrevista em Cincinnati, em agosto. “Eles mudam alguma coisa e nós temos que nos apropriar.”

A primeira dessas partidas foi histórica, destacando-se talvez além de todas as partidas que vieram antes. Daqui a décadas, as pessoas ainda falarão sobre a maratona de cinco sets e cinco horas e meia que se desenrolou na quadra Philippe-Chatrier, em Paris, durante uma tarde e noite de junho em Roland Garros.

Será o exemplo sumo de porquê Alcaraz conseguiu se restaurar de uma desvantagem de dois sets e evadir de três match points para vencer o tie-break decisivo contra um contendor aparentemente imbatível.

Sinner e sua equipe achavam que sabiam o que fazer. Sinner precisava ser mais ousado e melhor em sua movimentação na quadra. Quando Alcaraz o encurralava nos cantos da quadra, principalmente com o forehand, Sinner precisava encontrar uma maneira de transformar a resguardo em ataque.

Cinco semanas depois, Sinner conseguiu uma espécie de revanche, vencendo Alcaraz na final de Wimbledon. Em um duelo austero de quatro sets, Sinner foi o melhor jogador do fundo da quadra, impondo seus golpes de fundo e sufocando as improvisações de Alcaraz.

Isso fez com que Alcaraz voltasse para o laboratório. Depois de meses de procura e alguma melhoria, ele finalmente encontrou o ritmo visível e uma vantagem mortal em seu saque. Ele ajustou o movimento, assim porquê a preparação do forehand e do backhand, aperfeiçoando os três golpes para torná-los o mais devastadores e seguros provável.

Oito semanas posteriormente a itinerário em Wimbledon, Alcaraz deu o troco com uma vitória quase totalmente dominante na final do US Open.

E logo foi a vez de Sinner. Ele deixou simples posteriormente a itinerário em Novidade York que precisava ser mais surpreendente, tanto no saque quanto no fundo de quadra.

Em Turim, ele conseguiu ambos. Sacou com eficiência nos momentos decisivos e apresentou uma variedade de golpes, incluindo alguns lobs precisos, para fazer Alcaraz voltar a ter dificuldades para reagir.

“Em todas as minhas derrotas, tentei enxergar o lado positivo”, disse Sinner, usando-as porquê oportunidades para forçá-lo a evoluir. “Isso aconteceu de uma forma muito positiva.”

Agora, ele precisa quebrar esse padrão e se tornar o jogador a evoluir posteriormente uma vitória, em vez de uma itinerário. Alcaraz fez isso muitas vezes nesta rivalidade, por isso venceu sete dos últimos nove encontros e lidera por 10 a 6. Alcaraz certamente trará alguma inovação para Melbourne, onde nunca passou das quartas de final.

“Um jogador porquê ele sempre volta mais poderoso das derrotas. Ele sempre aprende com as derrotas”, disse Alcaraz sobre Sinner. “Mais uma vez, ele mostrou a todos que fez isso. Principalmente no saque, colocando tanta pressão. É realmente difícil jogar contra ele.”

Entra 2026, o próximo capítulo na rivalidade Sinnercaraz de evolução e ajuste. E entra Alcaraz, o mais recente a ter a chance de aprender com uma itinerário.

Folha

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