Amazon constrói complexo de data centers de olho em ia

Amazon constrói complexo de data centers de olho em IA – 11/07/2025 – Tec

Tecnologia

Há um ano, uma extensão de 486 hectares de terras agrícolas nos periferia de New Carlisle, Indiana, era um milharal vazio. Agora, sete data centers da Amazon se erguem do solo fértil, cada um maior que um estádio de futebol.

Nos próximos anos, a Amazon planeja erigir tapume de 30 data centers no sítio, equipados com centenas de milhares de chips de computador especializados. Com centenas de milhares de quilômetros de fibrilha conectando cada chip e computador, todo o multíplice formará uma única máquina gigante destinada unicamente à perceptibilidade sintético.

A instalação consumirá 2,2 gigawatts de eletricidade —o suficiente para abastecer 1 milhão de residências. A cada ano, usará milhões de galões de chuva para evitar o superaquecimento dos chips. E foi construída tendo em mente um único cliente: a startup de IA Anthropic, que pretende produzir um sistema de IA que se equipare ao cérebro humano.

O multíplice —tão grande que só pode ser visto completamente do superior do firmamento— é o primeiro de uma novidade geração de data centers sendo construídos pela Amazon, e secção do que a empresa labareda de Projeto Rainier, em referência à serra que se ergue próxima à sua sede em Seattle. O Projeto Rainier também incluirá instalações no Mississippi e possivelmente em outros locais, porquê Carolina do Setentrião e Pensilvânia.

O Projeto Rainier é a ingressão da Amazon em uma corrida da indústria de tecnologia para erigir data centers tão grandes que teriam sido considerados absurdos há unicamente alguns anos. A Meta, proprietária do Facebook, Instagram e WhatsApp, está construindo um núcleo de dados de 2 gigawatts na Louisiana. A OpenAI está erguendo uma instalação de 1,2 gigawatt no Texas e outra, quase tão grande, nos Emirados Árabes Unidos.

Esses data centers irão ofuscar a maioria dos atuais, que foram construídos antes do chatbot ChatGPT da OpenAI inspirar o boom da IA em 2022. As tecnologias de IA cada vez mais poderosas da indústria de tecnologia exigem redes massivas de chips de computador especializados —e centenas de bilhões de dólares para erigir os data centers que abrigam esses chips. O resultado: colossos que esticam os limites da rede elétrica e mudam a forma porquê o mundo pensa sobre computadores.

A Amazon, que investiu US$ 8 bilhões (R$ 44,4 bilhões) na Anthropic, alugará poder computacional da novidade instalação para sua parceira startup. Um cofundador da Anthropic, Tom Brown, que supervisiona o trabalho da empresa com a Amazon em seus chips e data centers, disse que ter todo esse poder computacional em um só lugar poderia permitir à startup treinar um único sistema de IA.

“Se você quiser fazer uma grande realização, pode fazê-la”, afirmou ele.

A Amazon tem trabalhado na tecnologia usada neste multíplice por quase uma dezena. Em 2015, o gigante da tecnologia adquiriu uma empresa israelense de design de chips, a Annapurna Labs. Um ano depois, em um laboratório em Austin, Texas, a Annapurna —que continuou a operar porquê uma equipe de engenheiros amplamente independente— começou a projetar o primeiro chip de computador da empresa devotado à IA.

Oriente chip inicial, chamado Inferentia, não foi amplamente utilizado. Mas desenvolver um chip de computador viável requer anos de design. A Annapurna Labs desenvolveu seu mais recente chip, o Trainium 2, junto com engenheiros da Anthropic. Eles o adaptaram para um multíplice massivo porquê o de New Carlisle.

“É uma jornada”, disse Gadi Hutt, diretor sênior de engenharia de clientes e produtos da Annapurna Labs.

Os chips da Amazon não são tão elaborados ou poderosos quanto os mais recentes chips da Nvidia, a operário de chips do Vale do Silício que domina o trabalho de IA. Mas a Amazon acredita que, ao empacotar o duplo desses chips mais simples em cada data center, pode fornecer mais poder computacional usando a mesma quantidade de eletricidade.

“Se fornecermos o desempenho que nossos clientes desejam”, disse Hutt, “portanto por que priorizar escolhas de engenharia exóticas que unicamente nos atrasarão e causarão atrasos?”

A Amazon, que vem construindo data centers há mais de 18 anos para comandar seu negócio de varejo online e alugar serviços de computação para outras empresas, acelerou sua expansão para trabalho em IA “de forma bastante significativa”, disse Prasad Kalyanaraman, vice-presidente da Amazon, em pé em um trailer de construção no sítio em Indiana.

Unicamente alguns meses em seguida a OpenAI lançar o ChatGPT no final de 2022, a Amazon estava em negociações com concessionárias de força elétrica para encontrar um sítio para suas ambições de IA. Em Indiana, uma subsidiária da American Electric Power, ou AEP, sugeriu que a Amazon visitasse terrenos agrícolas a 24 quilômetros a oeste de South Bend que haviam sido rezonados para um núcleo industrial. No final de maio de 2023, mais de uma dúzia de funcionários da Amazon já haviam visitado o sítio.

No início de 2024, a Amazon já era proprietária do terreno, que ainda era formado por campos de milho e soja. A legislatura de Indiana aprovou uma isenção de imposto sobre vendas de 50 anos para a empresa, que poderia valer tapume de US$ 4 bilhões (R$ 22 bilhões), segundo a Citizens Action Coalition, uma organização de resguardo do consumidor e ambiental. Isenções separadas de impostos sobre propriedade e tecnologia concedidas pelo condado poderiam forrar à Amazon mais US$ 4 bilhões nos próximos 35 anos.

O dispêndio exato do desenvolvimento do multíplice de data centers não está simples. No contrato fiscal, a Amazon prometeu US$ 11 bilhões (R$ 61 bilhões) para erigir 16 edifícios, mas agora planeja erigir quase o duplo disso. O número totalidade de edifícios ainda não está determinado e dependerá, em secção, se a empresa obtiver permissão, apesar da poderoso oposição da comunidade, para erigir em uma espaço úmida de 4 hectares no meio do multíplice. A Amazon pretende erigir na espaço úmida, ressaltando que é uma espaço pequena e rasa, não uma grande suplente originário.

Para concluir a construção o mais rápido verosímil, a Amazon contratou quatro empreiteiras gerais para trabalhar simultaneamente.

“Não sei se eles estão competindo por numerário ou por um jantar com bife ou o quê, mas é incrível quanto eles estão levantando”, disse Bill Schalliol, um funcionário de desenvolvimento econômico do condado. “O aço começa a subir cá, no dia seguinte o aço está subindo lá.”

Em uma semana típica, tapume de 4.000 trabalhadores estão no sítio, disse Schalliol. Os hotéis locais estão lotados, e houve um aumento tão grande no congestionamento e acidentes de trânsito que a Amazon concordou em remunerar US$ 120 milénio (R$ 666 milénio) para deter horas extras para fiscalização de trânsito e mais US$ 7 milhões (R$ 38,9 milhões) para melhorias nas estradas.

Para enterrar os cabos de fibrilha óptica que conectam os edifícios e instalar outra infraestrutura subterrânea, a Amazon teve que bombear chuva do solo úmido. Uma solicitação de licença mostrou que a empresa pediu permissão para bombear 2,2 milhões de galões por hora, durante 730 dias. Autoridades estaduais estão agora investigando se o processo, sabido porquê desidratação, é a razão pela qual alguns vizinhos estão relatando poços secos.

Alguns moradores locais protestaram contra a forma porquê o projeto progrediu, reclamando que causou problemas de chuva, aumentou o tráfico e o soído e alterou significativamente a aspecto e a sensação desta comunidade agrícola, e que poderia arruinar a pequena espaço úmida originário no meio do multíplice.

“Você pode ver a serra de terreno que eles estão prontos para empuxar sobre essas áreas úmidas”, disse Dan Caruso, um carteiro reformado que vive em New Carlisle, apontando para um aglomerado de árvores altas ao lado de um estacionamento recém-arado no sítio da construção. “A vida selvagem depende dessas áreas úmidas”.

No início de junho, sete edifícios haviam sido construídos e escavadeiras estavam movendo terreno no sítio de um oitavo. O que atualmente está sendo usado porquê estacionamento logo se tornará o nono.

A abordagem da Amazon difere da do Google, Microsoft e Meta, empresas que estão empacotando chips muito mais poderosos em seus data centers e dependendo de técnicas mais intensivas em força para resfriar os chips. Porquê a Amazon está usando um chip significativamente menor, a empresa pode resfriar seu novo multíplice de maneiras mais simples. Ela bombeia ar de fora dos edifícios através de manipuladores do tamanho de contêineres de trouxa e, nos meses quentes, usa chuva municipal para resfriar o ar.

A abordagem é mais eficiente, segundo Kalyanaraman, portanto a empresa pode usar mais da eletricidade disponível para executar seus chips de IA.

A AEP informou aos reguladores que novos centros de dados em grande graduação mais do que duplicarão a quantidade de força de pico que deve fornecer a Indiana, de tapume de 2,8 gigawatts em 2024 para mais de 7 gigawatts por volta de 2030. O campus da Amazon sozinho representa tapume de metade do propagação suplementar de trouxa.

“Será o maior usuário de força no estado de Indiana por uma grande margem”, disse Ben Inskeep da Citizens Action Coalition.

A concessionária informou aos reguladores em abril que esperava usar usinas de gás originário para fornecer tapume de três quartos da força suplementar que seria necessária até 2030.

À medida que a Amazon expande essa instalação massiva, alguns especialistas começam a questionar se o rápido progresso da IA nos últimos anos logo atingirá um limite. Alguns estudos mostram que o progresso está desacelerando. Mas Kalyanaraman disse que isso não era um risco.

A Anthropic planeja treinar —essencialmente erigir— sistemas de IA com oriente multíplice gigante. Mas Kalyanaraman disse que, se o treinamento se tornasse significativamente mais eficiente ou se o desenvolvimento de IA atingisse um limite, ele também poderia ser usado para entregar tecnologias de IA aos clientes.

“A quantidade de infraestrutura que estamos construindo cá é tanta que, se você a destinar unicamente para treinamento, não é eficiente”, afirmou ele. “Esperamos usar esses mesmos clusters para múltiplas necessidades”.

Folha

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