Anisimova dá aula sobre como lidar com o fracasso

Anisimova dá aula sobre como lidar com o fracasso – 16/07/2025 – Esporte

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Foram necessários 57 minutos para Amanda Anisimova perder a final de simples feminina em Wimbledon no sábado (12), uma itinerário por 6-0, 6-0 nas mãos de Iga Swiatek. Levou pouco mais de cinco minutos —e algumas lágrimas— para transformar seu fracasso em alguma coisa dissemelhante.

O vídeo com os comentários pós-jogo de Anisimova logo se tornou um dos momentos inesquecíveis de Wimbledon, um momento de humanidade em seguida uma itinerário brutal.

Precisando de somente uma pergunta, Anisimova, uma americana de 23 anos, conteve as lágrimas, elogiou graciosamente sua adversária, agradeceu aos fãs — e pediu desculpas também — e portanto se emocionou ao elogiar sua mãe, que a havia nutrido e bem em seguida a morte repentina de seu pai em 2019 e durante seu período sabatino de oito meses do tênis, que começou em 2023.

Precisando somente de uma pergunta, Anisimova, uma americana de 23 anos, conteve as lágrimas, elogiou graciosamente sua oponente, agradeceu aos fãs —e também se desculpou— e portanto se emocionou ao elogiar sua mãe, que a nutriu e apoiou em seguida a morte repentina de seu pai em 2019 e durante seu período sabatino de oito meses do tênis, que começou em 2023.

“Sei que não tive o suficiente hoje, mas vou continuar me esforçando”, disse Anisimova, enxugando as lágrimas. “Sempre acredito em mim mesma, portanto espero voltar cá um dia.”

Foi fácil entender por que o momento viralizou. Para os fãs de tênis, foi uma prova comovente, as crueldades do esporte expostas. Para Amy Edmondson, professora de liderança e gestão na Harvard Business School, foi alguma coisa mais: uma lição magistral sobre fracasso.

Isso pode parecer duro. Mas não deveria ser.

Edmondson tem um interesse pessoal em fracassos humanos. Ela acredita firmemente que todos nós poderíamos nos beneficiar se falhássemos muito mais. Logo, quando assistiu ao exposição de Anisimova, viu um exemplo de um argumento que apresentou em seu livro de 2023, “Right Kind of Wrong: The Science of Failing Well” (O tipo notório de erro: A ciência de fracassar muito).

“Foi corajoso”, disse Edmondson. “Foi honesto, e portanto você percebe o quão persuasivo é e porquê poucas pessoas realmente aproveitam essa oportunidade para serem honestas, vulneráveis e generosas em seguida um fracasso devastador.”

O argumento de Edmondson secção de uma crença simples: as melhores empresas falham mais, não menos. “As organizações mais bem-sucedidas ou de superior desempenho não são aquelas que nunca falham”, disse ela. “São aquelas que detectam e corrigem. E estão dispostas a decorrer riscos em novos territórios de maneiras que muitas vezes levam ao sucesso —mas muitas vezes não.”

Edmondson acredita que a maioria dos fracassos humanos pode ser dividido em três arquétipos. Há o fracasso indispensável, que muitas vezes se resume a um erro simples. Você envia um e-mail para a pessoa errada no trabalho ou digita o número inexacto em um relatório de despesas. Há também falhas complexas, quando sistemas mais complexos, porquê cadeias de suprimentos durante uma pandemia, falham devido a múltiplas causas. Ambos os tipos, básicos e complexos, podem ser corrigidos.

É o terceiro tipo de fracasso, que Edmondson classifica porquê “fracasso inteligente”, que é mais vantajoso, levando ao conhecimento, invenção e propagação. Para se qualificar, ela oferece quatro critérios: você está operando em um novo território, perseguindo um objetivo, testando uma hipótese e considerou cuidadosamente os riscos.

“Quando um pesquisador tem uma boa hipótese, a testa e ela está errada, isso não é ruim”, disse Edmondson. “É um passo mais perto de uma invenção revolucionária.”

As empresas mais inovadoras, disse Edmondson, adotam uma abordagem semelhante. Os atletas tendem a entender essa dinâmica melhor do que a maioria. Jannik Sinner perdeu para Carlos Alcaraz em uma partida épica de cinco sets em Roland Garros neste ano e, em seguida, destacou o valor dessa itinerário em seguida vencer Alcaraz na final de simples masculina em Wimbledon, no domingo (13). “Você só precisa entender o que fez de inexacto e trabalhar nisso”, disse Sinner.

Pete Sampras certa vez descreveu sua itinerário para Stefan Edberg no US Open de 1992 porquê um dos momentos mais importantes de sua curso. Depois de vencer o primeiro set por 6 a 3, Sampras perdeu o segundo set por 6 a 4 e perdeu no tiebreak no terceiro, momento em que sua cabeça baixou e todo o seu comportamento mudou. Edberg soube portanto que o havia derrotado.

“Eu sabia, no fundo do meu coração, que não lutei tanto”, disse Sampras mais tarde. “Eu realmente não queria o suficiente naquela quadra. E foi aí que as coisas mudaram. Quando perdi a partida, isso me incomodou, me irritou. Sinto que desisti. Prometi a mim mesmo que nunca mais deixaria isso suceder. Logo, encaro aquela partida porquê a crucial da minha curso —e foi uma itinerário.”

Sampras foi adiante e ganhou mais 13 títulos de Grand Slam na dez seguinte.

Para aqueles que não são atletas de escol, Edmondson acredita que a capacidade de concordar o fracasso pode ser mais fraca. A maioria das pessoas é melhor em calcular os fracassos dos outros do que os seus próprios. E, seja um fracasso indispensável, multíplice ou inteligente, elas precisam reagir a ele com as mesmas emoções.

“Temos que aprender a mourejar muito com fracassos em novos territórios”, disse Edmondson.

Não é fácil, mas existem maneiras de melhorar. Edmondson acredita que as pessoas devem sempre considerar os “verdadeiros riscos racionais” de uma situação e, portanto, codificá-la porquê tal. Anisimova, por exemplo, perdeu numerário e progresso na curso ao perder no sábado, mas, ainda assim, foi somente uma partida de tênis.

Ela nunca conseguiu superar Swiatek em quadra. Ela tornou-se somente a segunda mulher a perder uma final de Grand Slam por 6 a 0 e 6 a 0, e em seguida a partida, descreveu o que havia oferecido inexacto.

Ela se sentia fatigada em seguida derrotar Aryna Sabalenka no calor dois dias antes. Ela lutou para manter a compostura.

“Me senti paralisada pelos meus nervos”, disse ela.

Logo, ela fez alguma coisa importante e poderoso: reformulou a itinerário porquê uma oportunidade de propagação, encontrando consolo em uma citação da escritora Marianne Williamson: “A dor pode te queimar e te destruir, ou te queimar e te redimir.”

“Eu disse a mim mesma: ‘Definitivamente sairei mais poderoso depois disso'”, disse ela. “Quero proferir, não é fácil passar por isso, perder por 0 a 0 em uma final de Grand Slam. Mas posso encarar isso porquê alguma coisa positivo.”

Folha

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