O CEO da Apple, Tim Cook, prometeu nessa quarta-feira (15) aumentar o investimento da empresa na China, enquanto navega pela guerra mercantil entre Pequim e Washington.
Muitas empresas norte-americanas tornaram-se cautelosas em relação aos chineses, já que as duas maiores economias do mundo entraram em conflito por pretexto de tarifas, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, procura promover a fabricação nos Estados Unidos em vez de outros locais.
Cook prometeu ao ministro da indústria da China, Li Lecheng, que a obreiro do iPhone continuará investindo na China, de convénio com um resumo solene da reunião em Pequim divulgado pelos chineses, embora não tenha fornecido detalhes sobre o tamanho do potencial investimento. A Apple não respondeu imediatamente a um pedido de observação.
A empresa com sede na Califórnia, que também fez promessas de investimento a Washington, permaneceu até agora relativamente ilesa pela guerra mercantil entre os Estados Unidos e a China. Outras empresas, uma vez que Nvidia e Qualcomm, tornaram-se cândido de investigações chinesas.
Há muito tempo, Washington impõe sanções a empresas chinesas uma vez que a Huawei.
EQUILÍBRIO DELICADO
Um consultor de assuntos governamentais fundamentado em Xangai, que pediu anonimato porque não estava autorizado a falar com a mídia, disse que as empresas dos EUA estão receosas de irritar a Moradia Branca, que poderia prejudicá-las em seu país no maior mercado consumidor do mundo, por parecerem muito pró-China.
Ao mesmo tempo, elas estão buscando evitar parecer insinceras em Pequim, onde prometeram estar “na China, para a China”, acrescentou.
Em agosto, Cook presenteou Trump com uma placa personalizada fabricada nos EUA, montada em um suporte de ouro de 24 quilates, comemorando o “Programa de Fabricação Americana” da Apple, depois de proferir que investiria mais US$ 100 bilhões na fabricação doméstica.
Quando Cook visitou a China em março, a Apple tornou públicos seus planos para um novo fundo de pujança limpa no país no valor de 720 milhões de iuanes (US$ 101 milhões).
Enquanto isso, a Apple, que depende de fornecedores e fábricas na China onde a maioria de seus iPhones é montada, tem tentado transferir segmento de sua capacidade de fabricação para a Índia.
O COO da Apple, Sabih Khan, visitou na terça-feira a Lens Technology, uma fornecedora chinesa de vidro para a Apple, comunicou a empresa com sede em Changsha na quarta-feira (15).
A Lens Technology produz capas de vidro para produtos da Apple, incluindo o iPhone e o Apple Watch, e tem sido parceira por 19 anos, disse.
A China espera que a Apple continue a explorar o mercado chinês e crescer junto com os fornecedores chineses, disse o ministro da indústria, Li Lecheng, que também é responsável pela tecnologia da informação, a Cook, acrescentando que a China continuará a fomentar um bom envolvente de negócios para empresas estrangeiras, incluindo a Apple.
‘ESCOLHENDO A CHINA’
As remessas da Apple na China cresceram 0,6% em relação ao ano anterior, atingindo 10,8 milhões de unidades no terceiro trimestre, em um contexto de demanda lenta no mercado de smartphones da China, de convénio com a empresa de pesquisa de dados IDC na quarta-feira.
Impulsionada pela série iPhone 17, foi a única marca entre as três maiores fornecedoras da China a compreender propagação nas remessas durante o período.
Uma vez que segmento de sua visitante à China esta semana, Cook visitou a loja da Apple em Xangai e se encontrou com desenvolvedores de jogos chineses e o designer das populares bonecas Labubu, afirmou o CEO em postagens no Weibo, semelhante ao X na China.
Na segunda-feira, ele disse que o iPhone Air estaria disponível para pré-encomenda na China depois que o ministério da indústria abriu caminho para que as principais operadoras de telecomunicações suportassem sua funcionalidade eSIM.
“A comunidade empresarial sempre foi um estabilizador das relações China-EUA e um promotor da cooperação pragmática”, comentou o mensageiro da China nos EUA, Xie Feng, durante um evento em Washington na terça-feira.
Muitas empresas americanas “escolheram a China” e estão beneficiando ambos os países, acrescentou Xie.
