A “guerra totalidade” está entre nós. Nesta sexta-feira (10), o público poderá jogar o novo “Battlefield 6”, aposta da Battlefield Studios —que reúne os estúdios Dice, Criterion, Ripple Effect e Motive— e da EA (Electronic Arts) para trazer de volta à saga um espírito que se perdeu com o tempo.
“Battlefield 6”, ou “BF6” para os íntimos, é o 13º game da franquia. Posteriormente as críticas e o fracasso de “Battlefield 5” (2018) e “Battlefield 2042” (2021), os desenvolvedores buscaram um retorno às raízes.
A teoria era não repetir os erros cometidos nesses jogos recentes. Por isso, decidiram olhar para trás na risca do tempo e ingerir de uma natividade bem-sucedida, que fez a série nadar de braçada no gênero de FPS (first person shooter, ou jogo de tiro em primeira pessoa) no início dos anos 2010, com os ótimos e caóticos “Battlefield 3” (2011) e “Battlefield 4” (2013). Dar uma sensação de nostalgia aos fãs que jogarem o novo título. Isso tudo, porém, sem deixar de apresentar novidades.
Com essa árdua missão em mãos, os Estúdios Battlefield tentaram cumpri-la apostando em escolhas seguras. A primeira delas foi diferir o lançamento do jogo em murado de um ano e polir o resultado —a previsão de lançamento era para 2024.
Ao menos na experiência da reportagem com o game em aproximação antecipado, a decisão dos desenvolvedores se mostrou acertada. Jogar “Battlefield 6” é prazeroso e, de indumento, traz uma sensação análoga aos icônicos títulos anteriores.
O jogo consegue produzir ambientes de “guerra totalidade” com realismo, dá liberdade ao jogador e não deixa de propiciar o caos característico da série, recheado de tiroteios frenéticos.
Não foram vistos problemas crônicos de desempenho e otimização durante os testes realizados antes do lançamento. Vez ou outra o jogo apresentou bugs —um soldado morto no ar ou um veículo que entrou em uma rocha—, mas os problemas foram raros, zero que comprometesse a experiência ou a mergulho.
O som do jogo é virtude destacável. A diferença no áudio de tiros e passos em ambientes abertos e fechados é nítida e deleitável, e a profundeza e qualidade da captação dos disparos amplia a mergulho do jogador e é ponto cima.
No som, uma novidade aos gamers brasileiros: nesta sexta, a EA lançará na BGS, a Brasil Game Show, colaboração músico do “Battlefield 6” com o produtor Papatinho e os cantores Emicida, Major RD e BK, que compuseram música para a trilha do jogo.
A executiva global de parcerias musicais e marketing da empresa, Raphaella Lima, afirmou que esse tipo de iniciativa também ocorre em outros países, porquê Argentina, Alemanha e França, e que no Brasil a informação com a engajada comunidade do jogo foi a tônica para a parceria.
“Era uma coisa que a gente já queria há muito tempo. E esse jogo deu essa oportunidade de dar voz e fazer suceder. O funk foi inspiração no topo de tudo, me voltou para os anos 90, e quando Papatinho fez a produção trazendo funk idoso, colocando o funk novo, os artistas, a gente falou falou ’tá cá, põe esse Battlefield no Brasil agora para a gente'”, disse a executiva, brasileira e que trabalha na empresa há mais de 20 anos.
No multiplayer do jogo, carro-chefe da franquia, “Battlefield 6” possui uma boa variedade de mapas, ainda que sejam poucos. Os cenários possibilitam diferentes estratégias a depender da classe utilizada pelo jogador.
O game dá a liberdade ao jogador de jogar porquê quiser, com a arma que desejar —é provável ter a função de suporte e usar um rifle de precisão, por exemplo. Esse sistema, chamado de “armas abertas”, equilibra melhor as partidas e evita com que uma certa classe seja escolhida somente para jogar com determinado arsenal. Outrossim, “Battlefield 6” procura premiar quem cumpre com os objetivos de cada classe e quem joga em equipe, dinâmicas que foram deixadas de lado pela franquia nos últimos títulos.
Outros modos tradicionais com foco em infantaria, porquê o bom e velho Dominação Mata-Mata em Equipe e Mata-Mata em Pelotão, com combates acalorados a curta intervalo, estão disponíveis e têm seu cintilação. Em Domínio da Colina, modo novo, os objetivos a serem conquistados e controlados se movem pelo planta.
Um dos melhores mapas disponíveis é Empire State. Focado na jogatina com infantaria (sem uso de veículos), é ambientado no Brooklyn, em Novidade York. Oferece ao jogador prédios, becos e telhados e tenta simular o caos e o gameplay com troca de tiros frenética dos mapas Noshahr Canals e Operação Metrô (sucessos de “BF3”).
A ruína de mapas é um dos chamarizes e apostas do “Battlefield 6”. Chamada cá de “ruína tática”, possibilita aos jogadores derrubar paredes, galgar prédios com tanques e produzir atalhos para atingir os adversários e executar os objetivos, emulando “Tom Clancy’s: Rainbow Six Siege”.
Embora a ruína de cenários esteja um tanto quanto exagerada, já que diferentes classes possuem armamento capaz de pôr paredes inferior, é inegável que explodir com um prédio quase que inteiro seja bastante satisfatório.
Falando da campanha individual, o modo história segue deixando a desejar —eles têm sido um problema crônico dos jogos de guerra atuais. Com nove missões, dura murado de 6 horas de duração (a depender do ritmo, intensidade de dificuldade escolhido e experiência do jogador).
A história coloca o jogador em um combate em diversas partes do mundo controlando um soldado de um pelotão de escol dos fuzileiros navais dos Estados Unidos.
Com a Otan em decadência e o mundo à ourela do caos, os americanos precisam combater a Pax Armata, corporação privada que procura aproveitar o vácuo de poder deixado pela confederação militar ocidental. O enredo garante algumas horas de mínimo entretenimento, mas não é o que faz valer a compra de “Battlefield 6”, mormente no lançamento e com preço referto.
Os Estúdios Battlefield também apostam em outro modo, chamado de Portal. Levante modo estaria disponível para testes na última terça (7), mas “por problemas de infraestrutura e logística global” não foram liberados pela empresa.
Segundo os desenvolvedores, o cerne do modo é a possibilidade de produzir coisas com uma utensílio de construtor. Teremos de esperar o lançamento para ver se Portal estará rotundo e jocoso. Para o jogo porquê um todo, também será necessário escoltar as próximas atualizações, se aprimorarão ainda mais o game, sem estragá-lo.
