Campus party oferece atrações gratuitas em brasília até este domingo

Campus Party oferece atrações gratuitas em Brasília até este domingo

Brasil

A 17ª Campus Party Brasil (CPBR17), que realiza sua primeira edição vernáculo em Brasília até domingo (22), não tem atrações exclusivamente para os chamados “campuseiros”, que compraram ingressos para a estádio paga ou o tradicional camping. O público em universal também pode conferir gratuitamente o que acontece na Estádio Open, no argola extrínseco da Estádio BRB Mané Garrincha.

A organização do evento aguarda muro de 150 milénio pessoas nos cinco dias de Campus Party, entre 20 milénio pagantes e visitantes. Uma delas é a estudante Alice Oliveira Diniz, de 11 anos, que, acompanhada do pai, participou de um workshop voltado a iniciantes sobre linguagem de programação de computadores em uma placa eletrônica, o micro-bit.

Alice aprovou a experiência e considera que a atividade se soma ao que aprende na escola. “Eu tenho uma lição de metamaker, onde aprendo fazendo um pouco com cerâmica, marcenaria e robótica, o que é muito permitido! Agora, [na Campus Party] tive mais uma experiência tecnológica”.

O pai, Fernando Diniz de Roble, que é empresário do ramo de tecnologia da informação (TI), prioriza que Alice aprenda um pouco e não tenha contato com a internet exclusivamente de modo passivo, vendo vídeos no celular. 

“Tento que ela possa mexer com coisas que criam horizonte, porquê a tecnologia e a programação. Para ela, eu penso sempre em esportes e coisas que requerem lucidez. E não exclusivamente permanecer assistindo vídeos”.

 


Brasília (DF), 20/06/2025 - A estudante Alice Diniz e pai Felipe Diniz de Carvalho em um workshop sobre programação de computadores, participam do Campus Party. Foto: Daniella Almeida/Agência Brasil
Brasília (DF), 20/06/2025 - A estudante Alice Diniz e pai Felipe Diniz de Carvalho em um workshop sobre programação de computadores, participam do Campus Party. Foto: Daniella Almeida/Agência Brasil

 A estudante Alice Diniz e pai Felipe Diniz de Roble em um workshop sobre programação de computadores Daniella Almeida/Escritório Brasil

Aprendizagem em família

O comentador de sistemas Paulo Pastore, que participou da primeira edição da Campus Party no Brasil, agora traz o fruto, de 3 anos, para se familiarizar com tecnologias. Depois jogar uma partida de futebol de robôs com o menino, Pedro Pastore, Paulo avalia que as inovações que surgem são um campo promissor, porém, é preciso ter doses de moderação.

“Tenho a preocupação com o uso de muita tela. Portanto, cá, com a mão na tamanho, em um envolvente diferenciado, é bastante instrutivo para o Pedro, para ele gostar dessas coisas”.

Paulo Lenz, o fundador da empresa responsável pelas atrações em que as duas famílias brincaram, explica que o objetivo é despertar o interesse universal das pessoas pela robótica.

“Tudo cá é para quem quer aprender não só sobre a superfície de programação, mas também sobre mecânica, eletrônica e matemática. Nossa intenção é que as pessoas consigam impor o que viram e entendam o quão permitido, o quão risonho é isso, para, portanto, buscarem melhores resultados no horizonte”, disse Lenz.

O empresário destaca que quem comparecer à estádio oportunidade da Campus Party neste sábado (21) e domingo (22) têm entrada gratuito ao maior campeonato de batalhas de robôs da América Latina.

“A secção dos robôs de combate é o que mais labareda a atenção do público. E ainda é provável guiar robôs que devem seguir uma risca; ver robôs da categoria tracking, porquê carros autônomos que navegam sozinhos por um trajectória; e os de sumô, que têm que repuxar o contendedor para fora do dojô. Vale a pena trazer a família toda, porque é diversão garantida, além de muito tirocínio.”

Printer Chef 

Uma das arquibancadas mais disputadas da superfície gratuita é a que acompanha a bancada de chefs de cozinha que criam pratos a partir de víveres produzidos em impressora 3D, com ingredientes comestíveis. William Oliveira, possuidor dessas impressoras levadas à Campus Party, que custam até R$ 80 milénio cada uma, contou à Escritório Brasil que os jurados do campeonato gastronômico se deliciaram com peças tridimensionais produzidas com queijo vegano de castanha de caju, batata e leite em pó.


Brasília (DF), 20/06/2025 - William Oliveira, dono de impressoras 3D que imprimem alimentos tridimensionais, participa do Campus Party. Foto: Daniella Almeida/Agência Brasil
Brasília (DF), 20/06/2025 - William Oliveira, dono de impressoras 3D que imprimem alimentos tridimensionais, participa do Campus Party. Foto: Daniella Almeida/Agência Brasil

William Oliveira, possuidor de impressoras 3D que imprimem víveres tridimensionais Daniella Almeida/Escritório Brasil

William ressalta que os equipamentos têm outras funcionalidades que transcendem à gastronomia e têm uso na medicina regenerativa, por exemplo. “A plataforma é baseada para que o pesquisador use os 3Rs [da sustentabilidade – reduzir, reutilizar e reciclar]. A máquina faz a eletrofiação com uma técnica que envolve energias de tensões muito altas, que gera fios muito fininhos, nano e micrométricos, para gerar um tecido que, agora, tem a tecnologia integrada à superfície biomédica”.

Neurociência

E quem disse que a neurociência dos laboratórios tradicionais não tem espaço na Campus Party? O estudante Leonardo Dias, de 9 anos, usou neurotransmissores para testar que a mente pode inflamar uma luz ou movimentar um objeto, sem controle remoto ou qualquer botão.


Brasília (DF), 20/06/2025 - O estudante Leonardo Dias, de 9 anos, usou neurotransmissores, durante o Campus Party. Foto: Daniella Almeida/Agência Brasil
Brasília (DF), 20/06/2025 - O estudante Leonardo Dias, de 9 anos, usou neurotransmissores, durante o Campus Party. Foto: Daniella Almeida/Agência Brasil

O estudante Leonardo Dias, de 9 anos, usou neurotransmissores, durante o Campus Party. Daniella Almeida/Escritório Brasil

O menino não entende muito muito porquê a concentração fez o sabre de luz inflamar parcialmente. Só sabe que precisa de foco para a tarefa. “Gostei de concentração. A gente tem que ter foco. Vale para a vida, para você não se distrair com o que está ao seu volta. E, por exemplo, me ajuda nas aulas de matemática”.

O diretor da Campus Party Brasil, Tonico Novaes, explica que o evento tem áreas para todos os públicos, inclusive o Campus Kids, para a criancice soltar a originalidade, com uso de tecnologia e materiais recicláveis.

“São oficinas para a construção de um pinball maker ou para montar seu próprio robô. Há também o Explore o Projeto Sonoro, onde os participantes vão entender porquê funciona a acústica e montarão projetores com materiais simples.”

Para saber os horários das atividades da superfície gratuita da CPBR17 e seguir o que ocorre nos espaços do Estádio Mané Garrincha, os interessados podem acessar o site e as redes sociais do evento.   



Fonte EBC

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