
Daniel se apresenta no festival “Histórias”, em São Paulo
Divulgação
Daniel é um dos nomes do festival “Histórias”, evento que reúne grandes ícones da música sertaneja. A edição de São Paulo aconteceu no último final de semana, no Allianz Parque, e contou também com shows de Victor e Leo, Leonardo, Chitãozinho e Xororó e Zezé Di Camargo e Luciano.
Ao g1, Daniel se disse honrado por ter sido convidado para fazer secção do projeto.
“Tem sido uma satisfação enorme pelo trajo de ter sido lembrado, de poder fazer secção disso tudo. É muito gratificante. Eu acho esse formato festival muito bacana. As pessoas têm oportunidade, através dele, de curtir o seu artista, o estilo, de confraternizar e, supra de tudo, de muita música.”
O sertanejo falou também dos constantes questionamentos sobre as atrações não subirem juntas ao palco, seguindo os passos do bem-sucedido projeto “Amigos”, tradicional evento com Zezé Di Camargo & Luciano, Leonardo e Chitãozinho & Xororó. Nele, os artistas cantam juntos no palco e, ao longo da apresentação, também se revezam entre as duplas.
Daniel comentou que, por não ter participado da elaboração do evento, não sabe se o formato chegou a ser cogitado. Mas acredita que, se fosse seguir a traço do “Amigos”, haveria premência de ensaios e preparação para uma apresentação com todo um contexto dissemelhante.
“Acho que se fosse um projeto pensando em todos juntos, seria dissemelhante. Nós temos um grande festival em que cada artista apresenta o seu show. O trajo é: eu faço secção e estou muito honrado com isso. Tem sido maravilhoso dividir o palco com esses caras que eu tenho porquê amigos há muitos anos e que eu também sou fã.”
“Não me espelhei em ninguém”
Daniel com Bruno e Marrone no “Viver Sertanejo”
Orbe/ Beatriz Damy
Além das apresentações com o Histórias, Daniel também se divide entre os shows da sua turnê “Um novo tempo” e as gravações do programa “Viver Sertanejo”, que vai ao ar nas manhãs de domingo, na Orbe.
O cantor recebe os artistas em sua mansão para momentos de prosa e de tendência. No bate-papo com os convidados, Daniel mostra seu entrosamento e a facilidade de transitar entre tantos artistas de várias fases e vertentes do sertanejo, mostrando o porquê de ser tão querido no mercado músico.
“Acho que o programa ter obtido um resultado tão positivo, ter tido um toque privativo no coração das pessoas, ter feito secção do cotidiano de muita gente no domingo de manhã, de muitas famílias, é o trajo de ser um pouco muito sincero, muito verdadeiro. É ligeiro”, responde o cantor, ao ser questionado sobre os possíveis fatores do sucesso do programa.
“É um projeto que eu recebo pessoas na minha mansão e, talvez, por ser dessa forma, todos os que estão sendo convidados acabam ficando muito à vontade. Ali é uma extensão das nossas famílias, da nossa história.”
“E não tem ali um apresentador. Lógico que eu tenho que comandar o programa, mas ninguém me vê porquê um apresentador: me veem porquê um companheiro, porquê um parceiro de curso, um rosto que faz aquilo que eles fazem também. Logo eu acho que, por tudo isso, tem oferecido muito visível.”
Daniel conta que, antes da atração, recebeu outros convites para ser apresentador, mas negou. “Eu palato disso, mas não achava, até portanto, que seria o momento visível.”
Tudo mudou quando ele foi chamado para o “Viver Sertanejo”.
“Pelo formato, por ser um pouco que eu senti que era a minha rosto: estar em mansão, que é um privilégio para mim, recebendo companheiro, papeando, falando da história de cada um e cantando… eu não tive dúvidas.”
“Aceitei o invitação e, a partir disso, venho me aperfeiçoando dentro daquilo que o programa é. Não segui ninguém, eu me sigo, sigo meu jeito”, brinca o cantor.
“Lógico que temos toda uma estrutura de produção, de direção, que me orienta e que me deixa à vontade, ao mesmo tempo, e que a gente tem esse resultado.”
“Mas não me espelhei em ninguém: é o Daniel que está ali, não é um apresentador. É o Daniel de verdade sendo transparente naquilo que está fazendo.”
Cantor, ator ou apresentador?
Daniel comanda o “Viver Sertanejo”
Orbe
Além da música e da apresentação, Daniel também tem participações em filmes, porquê “O Menino da Porteira” (2009), e novelas, porquê “Paraíso” (2009), em seu currículo.
Mas ele garante que sua melhor versão é porquê cantor.
“Foi logo que comecei. Para muita gente eu posso talvez não ser um bom cantor, mas no meu modo de entender, é o que eu sei fazer melhor.”
“Porque por meio da música eu tenho sido um gavinha entre as pessoas. Tenho sido um instrumento através dela, em que eu procuro propagar sempre o paixão, a esperança e, supra de tudo, coisas boas para as pessoas que me acompanham.”
“Essa eu acredito que seja minha missão maior. Eu me realizo quando as pessoas chegam para mim e me dizem ‘sua música está surtindo efeito na minha vida’, ‘ela faz secção da minha vida’, ‘ela mudou ou transformou alguma coisa’. Esse é o meu maior presente. Eu sou um condutor de energias por meio da música e é ali que eu me sinto mais à vontade.”
Daniel se apresenta no festival “Histórias”, em São Paulo
Divulgação
Cantor Daniel doa chapéu para leilão em prol de obras sociais de paróquia na Bahia
Fonte G1
