A novidade ordem do tênis mundial não obedece mais a três poderes, mas a dois. O espanhol Carlos Alcaraz, 22, e o italiano Jannik Sinner, 24, fizeram, neste domingo (7), a terceira final de Grand Slam seguida juntos —a primeira vez em que tal repetição acontece em uma única temporada na era ocasião.
No 15º encontro da dupla, no US Open, Alcaraz saiu vitorioso, em 3 sets a 1 e 2 h 42 minutos em quadra, retomando o posto de número um do mundo. Ambos têm tapume de 5.000 pontos de vantagem sobre o terceiro posto, o boche Alexander Zverev.
Com isso, todos os majors (ou Grand Slams, os quatro torneios mais importantes da temporada tenístico), dos últimos dois anos foram vencidos pelo italiano ou pelo espanhol.
Os dois jogadores alternaram, ao longo da partida, altos e baixos, sem ambos encontrarem seus melhores momentos ao mesmo tempo até o quarto set.
Alcaraz tomou a vanguarda, quebrando o serviço do rival logo no primeiro game. Com tranquilidade, firmeza no saque e unicamente dois erros, fechou a parcial em 6/2 em 37 minutos. No segundo set, Sinner pareceu se encontrar na partida, e, encaixando melhor os saques e mais bolas vencedoras, ganhou a lanço por 6/3.
O terceiro set teve um possuinte unicamente: Alcaraz abriu vantagem de 5/0, e fechou em 6/1, tendo vencido 25 pontos contra 13 do justador. O italiano voltou a complicar a vida do justador na quarta lanço, com os dois usando mais aproximações à rede e prolongando as trocas de globo. Mas não foi o bastante —Alcaraz encerrou a partida em seu terceiro ponto do campeonato, com 6/4.
Uma vez que no torneio feminino, o vencedor embolsou US$ 5 milhões (tapume de R$ 27 milhões) e o vice, US$ 2,5 milhões (R$ 13 milhões).
Na semifinal, Alcaraz passou pelo último dos membros do “Big Three” ainda na ativa, Novak Djokovic, 38 anos e número 7 do mundo, de maneira dominante: em sets diretos, com parciais 6-4, 7-6 (3) e 6-2, tendo o serviço quebrado unicamente uma vez.
O sérvio, possuinte de 24 títulos de majors, ainda resiste em falar de aposentadoria, mas a assertividade do espanhol no duelo teve sabor de definição. Roger Federer e Rafael Nadal, os outros membros da trinca que dominou o esporte por anos, já penduraram as raquetes.
Alcaraz chegou à final sem perder sets, e tendo ofertado unicamente duas quebras. Ele lidera o volta da ATP com 60 vitórias no ano e sete títulos.
Já Sinner vem de ano com melhores resultados em majors: levantou os troféus do Australian Open —ao derrubar Zverev— e de Wimbledon, ao superar Alcaraz, que o derrotara na final de Roland Garros.
Esta é foi sexta final de Slam do italiano em oito torneios. Ele é o quarto varão a inferir cinco finais consecutivas de majors na era ocasião, detrás de Federer, Djokovic e Nadal.
Em Novidade York, Sinner havia perdido unicamente dois sets nas seis partidas anteriores à final. Os canadenses Denis Shapovalov, na terceira rodada, e Felix Auger-Aliassime, na semi, foram os únicos a sequer arrancar do italiano mais de sete games em um jogo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, esteve no multíplice de tênis Billie Jean King neste domingo para escoltar a final. Sua visitante, confirmada pela prelo na quinta-feira (4), causou bastante polêmica.
Um transmitido da USTA (federação americana de tênis) pediu que as transmissões da partida não chamassem a atenção para qualquer tipo de reação que a aparição do republicano nos telões pudesse provocar na torcida. O documento foi revelado pelo jornalista Ben Rothenberg e confirmado pelo New York Times.
O esquema de segurança do multíplice foi reforçado, causando grandes filas na ingresso e adiando o início da final, marcada para as 15h, em mais de 30 minutos. A primeira globo foi golpeada às 15h48 (horário de Brasília).
A transmissão brasileira na ESPN não mostrou a chegada do presidente, mas a sucursal de notícias Reuters reportou que, ao cumprimentar os poucos espectadores que já haviam conseguido entrar no Arthur Ashe Stadium, que tem capacidade para mais de 23 milénio torcedores, Trump foi recebido com um misto de vaias e aplausos.
A reação se repetiu nas outras vezes em que o republicano apareceu no telão, porquê durante a realização do hino pátrio dos EUA e entre o primeiro e o segundo sets, segundo a sucursal AFP.
Trump assistiu à partida do torrinha da Rolex, uma das patrocinadoras do torneio e de vários tenistas, porquê Roger Federer, Jannik Sinner, Coco Gauff e Iga Swiatek. Ele estava escoltado de Pam Bondi, secretária de Justiça, e de Jared Kushner, seu genro, entre outros.
A última vez que o republicano esteve no US Open foi em 2015, quando ainda era candidato à Presidência. À quadra, ele assistiu às quartas de final entre Venus e Serena Williams e foi fortemente vaiado. Trump era um frequentador assíduo do torneio nova-iorquino até aquele momento.
