Após 505 dias, neymar volta à seleção brasileira 06/03/2025

Datafolha: 48% defendem a convocação de Neymar para a Copa – 27/06/2025 – Esporte

Esporte

A menos de um ano para a Despensa do Mundo de 2026, sediada em conjunto por Estados Unidos, Canadá e México, a convocação do mais importante jogador brasiliano da última dezena divide o país. De harmonia com pesquisa Datafolha, 48% da população defendem que o italiano Carlo Ancelotti ligeiro Neymar, 33, para o que seria seu quarto Mundial.

Por outro lado, 41% rejeitam a convocação, ou quatro em cada dez brasileiros. Do totalidade, 7% se declaram indiferentes e 3% não souberam responder.

Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, a diferença entre os dois grupos poderia ser de 3 pontos (46% em prol e 43% contra).

O Datafolha ouviu 2.004 pessoas em todo Brasil, com 16 anos ou mais, distribuídas em 136 municípios. A pesquisa foi realizada nos dias 10 e 11 de junho de 2025.

A pesquisa também mostra que há diferenças significativas sobre o tema dependendo da idade dos torcedores.

O desportista é amplamente bem pelos mais jovens e possui repudiação maior entre os mais velhos.

Entre aqueles com idades de 16 a 24 anos, 62% são em prol da convocação do craque, 27% são contra, 8% são indiferentes e 3% não sabe. Ele também tem maior espeque dentro da filete da qual ele mesmo faz secção, de 25 a 34 anos, com 50% em prol e 38% contra.

O cenário começa a mudar nas faixas seguintes. Há um empate técnico entre aqueles com idade de 35 a 44 anos, considerando a margem de erro de até cinco pontos percentuais para mais ou para menos no recorte etário. Neste cenário, 47% são em prol e 44% são contra.

Também é provável mostrar um empate técnico no estrato seguinte, de 45 a 59 anos, porém pela primeira vez a parcela daqueles que são contrários à convocação é numericamente superior, com 48% contra e 41% em prol.

Embora não se tenha uma série histórica para indicar qual tendência evoluiu nos últimos anos, a trajetória do craque dá algumas pistas sobre o humor dos brasileiros em relação ao jogador, que voltou a atuar no país no prelúdios deste ano, pelo Santos.

O retorno ao Brasil foi um tentativa de reencontrar sua melhor forma e se preparar para o Mundial de 2026 depois de quase 12 anos atuando no exterior. No período, viveu grandes momentos no Barcelona, altos e baixos no Paris Saint-Germain e a pior tempo de sua curso no Al Hilal. No clube saudita, jogou exclusivamente sete partidas em um ano e meio, sofreu a mais grave lesão de sua curso e foi descartado do elenco.

Depois de ser recebido nos braços da torcida santista, em um grande sarau na Vila Belmiro, Neymar vive novamente um momento frustrante. Fez exclusivamente 12 jogos pelo Santos, marcou três gols e foi debilitado por novas lesões.

Enquanto isso, manteve uma vida agitada fora dos gramados, com festas e participações em eventos diversos, porquê as partidas de sua equipe na Kings League, evento que mistura futebol e entretenimento.

Fora de forma, acabou fora da lista de Carlo Ancelotti para os primeiros jogos do novo técnico da seleção brasileira, no prelúdios do mês, quando o Brasil empatou com o Equador (0 a 0) e venceu o Paraguai (1 a 0), resultados que selaram a classificação para a Despensa de 2026.

Embora o italiano tenha dito que as portas da seleção estão abertas para o craque —maior bombeiro da história da seleção, com 79 gols—, ele só deverá ter novidade chance quando estiver em plenas condições. O último jogo dele com a camisa amarela foi em outubro de 2023, contra o Uruguai, pelas Eliminatórias.

Neymar disputou sua primeira Despensa do Mundo em 2014, na edição realizada no Brasil, quando ele tinha 22 anos. Na era, ele já defendia o Barcelona depois de erigir uma vitoriosa curso pelo Santos.

Sua presença naquele Mundial era indiscutível. Na era, era amplamente indigitado porquê o principal desportista do país em atividade. O rótulo confirmava a projeção sobre sua curso que o acompanhava desde 2010, quando sua privação na lista de convocados para a Despensa na África do Sul provocou críticas ao plantel formado pelo técnico Dunga, eliminado nas quartas de final daquela edição.

A trajetória do craque na Despensa de 2014, no entanto, causou um traumatismo ainda maior para os torcedores do Brasil. Nas quartas de final, o atacante sofreu uma fratura na terceira vértebra lombar em seguida levar uma dura ingresso do colombiano Juan Zúñiga e teve de ser retalhado do elenco comandado por Luiz Filipe Scolari.

Sem seu camisa 10, o Brasil acabou goleado pela Alemanha na tempo seguinte, por 7 a 1, no maior vexame da história da seleção brasileira. Na disputa do terceiro lugar, ainda perdeu para a Holanda, 3 a 0.

Na Despensa do Mundo de 2018, Neymar chegou em um contexto dissemelhante. Ao contrário de sua forma física plena em 2014, o craque desembarcou na Rússia pouco tempo depois de se restaurar de uma lesão no pé recta e não estava 100% fisicamente para o torneio.

Mesmo assim, foi titular e atuou durante 90 minutos nos cinco jogos do Brasil na competição, marcou dois gols e deu uma assistência. Sua participação, no entanto, é mais lembrada pelas quedas no gramado, que lhe renderam a reputação de “cai cai” e fizeram dele objectivo de uma série de memes. A seleção brasileira caiu nas quartas de final daquela edição, diante da Bélgica.

A Despensa do Mundo de 2022, no Qatar, tinha tudo para ser a salvamento do craque. Em boa tempo, livre de lesões e disposto a provar seu valor, ele tinha o cenário ideal para fazer uma grande exibição na Despensa que, aos 30 anos, ele dizia ser a última de sua curso.

Depois de um ano sem problemas físicos sérios, quis o fado que justamente na estreia uma novidade lesão abalasse o desportista. Desta vez, nos ligamentos do tornozelo recta, com um edema ósseo. Depois o duelo com a Sérvia, ele ficou fora dos jogos contra Suíça e Camarões, na tempo de grupos.

De volta à equipe nas oitavas de final, participou da goleada sobre a Coreia do Sul, por 4 a 1. Na sequência, teve atuação ainda mais importante diante da Croácia, nas quartas. Depois de um 0 a 0 no tempo normal, ele colocou o Brasil avante no primeiro tempo da prorrogação, mas o time logo dirigido por Tite cedeu o empate a quatro minutos do término da segunda lanço e perdeu a disputa de pênaltis.

Neymar estava escalado para espancar a quinta penalidade para o Brasil, mas a Croácia definiu o 4 a 2 antes que o camisa 10 tivesse sua chance.

Folha

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