De flopada a headliner do Lolla relembre vindas de Sabrina Carpenter ao Brasil
Sabrina Carpenter se apresenta no Lolla nesta sexta (20), em sua primeira vez porquê headliner do festival. Mas já é a quinta vez no Brasil — e se tem um tanto que Sabrina fez, foi batalhar pelo sucesso que ela tem cá e no resto do mundo.
A cantora já veio em todo tipo de ocasião: abriu para Ariana Grande, quando o público mal a conhecia; fez pocket show, voz e violão; se apresentou no MITA com um público médio; e mais recentemente, abriu shows para Taylor Swift na gigantesca “Eras Tour”.
Figurinha carimbada no país, Sabrina vai ver, pela primeira vez, uma povaléu de dezenas de milhares de brasileiros só para vê-la. Mas a história prova que ela conquistou o posto de headliner na base do esforço mesmo. Relembre porquê Sabrina ‘cresceu’ porquê artista a cada vinda:
2017: Abriu para Ariana Grande
Sabrina Carpenter foi ato de preâmbulo em show de Ariana Grande no Brasil
Reprodução/YouTube
Quanto tempo de curso músico? 2 anos
Quantos álbuns lançados? 2 (“Eyes Wide Open” e “Evolution”)
Tinha hits? Não
A primeira vez de Sabrina Carpenter (uma versão quase irreconhecível dela, por sinal) no Brasil foi em junho de 2017, porquê ato de preâmbulo da “Dangerous Woman Tour”, de Ariana Grande. Ela cantou nos shows logo posteriormente o DJ Ronaldinho.
Na era, Sabrina era conhecida porquê estrela da Disney e tentava provar que não era igual às anteriores, porquê Miley, Selena e Demi, mas merecia um sucesso próprio. Ela tinha uma calça jeans rasgada, um cropped e um sonho.
2019: Pocket show econômico
Sabrina Carpenter fez pocket show no Brasil em 2019
Reprodução/YouTube
Quanto tempo de curso? 4 anos
Quantos álbuns lançados? 3 (“Eyes Wide Open”, “Evolution” e “Único: Act I”)
Tinha hits? Não
Sabrina voltou em abril de 2019 para promover o disco “Único: Act I”. Durante sua passagem por São Paulo, ela visitou uma rádio sítio para um pocket show e fez um meet & greet.
Dessa era, a música “Sue Me” até fez qualquer sucesso entre os fãs. Mas não dá pra invocar de hit — não chegou perto dos fenômenos que ela lançaria nos anos seguintes.
2023: MITA
Sabrina Carpenter no MITA em 2022
Reprodução/YouTube
Quanto tempo de curso? 8 anos
Quantos álbuns lançados? 5 (“Eyes Wide Open”, “Evolution”, “Único: Act I”, “Único: Act II” e “Emails I Can’t Send”)
Tinha hits? Sim! “Nonsense” estava fazendo sucesso…
Na vinda para o festival MITA, em maio de 2023, já dá pra reconhecer os traços da mega popstar que ela se tornaria dali a um tempo. Estavam lá a bota branca, o repertório sensual e milhares de fãs.
Sabrina estava, de vestuário, muito perto de chegar lá. Ela já vinha tendo um sucesso viral com as versões de “Nonsense”, quando fazia trocadilhos de conciliação com o lugar em que se apresentava. Antes do show, a música chegou ao top 10 do Spotify americano e no top 20 do Spotify global.
2023, de novo: Abriu para Taylor Swift
Sabrina Carpenter abre show de Taylor Swift em 2023
Stephanie Rodrigues/g1
Quanto tempo de curso? 8 anos
Quantos álbuns lançados? 5 (“Eyes Wide Open”, “Evolution”, “Único: Act I”, “Único: Act II” e “Emails I Can’t Send”)
Tinha hits? Sim! “Nonsense” e “Feather”
Em novembro de 2023, Sabrina foi o ato de preâmbulo da “Eras Tour”, turnê de Taylor Swift que teve 5 datas no Brasil. Foi um dos principais marcos na curso dela (que já ia muito), com o empurrãozinho de uma das maiores popstars do mundo.
Mesmo vindo pouco tempo posteriormente o MITA, Sabrina já tinha mais um hit em mãos: “Feather” foi lançada naquele mês e se tornou um dos maiores sucessos dela até logo.
Meses depois, Sabrina lançaria “Espresso” — lançada em abril de 2024, a música se tornou um dos maiores hits da dezena, consolidando Sabrina porquê uma popstar que não precisaria mais ser ato de preâmbulo de ninguém.
2026: Finalmente, headliner
Sabrina Carpenter canta ‘Manchild’ no Grammy
REUTERS/Daniel Cole
Quanto tempo de curso? 11 anos
Quantos álbuns lançados? 7 (“Eyes Wide Open”, “Evolution”, “Único: Act I”, “Único: Act II”, “Emails I Can’t Send”, “Short ‘n’ Sweet” e “Man’s Best Friend”)
Tem hits? Muitos! “Espresso”, “Please Please Please”, “Manchild”, “Feather”, “Tears”, “Taste”…
Quem acredita sempre alcança: com onze anos de curso músico (e quase uma dezena posteriormente a primeira vinda), Sabrina finalmente vem neste ano com status de megapopstar. Desta vez, o problema dela é o oposto, de talvez ter hits demais para um show só.
A headliner desta sexta (20) no Lollapalooza está no auge da curso: já levou dois Grammys, teve seis músicas no top 10 da Billboard e por aí vai. Um baita caminho pra ela e pra quem, por eventualidade, a conheceu quando era uma rapariga de calça jeans abrindo o show de Ariana Grande.
Fonte G1
