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Em mensagem ao Congresso, presidente Lula destaca números do governo

Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que seu governo venceu o ceticismo e terminou o ano de 2025 com avanços e números recordes. É o que consta na Mensagem ao Congresso Pátrio, entregue nesta segunda-feira (2), durante sessão solene que marca a retomada dos trabalhos legislativos, posteriormente o recesso.

“As profecias eram as piores possíveis: economia estagnada; inflação descontrolada; dólar em disparada; bolsa em queda livre; e fuga de investimentos estrangeiros. Aconteceu justamente o contrário: o Brasil chegou ao termo de 2025 mais possante do que nunca”, diz trecho da mensagem, que também trouxe números positivos da economia:

“O Resultado Interno Bruto (PIB) cresceu pelo terceiro ano ininterrupto. O dólar teve, em 2025, a maior queda dos últimos nove anos. A Bolsa de Valores cresceu 34% em relação a 2024 e ultrapassou, pela primeira vez, a marca de 160 milénio pontos.”

O documento, com mais de 900 páginas, foi levado pessoalmente pelo ministro-chefe da Vivenda Social, Rui Costa, porquê é praxe. Diversos ministros do governo federalista e autoridades estiveram presentes.

A leitura da apresentação da mensagem foi feita pelo primeiro secretário da Mesa do Congresso, deputado federalista Carlos Veras (PT-PE).

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Investimentos, tarefa e renda

Lula citou os mais de US$ 77,7 bilhões de investimentos estrangeiros, “o maior volume dos últimos sete anos”, que consolidou o país porquê o segundo rumo mais atrativo para o capital extrínseco.

O desemprego em 5,2%, a menor taxa da série histórica, também foi mencionado, muito porquê aumento da renda dos trabalhadores e a média de preços.

“A renda média dos trabalhadores subiu para R$ 3.574, a maior já registrada. Fechamos 2025 com uma inflação de 4,26%, a menor em sete anos. Caminhamos para fechar os quatro anos com a menor inflação acumulada de todos os tempos.”

O incremento da economia, somado ao aumento real do salário-mínimo, queda na inflação e maior oferta de empregos levou à saída de dois milhões de famílias do programa Bolsa Família.

“Quando assumimos novamente a Presidência da República, em 2023, encontramos 33 milhões de brasileiros em situação de instabilidade cevar, suplicando por ossos em portas de açougues. Disseram que era impossível, mas em 2025 retiramos pela segunda vez o Brasil do Planta da Míngua”, observou.

“A pobreza e a desigualdade de renda são as menores já registradas. Em unicamente dois anos, 17,4 milhões de brasileiros saíram da pobreza, em uma das maiores ascensões sociais da história recente. A classe C, formada por famílias que atendem às necessidades básicas e têm qualquer poder de consumo, já representa 61% da população. O Brasil caminha para se tornar um país de classe média”, continuou Lula.

IR e programas sociais

A mensagem destaca também as medidas prioritárias do governo federalista que foram aprovadas no ano pretérito, porquê a redução em 70% dos custos da carteira de habilitação (CNH), o programa Gás do Povo, a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 milénio por mês e a redução gradual para quem ganha entre R$ 5 milénio e R$ 7.350 mensais.

Na instrução, o presidente apontou que o programa Pé-de-Meia ultrapassou a marca de 4 milhões de estudantes beneficiados e reduziu em 43% a evasão no ensino médio.

Segundo ele, mais de 68,4% das escolas públicas brasileiras estão conectadas à Internet de qualidade.

Negócio e tarifaço

A mensagem também destaca o desfecho da negociação do negócio mercantil entre Mercosul e União Europeia (UE), que levou 25 anos para ser concluído. O novo conjunto detém murado de um quarto do PIB mundial e reúne uma população de 720 milhões de consumidores.

Pendurado de aprovação pelo Congresso Pátrio, o que deve ocorrer nas próximas semanas, o tratado vem sofrendo uma paralisação na Europa.

Lula citou também o duelo do tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos (EUA) ao Brasil.

“Nossa reação foi imediata. Criamos o Projecto Brasil Soberano para socorrer empresas e preservar empregos. Intensificamos a procura por novas parcerias comerciais e chegamos ao termo do ano com 521 novos mercados abertos às nossas exportações. Com empáfia e muito diálogo, reabrimos as portas do mercado norte-americano aos produtos brasileiros”, cita a mensagem.  

No texto, Lula também destaca que mesmo com o tarifaço, as exportações brasileiras no ano pretérito atingiram a marca recorde de US$ 348,7 bilhões: “Em três anos, o totalidade aglomerado chegou a US$ 1,03 trilhão”.

Segurança pública

Lula também disse que o ano de 2025 entrou para a história pela “maior ofensiva contra o violação organizado de todos os tempos”.

O presidente citou o combate a facções criminosas, por meio da Operação Carbono Oculto, que desmantelou um esquema bilionário que utilizava distribuidoras, refinarias, postos de gasolina e fintechs para lavagem de quantia.

“A operação bloqueou movimentações fraudulentas estimadas em mais de R$ 70 bilhões e comprovou que os líderes do violação organizado não estão nas comunidades, mas em alguns dos endereços mais caros no Brasil e no exterior. A Polícia Federalista segue aprofundando as investigações, e os bandidos pagarão por seus crimes – não importa o tamanho de suas contas bancárias ou da sua riqueza investida no mercado financeiro”.

Sobre esse tema, o presidente reforçou o apelo ao Congresso pela aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, e o projeto de lei (PL) Antifacção, que endurece o combate ao violação organizado ao prever penas mais severas aos seus líderes e ao restringir a progressão de pena.

Prioridades para 2026

Na mensagem, Lula elogiou a parceria com o Congresso Pátrio, considerada fundamental para a aprovação dos projetos de interesse do governo e do país. Ele destacou o que considera precípuo para ser legalizado nascente ano.

“Nosso próximo duelo é o termo da graduação 6×1 de trabalho, sem redução de salário. O tempo é um dos bens mais preciosos para o ser humano. Não é justo que uma pessoa trabalhe duro toda a semana e tenha unicamente um dia para resfolgar o corpo e a mente e curtir a família”.

O presidente também falou da “urgente premência” de regulação do trabalho por aplicativos e criticou a precarização da mão-de-obra. O tema vem sendo objeto de conversas entre o governo federalista e Câmara dos Deputados, que buscam consenso sobre um texto.

Texto ampliado às 18h02

Fonte EBC

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