Vince Gilligan, fundador de ‘Breaking Bad’, completa ciclo em ‘Pluribus’
Quando começou a ortografar sua novidade série de ficção científica, “Pluribus”, o fundador de “Breaking Bad” e “Better call Saul” partiu de um noção um tanto simples.
“A teoria de uma mulher que é a pessoa mais triste do mundo e que decide que ela precisa salvar o mundo da felicidade me interessou”, conta Vince Gilligan em entrevista ao g1.
“Eu meio que vou aonde a personagem me leva. E eu bolei esse personagem. Originalmente, ia ser um ele, ao invés de uma ela. Eu comecei a bolar essa série muro de oito anos detrás.”
A mudança de gênero da protagonista foi motivada pela relação que o fundador começava a edificar com a atriz Rhea Seehorn durante as filmagens de “Better call Saul”.
“Eu pensava: ‘Uau. Ela é muito boa. Talvez eu devesse pegar essa série sobre um rostro e transformar em uma sobre uma mulher e Rhea poderia interpretá-la’. E foi mais ou menos logo que ela foi concebida”, conta o americano de 58 anos e sotaque sulista onusto.
Os dois primeiros episódios estreiam na plataforma de streaming Apple TV nesta sexta-feira (7). O resto da temporada, que terá nove capítulos no totalidade, será lançado semanalmente.
Rhea Seehorn em cena de ‘Pluribus’
Divulgação
Entre o mistério e a expectativa
As expectativas por “Pluribus” eram grandes desde o proclamação da série, ainda em 2022. Era, sim, o primeiro projeto de Gilligan fora do universo criado por “Breaking Bad”, considerada por muitos porquê uma das melhores séries da história da TV americana – senão a melhor.
Aliás, o projeto sempre esteve envolvido em muito mistério. Tanto que pouco se sabia sobre a trama ou sobre o papel de Seehorn até nascente ano.
O primeiro teaser, lançado em julho posteriormente anos sem grandes novidades, mostrava exclusivamente uma sala escura, na qual uma mulher lambia com zelo todas as rosquinhas de uma caixa comunitária ao som de uma trilha sinistra.
Pode parecer pouco, mas faz sentido logo no primeiro incidente – que mistura tensão e comédia, porquê os melhores momentos das desventuras de Walter White. Com talvez um pouco mais de leveza.
‘Ciclo completo’
“Pluribus” também atraiu atenção por se tratar de um retorno de Gilligan à ficção científica, gênero que deu início à sua curso. “Meio que um retorno às origens”, porquê ele mesmo define.
Ele era exclusivamente um fã de uma série novidade, quando decidiu ortografar o roteiro de um incidente e enviar para o estúdio. Os executivos gostaram e a história virou um incidente da segunda temporada.
Com o tempo, ele foi contratado e se tornou um dos produtores-executivos. Já a série se tornou uma das mais importantes da TV americana nos anos 1990.
“Realmente parece um ciclo completo. Eu me diverti tanto por sete anos escrevendo para ‘Registro X’. Foi um trabalho ótimo. Eu digo às pessoas, com meio que um sorriso, que foi um segundo lugar muito próximo em relação a trabalho predilecto de todos os tempos”, afirma ele.
“Amei ortografar diálogos para Gillian Anderson e David Duchovny. Amei todo esse pessoal. E eu aprendi porquê produzir para a TV nos sete anos nesse trabalho.”
Rhea Seehorn em cena de ‘Pluribus’
Divulgação
A mulher mais triste do mundo
Pela sua atuação porquê a advogada competente, que aos poucos se entrega às picaretices do protagonista de “Better call Saul”, Seehorn recebeu duas indicações ao Emmy.
Agora aos 53 anos, a atriz americana assume o papel de uma escritora um tanto rabugenta, infeliz com seu trabalho, que decide salvar o planeta posteriormente uma mudança profunda no status quo.
“Eu acho que o coração dela está no lugar manifesto, muito mais do que o de Walter White estava. E eu palato de presenciar a ela tentando salvar o mundo. Ela não está tentando ser uma heroína para permanecer muito na foto”, afirma Gilligan.
“Ela quer ser uma heroína muito contra a própria vontade, de uma forma relutante, para fazer um mundo melhor, mas ela deseja que fosse outra pessoa a fazer isso.”
Seehorn não se importa se vão gostar de Carol. Para a atriz, a protagonista serve porquê um ponto de identificação para o público dentro de uma trama completamente absurda.
“Tem perguntas difíceis porquê essa, do tipo: ‘porquê trespassar da leito quando tudo o que aconteceu com ela aconteceu com ela’. Mas ela sai. Um centímetro de cada vez. Às vezes, ela para no bar no caminho, mas, mesmo assim, ela ainda se levanta”, brinca ela.
“Quem não se identifica com um momento na vida em que você está correndo gritando: ‘O celeiro está pegando lume’? E todo mundo diz que está tudo muito e você deveria tomar brunch. E você, tipo: ‘O celeiro está pegando lume’.”
“São todos esses momentos que o Vince colocou ali que eu acho que trazem (o público) de volta à história.”
Rhea Seehorn em cena de ‘Pluribus’
Divulgação
Fonte G1
