Imagens da série The Pitt (1ª temporada )

Emmy 2025: séries e atores que merecem ser indicados – 10/07/2025 – Ilustrada

Celebridades Cultura

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Na próxima terça-feira (15), serão anunciados os indicados ao Emmy, maior premiação da televisão americana. Concorrem pela estatueta séries exibidas nos EUA entre 1º de junho de 2024 e 31 de maio de 2025 —por isso a explosão de estreias há algumas semanas.

Porquê sempre, os favoritos já são conhecidos. As categorias de drama deverão ter embates entre “Ruptura” e “The Pitt”. As de comédia, entre “Hacks” e “O Urso” (a terceira temporada, não a mais recente), com a recém-chegada “O Estúdio” embolando a pequena extensão. “Puberdade” tem tudo para dominar entre as séries limitadas.

O que trago cá hoje é uma lista de desejos, indicações que me deixariam mormente feliz em ver. Algumas são quase garantidas, outras estão mais distantes, mas sonhar é de perdão.

A cerimônia do Emmy acontece em 14 de setembro.

DRAMAS

The Pitt

HBO Max, uma temporada, 15 episódios.

Porquê escrevi supra, “The Pitt” é uma das mais fortes candidatas a transpor do Peacock Theater, em Los Angeles, com ouro debaixo do braço. Protagonista, cocriador, coprodutor e até roteirista de alguns episódios, Noah Wyle tem boas chances de, enfim, em sua sexta indicação (as demais foram por “Plantão Médico”), transpor vencedor.

Não faltarão outras indicações à série, mas espero que os votantes tenham reservado espaço em suas cédulas para Katherine LaNasa, que interpreta a enfermeira-chefe Dana.

Atriz de longa curso, LaNasa já teve uma poviléu de pequenos papéis, alguns mormente memoráveis —há quem lembre dela em “Seinfeld”, ou “Two and a Half Men”—, mas com Dana ela finalmente encontrou uma personagem medial numa série de sucesso, que não funcionaria tão muito sem ela.

Andor (2022-25)

Disney+, duas temporadas, 24 episódios.

Se você, porquê eu, perdeu o paladar por coisas “Star Wars” depois de “Rogue One” (2016), “A Subida Skywalker” (2019) e “Han Solo” (2018), “Andor” pode ser a solução.

A série narra a transformação de Cassian Andor (Diego Luna), personagem apresentado em “Rogue One”, de ladrão mercenário a revolucionário disposto a cometer os maiores sacrifícios pela pretexto da Coligação Rebelde —história que culmina no filme. E enquanto Luna está muito no papel, ele nem é a secção mais interessante de “Andor”.

O veterano Stellan Skarsgård comanda suas cenas com mando porquê o maestro da revolução, Luthen Rael. E Genevieve O’Reilly (Mon Mothma) —que levaria o prêmio na categoria elegância mesmo num ano com Cate Blanchett na concorrência— retrata com delicadeza a dor de perceber que até as boas causas têm seu preço.

COMÉDIAS

Hacks (2021-)

HBO Max, quatro temporadas, 37 episódios.

Liderando as apostas para melhor série de comédia, “Hacks” já acumula 48 indicações e nove vitórias. Jean Smart tem vaga garantida (e ganhou pelas três temporadas anteriores); Hannah Einbinder pode finalmente levar sua primeira estatueta. Mas a indicação que eu mais quero ver é para Julianne Nicholson, porquê atriz convidada.

Mais conhecida por papéis dramáticos, Nicholson ganhou o Emmy em 2021 por “Mare of Easttown” depois de uma curso de pontas em séries, pequenos papéis em filmes grandes e grandes papéis em filmes pequenos. Em “Hacks”, porém, ela faz um pouco quase inteiramente novo: uma personagem estrambólica, caótica e francamente cômica, a tiktoker Dance Mom.

Alguém em Qualquer Lugar (2022-24)

Somebody Somewhere. HBO Max, três temporadas, 21 episódios.

Escolha uma categoria, e “Alguém em Qualquer Lugar” tem quem mereça uma indicação. Melhor atriz? Bridget Everett, que comandou a série porquê Sam com muita vulnerabilidade e uma voz de trovão. Melhor ator? Jeff Hiller, tal qual Joel, guloseima e sonhador, descobre que merece a felicidade. Coadjuvantes? Que tal Tim Badgley, clássico “aquele rostro”, que faz de Brad uma figura enxurrada de honra, mas também instabilidade, e Mary Catherine Garrison, que equilibra as transformações na vida de Tricia entre a fúria e o êxtase.

LIMITADAS

Não Diga Zero (2024)

Say Nothing. Disney+, nove episódios.

“Não Diga Zero” encara a tarefa pouco invejável de harmonizar o livro de mais de 500 páginas de Patrick Radden Keefe em nove episódios. A história acompanha a radicalização das irmãs Price, Dolours (Lola Petticrew) e Marian (Hazel Doupe), de seu ingresso no IRA (Tropa Revolucionário Irlandês) nos anos 1960 à desilusão posteriormente o Convénio da Sexta-Feira Santa, em 1998, e seu suposto envolvimento no desaparecimento e morte de Jean McConville (Judith Roddy), mãe de dez acusada de ajudar os ingleses.

Petticrew (que é pessoa não binária e concorre na categoria de melhor atriz) tem concentrado a maior secção da atenção dada à série por premiações, com uma merecida indicação ao Bafta, mas Doupe também seria digna de láureas. Sua Marian tem uma crença ferrenha na luta, inquebrantável até nos momentos mais difíceis e transmitida em silêncios e gestos certeiros. Magnífico também é a direção de elenco, que encontrou em Maxine Peake e Helen Behan versões perfeitas das Prices mais velhas.

Morrendo por Sexo

Dying for Sex. Disney+, oito episódios.

Não é fácil vender a teoria de “Morrendo por Sexo” a qualquer um. A história de uma mulher de 40 e poucos anos que descobre um cancro terminal e resolve destinar o tempo que ainda tem a saber um orgasmo com outra pessoa pela primeira vez requer crédito, firmeza e delicadeza.

Pois “Morrendo por Sexo” tem tudo isso, sob o comando de Elizabeth Meriweather (“New Girl”, “The Dropout”) e Kim Rosenstock (“Glow”), e uma magnífico Michelle Williams no papel principal. Jenny Slate, que interpreta Nikki, a melhor amiga de Molly (Williams), provavelmente perderá para Erin Doherty, do terceiro incidente de “Puberdade”, mas faz jus a uma indicação. Já Rob Delaney, o vizinho anônimo que desenvolve uma relação transformadora com Molly, infelizmente corre mais risco de ser esquecido na categoria dos coadjuvantes.

O que está chegando

As novidades nas principais plataformas de streaming

Too Much

Netflix, uma temporada, dez episódios.

Uma rápida olhada nas críticas publicadas nesta quinta (10) parece indicar que só eu não gostei de “Too Much”, a novidade série semiautobiográfica de Lena Dunham —já vi os três primeiros episódios.

Cá, Jessica (Megan Stalter), 30 e poucos, se muda para Londres posteriormente o termo complicado de um namoro, quando Novidade York se torna pequena demais para evadir de seus problemas. Na novidade cidade, conhece Felix (Will Sharpe), um músico com sua própria bagagem emocional pesada.

Sou fã (ainda) de “Girls” (2012-17), portanto o que me incomodou não foi o “umbiguismo” da protagonista, mas o indumento de que Stalter —que funciona muito em “Hacks” em pinceladas— não consegue carregar as cenas mais dramáticas com sinceridade.

Lady Macbeth (2016)

Sesc Do dedo, 90 min.

Antes de se tornar uma megacelebridade, Florence Pugh estrelou levante filme sobre Katherine, uma jovem inglesa do século 19 que se lar com um varão cruel. Uma façanha com Sebastian (Cosmo Jarvis), trabalhador na quinta de seu marido, a levará a tomar decisões mais e mais difíceis em nome da própria felicidade.

Tubarão: Por trás do clássico

“Jaws @ 50: The Definitive Inside Story”. Estreia na Disney+ nesta sexta (11), 88 min.

Documentário da National Geographic comemora os 50 anos do blockbuster de Steven Spielberg com imagens inéditas dos bastidores e entrevistas.

Veja antes que seja tarde

Uma dica de filme ou série que sairá em breve das plataformas de streaming

Cinquenta Tons de Cinza (2015)

Fifty Shades of Grey. Deixa a Netflix em 31.jul, 125 min.

A estudante Anastasia Steele (Dakota Johnson) é seduzida pelo misterioso bilionário Christian Grey (Jamie Dornan) e seus gostos peculiares.

Folha

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