Folha indica as melhores séries e novelas de 2025; veja

Folha indica as melhores séries e novelas de 2025; veja – 21/12/2025 – Ilustrada

Celebridades Cultura

Séries e novelas —e às vezes um meio termo entre as duas coisas, uma vez que “Formosura Trágico” e “Guerreiros do Sol”— se alternaram entre as produções mais comentadas de 2025 na televisão e no streaming.

Num ano que viu a produção brasileira explorar diversos gêneros e a estrangeira se renovar, com a chegada de “O Estúdio”, “The Pitt” e tantas outras, foi difícil não vincular a TV semanalmente para seguir novos episódios de alguma produção.

Com isso em mente, a Folha convidou profissionais que cobrem televisão e streaming para selecionar, cada um, as cinco melhores séries ou novelas que viram oriente ano.

Confira a lista completa aquém:

Beatriz Izumino

Editora-adjunta do Impresso e autora da newsletter Maratonar

The Pitt

Disponível na HBO Max

A melhor série do ano estreou antes que 2025 tivesse dez dias. Drama hospitalar que é mais hospitalar e menos drama, renovou o gênero ao se livrar de tudo o que não acontece da sala de espera para dentro, com liberdade para ser o mais detalhista e realista verosímil. Às vezes escorrega no didatismo, mas não pode ser acusada de ser opaca.


Morrendo por Sexo

Disponível no Disney+

Retrato belíssimo de um paixão incondicional entre amigas. É engraçado, sexy e trágico, mas não deprimente, apesar do tema —uma mulher descobrindo sua sexualidade enquanto encara a aproximação da morte devido a um cancro ofensivo. Além da sempre magnífico Michelle Williams, merecem atenção e, num mundo mais justo, estatuetas, Jenny Slate e Rob Delaney.


Taskmaster

Disponível no YouTube

A 19ª temporada do game show inglês encontrou a combinação perfeita de energias dos participantes, do caos em forma humana que é Jason Mantzoukas à impaciência de Fatiha El-Ghorri, passando pela cultura de Mathew Baynton, o carisma safado de Rosie Ramsey e a inocência de Stevie Martin (Stevie, não Steve). Possivelmente a melhor temporada da série.


Andor

Disponível no Disney+

Que loucura é, em 2025, observar a uma série da Disney sobre rebeldes combatendo um poderio fascista. Uma história “Star Wars” mais pé no solo, sobre os pequenos e grandes atos de resistência necessários para se opor ao mal em todas as suas formas.


Juventude

Disponível na Netflix

Criativo na forma sem perder força no teor, provocou debates profundos (e muitos outros muito rasos) sobre o que é ser juvenil sob a lupa das redes sociais, experiência totalmente diversa daquela que tiveram os hoje adultos pela simples natureza acelerada e revolucionária da internet. Perdeu um pouco do cintilação ao longo dos meses devido ao hype excessivo, mas aí não é culpa da série.


Davi Galantier Krasilchik

Jornalista da Folha

O Tentativa

Disponível no HBO Max

A estranheza de Nathan Fielder volta redobrada nesta segunda temporada. Dessa vez, a simulação de cenas cotidianas —e que no contexto da série permitem que pessoas treinem para acontecimentos futuros— se volta para acidentes de avião. Falhas de informação entre pilotos se misturam à estudo de questões pessoais mal resolvidas.


A Cadeira

Disponível na HBO Max

Pouco depois de ser promovido e encarregado de discursar na frente de toda a sua empresa, Ron, personagem de Tim Robinson, sofre a mais vergonhosa das quedas quando a sua cadeira quebra na frente de todos. É o início da deliciosa balada de um varão generalidade, movido pela paranoia, que tenta desvendar uma suposta conspiração por trás da empresa responsável pelas tais cadeiras.


Pluribus

Disponível no Apple TV

Vince Gilligan lança uma série original que faz o testemunha repensar a noção de humanidade. Quando todas as pessoas passam a se comportar uma vez que uma só, à exceção da protagonista Carol Sturka e outras poucas pessoas, o resultado é uma série em que cada enquadramento aprofunda as distâncias entre a personagem, o novo mundo e os “outros”, uma vez que são chamados os seres de consciência compartilhada.


Smiling Friends

Disponível no HBO Max

O terceiro ano da animação traz a série em sua melhor forma até agora. Seja pelo refino estético dos episódios —cada um muito à vontade em misturar técnicas e traços diferentes, conforme a atmosfera e o personagem focalizado em cada incidente—, seja pelo apego ainda maior às piadas sem sentido, a crédito nas possibilidades únicas que o formato animação oferece parece ainda maior.


Long Story Short

Disponível na Netflix

A volta do pai de BoJack Horseman segue uma família judaica, as suas divisões internas e o vai e vem entre décadas diferentes de suas vidas. A junção orgânica entre os dramas dos personagens e a comédia de cada, típica do estampa anterior —dessa vez mais conseguível e nem por isso menos irreverente—, faz de “Long Story Short” uma animação deliciosa de se seguir.


Guilherme Luis

Jornalista da Folha

Formosura Trágico

Disponível na HBO Max

A melhor romance do ano trouxe também a vilã mais maquiavélica, absurda e apaixonante dos últimos tempos. Lola deu uma rasteira em Odete Roitman com seu texto aguçado aliad à performance hipnotizante de Camila Pitanga. “Formosura Trágico” ganha pontos ainda pela ousadia dos temas que hoje faz tanta falta à TV oportunidade.


Lucrar ou Perder

Disponível no Disney+

Ano fraco para a Pixar, pensa quem só viu “Elio” nos cinemas, mas certamente deixou passar “Lucrar ou Perder”, a primeira série longa do estúdio, uma de suas melhores criações. Acompanha um grupo de personagens que se prepara para a final de um campeonato de softbol, cada um com diferentes ansiedades, terrores, sonhos e amores. É uma versão mais grave do genial “Divertida Mente”.


It: Muito-Vindos a Derry

Disponível na HBO Max

Ninguém pediu, mas aparentemente todo mundo precisava. Foi empolgante ver todo o mundo fissurado na história de origem do palhaço delinquente nesta série que viaja ao pretérito para mostrar o vilão contra outro grupo de crianças sapecas. A trama usa o horror para falar até de racismo e guerra, e faz isso recta.


Muito Valoroso

Disponível no Amazon Prime Video

Um gay enclausurado no armário decide tentar transpor dele a qualquer dispêndio. A comédia de tons absurdos sobre universitários americanos lembra um tanto uma vez que “American Pie”, mas com o twist de esmiúçar as loucuras da vida LGBTQIA+.


Pluribus

Disponível no Apple TV

A melhor série do ano me fez passar umas boas horas questionando se não seria mais fácil mesmo se a sociedade desse um tilt, pelo menos de vez em quando. Dói imaginar quantos anos Vince Gilligan vai demorar a lançar os próximos episódios.


Leonardo Sanchez

Jornalista da Folha

Formosura Trágico

Disponível na HBO Max

Há muito uma personagem original das telinhas não tinha um impacto tão grande na cultura pop brasileira. A Lola de Camila Pitanga foi detestável e, ao mesmo tempo, encantadora, impulsionando uma série com anseios de folhetim que aponta para um porvir verosímil e muito sucedido das novelas na era do streaming.


O Estúdio

Disponível no Apple TV+

Sem receio qualquer, os criadores Evan Goldberg, Alex Gregory, Peter Huyck, Frida Perez e Seth Rogen fizeram pirraça com Hollywood e seus pares —convidando alguns, uma vez que Martin Scorsese e Ted Sarandos, para se juntar na troça ao estado atual da indústria cinematográfica americana. Divertidíssima, a série tem bom timing cômico e é uma magnífico reflexão sobre os rumos do cinema.


Máscaras de Oxigênio Não Cairão Involuntariamente

Disponível na HBO Max

Um trio espetacular formado por Johnny Massaro, Ícaro Silva e Bruna Linzmeyer comanda uma minissérie que encontra leveza e sensibilidade em meio à rijeza da epidemia de Aids no Brasil. Um estabilidade difícil, obtido com maestria, para uma história que poupa o testemunha de manipulações emocionais simplistas.


Pluribus

Disponível no Apple TV

Não teve para ninguém. A novidade cria de Vince Gilligan é o grande destaque do ano, com sua trama inventiva, a protagonista afiada e uma retrato que ajuda o testemunha a passear pelos sentimentos abrasivos que tomam a personagem Carol Sturka. Pitadas de humor se alternam com o suspense inerente a esta história, que deixa o testemunha sem saber muito muito para onde está indo —mas adorando cada minuto do que vê.


Pssica

Disponível na Netflix

Em mais uma prova de força do audiovisual brasílio, a série baseada no livro de Edyr Augusto é tecnicamente espetacular. Retrato e montagem são aceleradas, inventivas e promovem um mergulho naquele mundo aquático dos ratos d’chuva, os criminosos que tomam os rios do Pará. As cenas de ação, por sua vez, são muito muito dirigidas pela dupla de pai e rebento Fernando e Quico Meirelles. Muito melhor do que qualquer enlatado referto de adrenalina americano.


Luciana Coelho

Secretária-assistente de Redação e autora da pilastra Sátira Serial

Pluribus

Disponível no Apple TV

A volta de Vince Gilligan, o pai de “Breaking Bad”, para a cadeira de showrunner é mesmo tudo que esperávamos: uma distopia enxurro de camadas filosóficas sobre o nosso tempo e a solidão humana, e de alguma forma ele consegue deixar isso recreativo. Embora tenhamos mais uma protagonista interesseiro (cá, a escritora Carol, lindamente interpretada por Rhea Seehorn), o responsável abriu mão de grafar sobre vilões. Quer expor, talvez os mocinhos sejam vilões. Ou talvez nós? Melhor ver.


Ruptura

Disponível no Apple TV

Só não vai para o topo do pódio pela mania execrável que Dan Erickson (pai) e Ben Stiller (diretor) têm de demorarem anos até a temporada seguinte. As aventuras de Mark S. e seus colegas que aceitaram dissociar cirurgicamente sua consciência e memória do trabalho daquelas da vida social põem em xeque nossa concepção de curso, família, sociedade. Até agora a série tem construído muito seu quebra-cabeças de pistas sobre o propósito da megacorporação Lumon, onde Mark (Adam Scott) trabalha. Torçamos para que não venha um final a la “Lost” por aí.


Morrendo por Sexo

Disponível no Disney +

Se minhas duas favoritas são sobre solidão e impertinência, esta minissérie magnífica que reconta os últimos meses da vida de uma mulher que, sem tratamento para um cancro ofensivo, decide ir detrás do orgasmo que nunca teve é um história de esperança e vontade de viver. Michelle Williams brilha muito uma vez que a protagonista Molly (personagem real), e um manobra de sutileza nos gestos e assertividade cortante nas palavras. Uma pérola.


Máscaras de Oxigênio Não Cairão Involuntariamente

Disponível na HBO Max

Minissérie preciosa, com atuação inebriante de Johnny Massaro e muita intensidade de um elenco de saudação, recupera os primeiros anos da epidemia de Aids no Brasil, quando o diagnóstico de soropositivo ainda indicava uma sentença de morte. O roteiro seco não dá lugar ao dramalhão ao seguir a história de Fernando, um comissário de bordo soropositivo que passa, com ajuda de amigos, a contrabandear AZT dos EUA para os que vivem com HIV no Brasil, notadamente pessoas marginalizadas. Um acerto é mostrar que, apesar de por muito tempo a doença ter sido tratada com problema de um oferecido grupo de risco, ela atingiu gente de diferentes idades, orientações sexuais, gênero, nível de instrução e status social.


Juventude

Disponível na Netflix

A série tem seus defeitos (nem tudo precisava ser feito em plano-sequência, enfim) e seus detratores, mas se tornou incontornável por expor a milhões aquilo que muitos estudiosos, educadores e pais já sabem: há uma comunidade subreptícia nas redes ensinando homens a odiarem mulheres, e a barreira entre a geração que nasceu do dedo e as anteriores dificulta aos cuidadores entender uma vez que esse processo se dá. O estreante Owen Cooper uma vez que o juvenil Jamie e o veterano Stephen Graham (também pai da série) uma vez que seu pai, Eddie, vão assombrar a memória de muita gente por anos a fio.


Mauricio Stycer

Jornalista e crítico de TV

Guerreiros do Sol

Disponível no Globoplay

Num ano difícil em material de teledramaturgia na TV oportunidade, a Orbe escalou para a plataforma de streaming uma romance com faceta de série. Criada e escrita por George Moura e Sergio Goldenberg, com direção e retrato impecáveis, elenco de cima nível, a obra desmonta a imagem romântica, que se tornou clichê, de um Lampião que roubava dos ricos para dar aos pobres ou do cangaceiro que agia em resposta às injustiças dos coronéis. A romance aborda temas espinhosos que espelham a contemporaneidade, uma vez que machismo, assédio sexual, sororidade feminina, ignorância científica e o uso heterodoxo da religião para justificar atos de violência.


Homens sem Lei

Exibida no meato A&E

Se uma cidade se define pela história de seus crimes, uma vez que diz o repórter Alberto Mussa, o Rio de Janeiro se explica pela morte de Face de Cavalo, em outubro de 1964. A remontagem do violação e os seus muitos desdobramentos são um dos pontos altos desta magnífico série documental. Com direção de José Tapajós e roteiro de Bruno Paes Manso, Flavia Kamenetz, Gabriel Priolli e o próprio Tapajós, a série mostra as raízes do chamado Esquadrão da Morte, no Rio, e discute de forma oportunidade o papel da mídia na cobertura policial.


Pablo & Luisão

Disponível no Globoplay

Paulo Vieira é o maior fenômeno do humor surgido na TV oportunidade na última dez no Brasil, e esta série, criada por ele, somente reafirma o seu talento extraordinário. Em 16 episódios de 25 minutos, descreve as aventuras desastradas do pai do comediante e de seu melhor colega. Paulo traz um olhar naturalmente amoroso e crítico sobre os mais pobres e ri com muita sabedoria da escol, incluindo a própria Orbe. Ailton Perdão, Otavio Muller e Dira Paes, todos ótimos, formam o trio principal.


Mussolini – O Fruto do Século

Disponível na Mubi

Série em oito episódios que narra a trajetória de Benito Mussolini uma vez que líder do fascismo na Itália. Com direção de Joe Wright, traz Luca Marinelli em caracterização extraordinário do protagonista. “Sou uma vez que um bicho, farejo os tempos futuros. E oriente é o meu tempo. Oriente é o meu povo. Precisam de homens fortes e ideias simples”, diz. Wright acerta ao evitar o didatismo e se arrisca com uma narrativa pouco convencional, que até assume um ar teatral.


DNA do Transgressão

Disponível na Netflix

A segunda temporada da série de Heitor Dhalia sobre ações da Polícia Federalista na chamada Tríplice Fronteira mantém a qualidade da primeira, com bons personagens, ótimos intérpretes e, importante sobresair, roteiro não reverente à PF. Esta série estabeleceu um novo padrão no Brasil em material de cenas de ação.


Teté Ribeiro

Repórter próprio da Folha

I Love LA

Disponível na HBO Max

Criada e protagonizada por Rachel Sennott, protagonista de dois dos meus filmes recentes favoritos, “Shiva Baby”, de 2020, e “Bottoms”, de 2023, “I Love LA” é um “Girls” muito mais punk e milénio vezes menos moralista, e que tem a maior cidade da Califórnia uma vez que cenário e personagem, assim uma vez que o Brooklyn para Girls.


Guerreiros do Sol

Disponível no Globoplay

A romance do Globoplay inspirada na história de paixão de Lampião e Maria Formosa, assim uma vez que no visual superabundante do sertão nordestino, que nunca tinha visto tão lindo, e no movimento do cangaço, com seus códigos de conduta, digamos, peculiares, foi um encontro feliz do melhor de tudo que o nosso audiovisual é capaz de fazer.


Pee-wee Herman: Por trás do Personagem

Disponível na HBO Max

Talvez seja impossível, nos dias de hoje, que surja um personagem uma vez que Pee-wee Herman. Pior para os dias de hoje. Por sorte ainda há espaço —e documentaristas brilhantes uma vez que Matt Wolf, diretor e condutor deste retrato incrível em duas partes do ator Paul Reubens, pai de Pee-wee— para narrar a história desse personagem que tomou de assalto a vida de seu inventor.


O Lendário Martin Scorsese

Disponível no Apple TV

São cinco episódios de uma hora, bastante para narrar a vida de um cineasta vivo e tão ativo quanto Martin Scorsese. Mas tudo o que você pensa quando termina essa série documental dirigida por Rebecca Miller é o quanto dá vontade de continuar na companhia de tanta gente talentosa e com as melhores e mais inusitadas histórias de vida e de arte.


Hacks

Disponível na HBO Max

Porquê pode uma série ótima só melhorar a cada novidade temporada? Desde a estreia, em 2021, em plena pandemia, já é uma das minhas favoritas de todos os tempos.


Thiago Stivaletti

Jornalista e crítico de cinema, TV e streaming

Guerreiros do Sol

Disponível no Globoplay

A romance de George Moura e Sérgio Goldenberg inspirada na história de Lampião e Maria Formosa resgatou a primazia estética das séries da Orbe dos anos 1980 e 1990. Com elenco possante, direção e retrato impecáveis, a história ainda trouxe uma bem-vinda releitura feminista ao mito do cangaço, com o quadrilha de Rosa assumindo a liderança no terço final da trama.


Juventude

Disponível na Netflix

Em março, a minissérie britânica sobre um garoto de 13 anos culpado de matar uma colega de escola concentrou os debates sobre bullying virtual e o descontrole da vida do dedo de crianças e adolescentes. A possante direção em planos-sequência e as atuações de Owen Cooper (o rebento) e Stephen Graham (o pai) ficam na memória por muito tempo.


Reencarne

Disponível no Globoplay

Pouco vista, a série com direção de Bruno Safadi propôs uma das histórias mais criativas do ano. Combinando terror e investigação policial, a narrativa gira em torno do mistério de Sandra (Julia Dalavia), que afirma ser a reencarnação de Caio (Pedro Caetano), um policial morto há 20 anos. A série ainda tem grandes atuações de Taís Araújo, Grace Passô e Enrique Diaz.


Pluribus

Disponível no Apple TV

Muito de vez em quando, qualquer projeto de dramaturgia mais ousada é protegido por uma grande plataforma de streaming. A odisseia de Carol Sturka, uma teimosa escritora que resiste a se entregar a uma epidemia de felicidade que dominou o muito inteiro (ou quase), faz uma sátira mordaz a estes tempos de cultura cada vez mais homogênea, uma vez que prenunciou a compra da Warner pela Netflix.


Formosura Trágico

Disponível na HBO Max

Com uma trama de vingança enxurro de ganchos viciantes, a primeira romance da HBO Max no Brasil exagerou nas tintas e na estética “camp” para fisgar o testemunha. A história de Raphael Montes não poupou ousadias uma vez que a atração sexual da heroína Sofia (Camila Queiroz) pela vilã Lola (Camila Pitanga). Foi romance sem susto de ser romance, e fez até agora a melhor taxa para a renovação do gênero no streaming.

Folha

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