Folha indica os melhores filmes de 2025; veja a lista

Folha indica os melhores filmes de 2025; veja a lista – 22/12/2025 – Ilustrada

Celebridades Cultura

Ano pulsante para o cinema pátrio, 2025 viu artistas brasileiros empunharem prêmios dos festivais de Cannes e Berlim, para “O Agente Secreto” e “O Último Azul”, além do Oscar, para “Ainda Estou Cá”.

Em meio a esta boa safra brasileira, longas estrangeiros, principalmente em língua não inglesa, também foram amplamente elogiados por público e sátira.

Com isso em mente, a Folha convidou jornalistas e críticos da dimensão de cinema para indicar, cada um, os cinco melhores filmes que viram nascente ano, no giro mercantil ou em vestígios.

Confira a lista completa inferior.

Alessandra Monterastelli

Repórter da Folha

Foi Somente um Acidente

Direção: Jafar Panahi

Em edital nos cinemas

Jafar Panahi retrata a repressão política no Irã sem fazer de seu filme um show de horrores. Pelo contrário, o diretor abre mão de uma narrativa obscura e usa manifesto humor sem razão para desarmar. O impacto fica por conta dos diálogos, que provocam para os limites do perdão e da humanidade.


Flow

Direção: Gints Zilbalodis

Disponível no Prime Video e Apple TV

Sem diálogos e com orçamento independente, o lituano Gints Zilbalodis fez uma animação épica e sensível sobre um gatinho preto que luta para sobreviver, junto de outros animais, a um dilúvio em um mundo já sem humanos. O filme foi coroado com o Oscar.


Frankenstein

Direção: Guillermo Del Toro

Disponível na Netflix

No momento em que monstros clássicos vêm sendo ressuscitados no cinema, Del Toro transformou a história de Mary Shelley em uma trágica parábola sobre a paternidade narcisística. O horror é centrado no traumatismo geracional, no deserção e no ego inerente a toda geração, tudo em cenários mórbidos e estéticamente estonteantes.


Hamnet: A Vida Antes de Hamlet

Direção: Chloe Zao

Estreia em 15 de janeiro, nos cinemas

William Shakespeare e sua mulher, Agnes, em uma performance potente de Jessie Buckley, precisam mourejar com a morte do fruto. Mais do que dissecar o luto e a interrupção da vida pelos traumas, o filme de Chloe Zao é uma peça dramática sobre uma vez que a arte pode se abastecer das dores da vida e transformá-las em perenidade.


Hedda

Direção: Nia DaCosta

Disponível no Prime Video

Dirigido pela promissora jovem cineasta Nia DaCosta, o filme fundamentado na peça de Henrik Ibsen se passa em somente uma noite, com um ou outro flashback. A trama acontece no primórdio do século 20 e acompanha a ambiciosa Hedda, interpretada pela superabundante Tessa Thompson, que dá uma sarau em seu casarão. A acadêmica Eileen, numa performance fascinante de Nina Hoss, é uma paixão mal resolvida de Hedda que reaparece. A dona da vivenda, logo, manipula seus convidados para satisfazer suas frustrações e interesses.


Henrique Artuni

Editor-assistente da Ilustrada

Blue Moon

Direção: Richard Linklater

Exibido na 49ª Mostra, sem previsão de estreia

Quando Richard Linklater quer, põe sua pena a serviço de um grande texto. É o caso deste filme de câmara centrado no genial Lorenz Hart a observar a mediocridade que corrói o mundo. Cá, a música importa tanto quanto o verbo, o olhar, a piedade e o desprezo.


Cloud – Nuvem de Vingança

Direção: Kiyoshi Kurosawa

Disponível na Mubi

Com sua inegável e habitual habilidade, Kiyoshi Kurosawa faz um terror de compressão e sugestão, antes de explodir numa ação nervosa e desconfortável. É um díptico sobre a violência na era do dedo, que entende a sede de poder escondida detrás de cada dancinha do TikTok.


Folha Seca

Direção: Alexandre Koberidze

Exibido na 49ª Mostra, sem previsão de estreia

Belíssimo filme de variações sobre o visível e do invisível em imagens de baixa definição. Um pai procura a filha por entre campos de futebol desertos, atravessando o interno da Geórgia. Tudo para não encontrá-la, ou melhor, para entender o que tanto procura. Disparado a melhor trilha do ano —o melhor som ficou para “Mirros No. 3”, minimalista empreitada de Petzold.


O que a Natureza te Conta

Direção: Hong Sang-soo

Em edital nos cinemas

O prolífico Hong Sang-soo brinda seu público com uma de suas melhores comédias, enxurrada de constrangimento, vergonha alheia e ambíguas pontas de trova —tudo enquanto um rapaz vai visitar a vivenda dos pais da namorada pela primeira vez.


Resurrection

Direção: Bi Gan

Exibido na 49ª Mostra, sem previsão de estreia

O cinema é uma ilusão universal, nos lembra Bi Gan, nessa jornada megalomaníaca por uma história da sétima arte. Entre rolos de película, teremins, mágica e budismo, partindo dos Lumière e passando por Samuel Fuller, o chinês chega ao fluxo alucinante da modernidade, dando uma prelecção ao que tanto se celebra em telas ocidentais.


Guilherme Luis

Repórter da Folha

Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa

Direção: Fernando Fraiha

Disponível no Prime Video

Retrato mais quebradiço da obra de Mauricio de Sousa, o filme foi um baita presente de 90 anos para o quadrinista e os leitores do Brasil. Fraiha captou com precisão a mistura de inocência e sapequice que faz de Chico Bento um tesouro pátrio. Destaque para as cenas sem pé nem cabeça mas divertidíssimas com Taís Araujo no papel de uma árvore.


Guerreiras do K-pop

Direção: Chris Appelhans e Maggie Kang

Disponível na Netflix

Sobram motivos para nascente ser o fenômeno do ano. O filme empacota música boa, personagens inesquecíveis e uma história repleta de entrelinhas. A embalagem, logo, é de talar, mais um dos ótimos exemplos recentes de uma vez que animar para além do traço óbvio da Disney e da Pixar.


Hamnet: A Vida Antes de Hamlet

Direção: Chloe Zao

Estreia em 15 de janeiro, nos cinemas

Chloé Zhao filma com a delicadeza de poucos. Não à toa deve entrar com força na corrida pelo Oscar —sua versão de Wlliam Shakespeare, feito de forma claro por Paul Mescal, cresce devagarinho, e arrebata com um dos finais mais poderosos do cinema nascente ano. Jessie Buckley, no protagonismo, faz uma mãe que dilacera, em performance que merece mesmo todos os elogios.


O Olhar Misterioso do Flamingo

Direção: Diego Cespedes

Estreia em 26 de fevereiro, nos cinemas

Travestis cheias de paixões e raivas são o meio deste belo filme chileno. Impressionante estreia na direção de um cineasta de somente 30 anos, que capta com destreza a dor e o paixão das vidas LGBTQIA+.


Nosferatu

Direção: Robert Eggers

Disponível no Prime Video

Tenebroso, homérico e singelo, o novo “Nosferatu”, lançado nos primeiros dias do ano, assombrou as mentes por um bom tempo. Robert Eggers fez uma releitura sombria e apaixonada de um dos vampiros que mais merece ser muito tratado no cinema.


Inácio Araujo

Crítico de cinema da Folha

O Agente Secreto

Direção: Kleber Mendonça Rebento

Em edital nos cinemas

Para falar da ditadura brasileira, nascente filme não vai detrás do já muito espargido (a tortura e outras barbaridades), nem procura seu pior período (o governo Médici). Traz até um tanto de uma vitalidade que existiu à margem de muitos crimes. Ainda assim, ali estão fantasmas que a ditadura talvez tenha herdado de séculos passados, mas que legou intactos, e provavelmente mais crescidos, ao Brasil contemporâneo.


Valor Sentimental

Direção: Joachim Trier

Estreia em 25 de dezembro

Neste filme, o meio é o conflito entre um pai diretor de cinema e uma filha grande atriz de teatro. Outro meio é o lugar, a velha vivenda ocupada pela família há algumas gerações. Outro meio é o tempo, uma vez que reencontrar e, sobretudo, restabelecer o tempo perdido. Ainda se pode falar da incomunicação, evidente. Mas essa graduação de conflitos, de perdas, de dores carrega e honra a rica tradição do cinema nórdico, de Dreyer, Bergman, Victor Sjostrom e tantos mais.


Uma Guerra Em seguida a Outra

Direção: Paul Thomas Anderson

Disponível na HBO Max

Cá, o testemunha encontra um grande filme de ação. Não só ação: paixão, violência, humor, melodrama. Paul Thomas Anderson parece que quer colocar em seu filme o cinema inteiro: a dor, o prazer, o heroísmo, a imbecilidade, a venustidade, o sentimentalismo. Tudo está lá, numa proeza em que a surpresa não é um recurso barato, mas traz a nós, por vezes, a sensação de estar vendo o que nunca antes se viu.


The Mastermind

Direção: Kelly Reichardt

Disponível na Mubi

Houve o Vietnã dos veteranos (Rambo, p.ex.), houve também o dos desertores (Oh, Canadá). Mooney é dissemelhante, é um entre dois: perdido no seu tempo, sem eirado nem extremidade, filhinho de mamãe, o que larga os estudos, o deslocado. Até que resolve roubar um museu. Reichardt segue seus passos, sem repulsa, mas também sem condolência.


Grand Tour

Direção: Miguel Gomes

Disponível na Mubi

Levante pode ser um filme cômico (ou quase) sobre as atribulações amorosas e coloniais de um parelha. Mas o filme de Miguel Gomes leva esse tour a tal extremo, a tal paroxismo, que já é a proeza do cinema do século pretérito que cá se reconta: temos ali o romantismo reduzido ao sentimentalismo, os sentimentos reduzidos à sua sentença mais simples, a proeza colonial uma vez que viagem a um Oriente ignoto absorvido e entendido uma vez que apêndice imperfeito do Poente. A história parece se rir de nós.


Leonardo Sanchez

Repórter da Folha

Amores Materialistas

Direção: Celine Song

Disponível para compra e aluguel

Muitos acharam o filme uma queda brusca em relação ao trabalho anterior de Celine Song, “Vidas Passadas”. Mas a verdade é que a cineasta se especializou no público enamorado e, com “Amores Materialistas”, entregou mais uma trama sensível, comovente e que provoca o testemunha e os seus amores. Filme ligeiro, gostoso de ver, mas que não é vazio.


Varão com H

Direção: Esmir Rebento

Disponível na Netflix

Chocante não pelo sexo, mas por quão profundo é o mergulho na vida de Ney Matogrosso, o filme de Esmir Rebento destoa das fórmulas usadas à exaustão nas cinebiografias do cinema pátrio. Estranhamente sexy em meio à sua tristeza, a obra é tão pop quanto o artista que retrata, graças também ao ótimo trabalho de Jesuíta Barbosa. Menção honrosa para a cena que se desenrola ao som da música-título, uma orgia sensorial ousada e muito muito filmada.


O Olhar Misterioso do Flamingo

Direção: Diego Cespedes

Estreia em 26 de fevereiro, nos cinemas

Uma grata surpresa vinda da seleção de Cannes deste ano, o filme premiado na mostra Um Patente Olhar destoa da produção queer latino-americana atual ao jogar com a fantasia e retratar corpos e afetos LGBTQIA+ ainda relegados às margens —às vezes pela própria militância. Outro que encanta em meio à sua tristeza, o longa chileno é daqueles que devem se perder no calendário de estreias, mas que merece muito ser visto.


Pecadores

Direção: Ryan Coogler

Disponível na HBO Max

A sensação era de que ninguém botava muita fé no longa de Ryan Coogler. Mesmo a divulgação foi tímida. “Pecadores”, porém, arrebatou sátira e público com uma história que consegue encontrar originalidade no já tão explorado subgênero de vampiros. É um horror à tendência antiga, ao mesmo tempo em que soa extremamente atual. Musicalidade se une ao sombrio num blockbuster classudo, que tem muito a proferir.


A Semente do Fruto Sagrado

Direção: Mohammad Rasoulof

Disponível para compra e aluguel

Enquanto todos se voltam a outro iraniano —Jafar Panahi, de “Foi Somente Um Acidente”—, não podemos olvidar do compatriota Mohammad Rasoulof, que foi vergonhosamente injustiçado no Festival de Cannes do ano pretérito e, ao adentrar a temporada de prêmios que se seguiu, acabou sumindo. Uma pena, porque o filme é tão potente e necessário quanto o de Panahi, unindo o entretenimento de seu thriller à sátira social e política de seu drama.


Lúcia Monteiro

Professora e sátira de cinema

O Último Incidente

Direção: Maurílio Martins

Não disponível no streaming

Sediada em Enumeração e formada por um grupo de amigos, a produtora mineira Filmes de Plástico vem desenvolvendo uma maneira muito inventiva de fazer cinema, com orçamentos reduzidos e a partir de um olhar periférico. A mais recente realização do grupo se ambienta nos anos 1990 para recontar a história de um juvenil que encontra a câmera de VHS do pai e decide inventar o último incidente do traçado entusiasmado “A Caverna do Dragão”. É uma comédia dramática juvenil, daquelas boas de ver em família, e que garante nostalgia e boas risadas sobretudo para quem viveu os anos 1990.


O Agente Secreto

Direção: Kleber Mendonça Rebento

Em edital nos cinemas

Com um elenco formidável, em que rostos conhecidos convivem com estreantes, o longa é a mais complexa realização do cineasta pernambucano. Saborosa, a remontagem dos espaços e figurinos do Recife dos anos 1970 é por si só um grande trunfo. O filme adota um tom de humor ácido e flerta com o gore para escancarar violências e desigualdades do período da ditadura social militar brasileira, com fortes repercussões no presente.


Trilha Sonora para um Golpe de Estado

Direção: Johan Grimonprez

Disponível para compra e aluguel

Premiado, o documentário focado na independência do Congo toma uma vez que base em um minucioso trabalho com imagens de registro que investiga com olhar fresco o golpe e o assassínio do primeiro-ministro congolês Patrice Lumumba, que lutou contra a colonização belga. Sua maior originalidade é realçar o papel do jazz uma vez que soft power na geopolítica dos anos de Guerra Fria.


Dahomey

Direção: Mati Diop

Disponível na Mubi

Em meio às crescentes discussões sobre a restituição de obras de arte e objetos espoliados das antigas colônias europeias na África, o filme da cineasta francesa Mati Diop acompanha o retorno de 26 artefatos do Reino de Daomé, levados para a França durante o período colonial. Em diálogo com filmes uma vez que “As Estátuas Também Morrem”, de Marker e Renais, e “E os Cães se Calavam”, de Sarah Maldoror, o filme dá espaço para ouvir a avaliação e os sentimentos dos objetos, investindo também no debate de estudantes sobre o que significa a reembolso dessa pequena parcela que retorna ao atual Senegal.


Mechanical Kurds

Direção: Hito Steyerl

Não disponível no streaming

Em meio às discussões sobre o lugar da lucidez sintético na geração artística e no cinema, o vídeo da cineasta alemã Hito Steyerl, exibido na exposição “O Mundo Através da IA”, no Sesc Campinas, vale-se de ferramentas de lucidez sintético analítica e generativa para jogar luz sobre as condições de trabalho dos humanos que alimentam plataformas de IA, sobretudo mulheres curdas, no setentrião do Afeganistão. O nome faz referência à Mechanical Turk, plataforma desenvolvida pela Amazon para concentrar o trabalho terceirizado de tirocínio de máquina.


Sérgio Telheiro

Crítico de cinema

Cloud – Nuvem de Vingança

Direção: Kiyoshi Kurosawa

Disponível na Mubi

O mais inventivo cineasta nipónico em atividade realiza mais um de seus encontros de gêneros –policial, suspense, terror– e ainda faz uma inolvidável afimação de autoria no final.


Oeste Outra Vez

Direção: Érico Rassi

Disponível no Globoplay

Justamente premiado no ano pretérito em Gramado, o longa de Rassi supera todas as outras estreias comerciais brasileiras deste ano ao mostrar, com uma mise-en-scène primorosa, a fragilidade e a estupidez dos homens.


The Mastermind

Direção: Kelly Reichardt

Disponível na Mubi

Finalmente Reichardt realiza um filme que valoriza todo o seu talento para encenação e construção de atmosfera, mostrando, de quebra, uma bela lição de excursão.


Fuck the Polis

Direção: Rita Azevedo Gomes

Não disponível

Atração da última edição da Mostra de Cinema de São Paulo, nascente filme põe sua diretora nos trilhos da grande Marguerite Duras: atenção à termo sem declinar da constituição de belas imagens.


Virtuosas

Direção: Cintia Domit Bitar

Não disponível

Inteligente filme de terror que passa por várias questões brasileiras recentes sem temer o mergulho no gênero e com a possibilidade de furar a bolha, tanto dos fãs quanto dos cinéfilos politizados.


Teté Ribeiro

Jornalista da Folha

Uma Guerra Em seguida a Outra

Direção: Paul Thomas Anderson

Disponível na HBO Max

O melhor filme do ano, talvez de vários anos que já passaram e ainda outros que estão por vir. Com as atuações mais inspiradas de três grandes atores, o gênio Leonardo DiCaprio, o maravilhoso Benício Del Toro e o sempre surpreendente Sean Penn, além da diva máxima Teyana Taylor (guarde nascente nome), o filme tem um único defeito, na minha opinião: a trilha, às vezes irritante.


Jay Kelly

Direção: Noah Baumbach

Disponível na Netflix

Nunca imaginei que a dupla George Clooney e Adam Sandler daria manifesto, ainda muito que eu estava errada! Jay Kelly é uma delícia de filme, escrito e dirigido por Noah Baumbach, um dos grandes dos tempos atuais. Uma história emocionante, engraçada, maluca e triste também. E ainda tem um documentário sobre os bastidores muito permitido na Netflix, não perdida.


O Agente Secreto

Direção: Kleber Mendonça Rebento

Em edital nos cinemas

Impossível falar desse filme de maneira 100% recto. E dane-se, vai na parcialidade mesmo, porque é ótimo e tomara que ganhe todos os prêmios a que for indicado.


Mata Hari

Direção: Joe Beshenkovsky e James A. Smith

Não disponível no streaming

O documentário mais incrível e louco do ano ainda não estreou no Brasil —alô distribuidoras! Premiado no Festival de Veneza, onde fez sua première, conta a história de um filme incompleto dirigido durante anos pelo ator David Carradine —o Bill, de “Kill Bill”— uma vez que forma de se aproximar de sua filha, Pedicuro, a quem prometeu o que ele achava mais valedouro na vida: o sucesso e uma curso no cinema.


Zootopia 2

Direção: Jared Bush e Byron Howard

Em edital nos cinemas

Levou quase dez anos para chegar a prosseguimento de uma das melhores animações de todos os tempos, “Zootopia”, de 2016. Mas, enfim, está aí, em edital, no cinema, uma vez que é milénio vezes melhor de ver. Agora com um roteiro ainda mais sofisticado, inteligente e risonho, que toca em temas profundos sem tratar nem crianças, nem adolescentes, nem adultos, nem velhinhos uma vez que idiotas.

Folha

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