Glastonbury: artistas gritam contra exército de israel 30/06/2025

Glastonbury: Artistas gritam contra Exército de Israel – 30/06/2025 – Ilustrada

Celebridades Cultura

“Horrorizados.”

Assim se descreveram os organizadores do concorrido Festival de Glastonbury, no Reino Unificado, depois que a dupla de rap-punk Bob Vylan encabeçou cânticos pedindo a “morte” do tropa de Israel.

O governo britânico também condenou o incidente, ocorrido no sábado (28), e anunciou uma investigação policial sobre a apresentação.

Em enunciação solene, a organização do festival destacou que “não tolera nenhum tipo de exposição de ódio, nem incitação à violência, por secção dos seus artistas”.

O Festival de Glastonbury é festejado todos os anos em Pilton, no condado de Somerset (sudoeste da Inglaterra). Ele reúne tapume de 150 milénio pessoas.

A edição deste ano contou com personalidades da música uma vez que Lorde, Charli XCX e Olivia Rodrigo.

A BBC, que transmitiu a apresentação, qualificou os comentários uma vez que “profundamente ofensivos” e destacou ter lançado uma aviso na tela, alertando sobre “linguagem muito potente e discriminatória”.

Em seguida a repercussão, a emissora afirmou em expedido na segunda-feira (30) ter medido que a conduta deveria ter sido dissemelhante: “A equipe estava lidando com uma situação ao vivo, mas, olhando em retrospectiva, deveríamos ter interrompido a transmissão durante a apresentação. Lamentamos que isso não tenha ocorrido”.

Paralelamente, um porta-voz do governo britânico anunciou que a secretária da Cultura do país, Lisa Nandy, solicitou ao diretor-geral da BBC, Tim Davie, uma “explicação urgente sobre a diligência devida” levada a cabo pela emissora antes de transmitir o espetáculo.

A Embaixada de Israel no Reino Unificado expressou no X (macróbio Twitter) consternação pelo que considerou retórica incendiária e de ódio.

O governo israelense mantém uma ofensiva contra a Tira de Gaza desde o dia 7 de outubro de 2023, quando as forças do grupo militar palestino Hamas lançaram um ataque em solo israelense, matando 1,2 milénio pessoas e tomando 251 outras uma vez que reféns.

Desde logo, em consequência das operações israelenses, mais de 56 milénio pessoas foram mortas na Tira de Gaza.

Israel também estabeleceu um bloqueio sobre o território que, segundo organizações uma vez que as Nações Unidas, mantém a população de Gaza em condições de penúria.

Os cânticos

Bob Vylan é uma dupla britânica que reúne os gêneros musicais grime, punk rock e hip hop em suas apresentações. Seus membros se identificam uma vez que Bobby e Bobbie Vylan, para manter seus nomes verdadeiros em sigilo.

O rapper Bobby foi quem encabeçou os cânticos de “Palestina livre” e “Morte, morte às Forças de Resguardo de Israel”.

A apresentação de Bob Vylan no palco West Holts do festival ocorreu antes do trio de hip hop Kneecap, que ocupou as manchetes da prensa nos últimos meses. Um de seus integrantes, Liam Óg Ó hAnnaidh, foi criminado de terrorismo.

Ele se identifica com o nome artístico de Mo Chara e é criminado de exibir a bandeira do Hezbollah em um show no ano pretérito.

O governo britânico considera o Hezbollah uma organização terrorista. O artista negou a denúncia.

O Kneecap também liderou cânticos de “Palestina livre” durante o Festival de Glastonbury.

Em seguida as apresentações de Bob Vylan e Kneecap, a polícia da região de Avon e Somerset, na Inglaterra, anunciou que irá rever as gravações dos comentários dos artistas no palco, para estabelecer se foi cometido qualquer delito que exija investigação criminal.

O Kneecap também respondeu com impropérios ao primeiro-ministro britânico Keir Starmer, que qualificou a apresentação da margem no festival uma vez que “inadequada”.

Ó hAnnaidh se encontra em liberdade sob fiança, em seguida uma audiência judicial realizada em Londres duas semanas detrás.

“Com quase 4 milénio apresentações em Glastonbury 2025, inevitavelmente haverá artistas e oradores nos nossos palcos, com opiniões das quais discordamos”, defendeu a organização do festival, na sua conta no Instagram.

“A presença de um artista cá nunca deve ser interpretada uma vez que aprovação tácita das suas crenças e opiniões.”

“Seus cânticos ultrapassaram em muito esta risco e recordamos urgentemente a todos os envolvidos na produção do festival que, em Glastonbury, não há lugar para o antissemitismo, a incitação ao ódio, nem à incitação à violência”, destacaram os organizadores.

Oriente texto apareceu originalmente cá.

Folha

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