O novo presidente do São Paulo, o empresário Harry Massis Junior, 80, assume a presidência do clube do Morumbi com desafios a serem endereçados no pequeno prazo, tanto dentro quanto fora de campo, mas com o dirigente já tendo reconhecido que não vinha tão a par da rotina da instituição nos últimos meses.
“Vou tomar conhecimento a partir de amanhã [sábado]. Estava muito semoto”, afirmou o dirigente em entrevista a jornalistas na noite de sexta-feira (16), depois ser confirmado porquê novo presidente do São Paulo, depois da aprovação do impeachment de Julio Casares.
Massis Junior foi vice de Casares no triênio de 2021 a 2023, e reeleito com o cartola para o período de 2024 a 2026. Ele assume interinamente pelos próximos 30 dias, prazo para que o presidente do Recomendação Deliberativo, Olten Ayres, convoque Câmara Universal de sócios.
Caso o impeachment também seja legalizado pelos sócios, Massis Junior cumprirá o restante do procuração até a realização de novas eleições, previstas para o término do ano.
“Estou triste. Não era isso o que eu queria. O São Paulo não merece o que aconteceu. Nunca gostaria de ter assumido assim”, afirmou o dirigente, que votou em prol do impeachment de Casares.
Sob a argumento da oposição de que o presidente deposto vinha conduzindo uma “gestão temerária” avante das contas do clube, Massis Junior assume o São Paulo com as dívidas da sociedade próximas da lar do bilhão, ainda que em trajetória progénito nos últimos meses.
Segundo os dados mais recentes publicados, o endividamento totalidade da sociedade do Morumbi somava murado de R$ 912 milhões em setembro de 2025, o que corresponde a uma queda de 5,8% em relação ao valor recorde de R$ 968 milhões apanhado em dezembro de 2024.
O movimento foi puxado pela redução de dívidas bancárias renegociadas, que caíram de R$ 259 milhões para R$ 202 milhões, queda de 22%.
Além do orçamento restringido pela falta de premiação depois de um ano de 2025 sem títulos e a não classificação para a Despensa Libertadores, Massis Junior também terá o trabalho de reconstituir o departamento de futebol profissional do clube.
Carlos Belmonte, que ocupou o missão nos últimos anos, saiu depois a goleada histórica por 6 a 0 para o Fluminense, no término de novembro, e o coordernador de futebol Muricy Ramalho já sinalizou que também deve pedir para transpor nas próximas semanas.
O esvaziamento do departamento, que segue com o executivo Rui Costa acumulando as funções, vem ao mesmo tempo em que o São Paulo segue no mercado em procura de reforços para o elenco desfalcado do técnico prateado Hernán Crespo.
Da atual janela de transferências, a principal contratação da diretoria tricolor até cá foi a do meia Danielzinho, destaque do Mirassol na última temporada, de 31 anos. O São Paulo também anunciou o goleiro da seleção paraguaia Carlos Coronel, para ser suplente de Rafael, e o zagueiro Matheus Dória, 31, que retorna para imaginar elenco depois uma curta passagem em 2015.
Com a provável aposentadoria antecipada do meia Oscar, que passou por um grave problema de saúde no término do ano pretérito, o clube ainda procura um jogador que atue na mesma posição. O jovem prateado Julián Fernández, 21, do New York City, é um nome que agrada a percentagem técnica. O volante Allan, do Flamengo, e o meia Kevin Zenón, do Boca Juniors, também interessam.
Outrossim, o clube ainda negocia uma provável troca com o Corinthians em negócio envolvendo o volante Alisson, que interessa ao técnico do alvinegro, Dorival Júnior.
O próximo compromisso do time sob a novidade presidência será justamente o clássico contra o Corinthians neste domingo (18), às 16h (horário de Brasília), na Neo Química Estádio, em Itaquera, pela terceira rodada do Campeonato Paulista.
O São Paulo vem de vitória na quinta-feira (15) contra o São Bernardo por 1 a 0, gol de Luciano, no Morumbi, depois estrear no estadual com uma itinerário por 3 a 0 para o Mirassol, fora de lar. O time ocupa a 10ª posição na tábua de classificação.
“Todos sabem que estamos vivendo um momento difícil. Existem investigações em curso e elas precisam ser tratadas com seriedade, com calma e com reverência às instituições e ao recta de resguardo de cada pessoa envolvida”, afirmou Massis, em referência às investigações da Polícia Social sobre o recebimento de R$ 1,5 milhão em depósitos em moeda nas contas pessoais de Casares e a realização de 35 saques nas contas do clube entre 2021 e 2025, que somam R$ 11 milhões.
“O que posso expor, com toda nitidez, é o seguinte: o clube vai continuar competindo, honrando sua camisa e sua história”, acrescentou o novo presidente. “Não é hora de julgamentos precipitados, nem de discursos vazios. É hora de trabalho, serenidade e reverência ao nosso torcedor. Peço crédito, paciência e, principalmente, união.”
Mentor vitalício, o novo presidente é proprietário do Hotel Massis, na região da Consolação, em São Paulo, e também atua no ramo de estacionamentos. Sócio desde abril de 1964, já ocupou diversos cargos diretivos nas últimas décadas no clube.
