Harry Potter: veja como é o Grande Baile Tribruxo em

Harry Potter: veja como é o Grande Baile Tribruxo em SP – 08/11/2025 – Passeios

Celebridades Cultura

Remunerar R$ 190 por uma experiência pode toar duvidoso em tempos em que a termo virou clichê para descrever restaurantes, shows e exposições.

Mas não para os fãs do universo Harry Potter, que se reúnem até para jogar quadribol no Ibirapuera aos finais de semana. Para o público, a experiência do Grande Dança Tribruxo, que chegou à capital paulista posteriormente passar por países uma vez que Austrália, Chile e México, é uma boa oportunidade para colocar em prática a magia acumulada durante anos de exibição da franquia.

Produzido pela Warner Bros, o evento homenageia o Torneio Tribruxo, competição narrada no quarto livro (e filme) da saga Harry Potter.

No quarto caminhar do shopping Cidade São Paulo, o evento se divide em dois espaços amplos, conectados entre si. O público entra por um lado e, sem muita orientação, tem um tempo para explorar o sítio.

Na noite em que participei, a primeira ensejo ao público, havia mais adultos do que adolescentes entre os frequentadores. Foram mulheres e homens que capricharam no visual com roupas de gala e acessórios uma vez que chapéu pontudo de feitiçeira. Um dos visitantes arriscou até um cabelo platinado ao estilo Draco Malfoy.

Também havia aqueles uniformizados com as vestes de alunos de Hogwarts, que entregavam em detalhes na roupa a qual lar da escola de magia se identificam —Grifinória, Sonserina, Lufa-Lufa ou Corvinal. Parecia, de início, alguma coisa uma vez que um evento de cosplay.

De face, fica simples que o primeiro salão, chamado Livraria de Hogwarts, é feito para fotos e vendas.

Genérica, a decoração não impressiona. Há árvores de Natal de um lado, estruturas com os brasões das casas de Hogwarts de outro e filas para fotos em todos os lados. “Você está na fileira do que?”, escuto de um participante. “Não sei” é a resposta.

Somente dois cenários são mais fiéis à escola de magia: a lareira, conhecida uma vez que tecido de fundo das reuniões dos amigos Harry, Hermione e Rony na sala Comunal, e as paredes repletas de retratos antigos —dissemelhante do filme, eles não se mexem.

É nesse espaço que as pessoas retiram a varinha, caso tenham comprado no pacote junto com o ingresso (R$ 120 adicionais). Quem não se planejou, também pode comprar uma na hora por R$ 159,90. Há quatro versões, que imitam os itens de personagens uma vez que Harry, Hermione, Dumbledore e Voldemort.

Porquê toda experiência monetizável, há sempre mais uma oportunidade de gastar moeda. Ali também está a primeira loja do evento, com prateleiras que expõem bonecos dos personagens (R$ 149,90), livros da saga (a partir de R$ 79), copos térmicos (R$ 119,90) e cadernos decorados (a partir de R$ 209).

É ainda nesse primeiro salão onde ficam os comes e bebes, comprados à segmento. A lista de porções não é criativa: há empanadas (R$ 37, duas unidades), mini-hambúrgueres (R$ 45, quatro unidades) e bolinhas de queijo (R$ 42, oito unidades).

A missiva de drinques tem opções com e sem álcool (a partir de R$ 21) e é mais divertida. Em vez de cerveja amanteigada, uma vez que na saga, há cerveja de basilisco, nome que remete à serpente gigante do universo mágico. É um refrigerante verdemar com espuma de maçã verdejante.

Tapume de 20 minutos depois do início do evento, um sino desperta a atenção do público e os jovens caracterizados com uniformes de Hogwarts se revelam os atores-monitores da experiência. Posteriormente uma rápida encenação, conduzem o público para o segundo salão, onde acontece o dança.

Eles dançam sincronizados, uma vez que na cena do dança do filme “Harry Potter e o Cálice de Lume”, em que os competidores do Torneio Tribruxo se arriscam na valsa.

E aí começa a maratona: os atores conduzem uma sequência de atividades que têm o público ao núcleo, com lição de dança formal do dança, quiz para testar conhecimentos sobre a saga e duelo de feitiços entre os participantes.

Apesar das crianças estarem animadas, os adultos eram os mais envolvidos nas atividades, com a história de Harry Potter na ponta da língua. Empenhados em atingir as respostas, lançar o manipanço mais poderoso e desfilar uma vez que um bruxo, os participantes com mais de 20 anos fizeram do evento uma gincana. Esse público era jovem em 2005, quando o quarto filme foi lançado.

Fica simples que, apesar da saga ainda ser febre hoje, a geração que cresceu enquanto os livros e os filmes eram lançados, há mais de duas décadas, tem um vínculo poderoso com a história.

Nessa idade, não dava para dar play na sequência de longas uma vez que se faz hoje no streaming. Os fãs acompanhavam, ano a ano, o personagem principal deixar a puerícia, passar para a juvenilidade e se tornar adulto —e passaram por essas fases junto ao ídolo.

Na sequência da maratona, os anfitriões emendaram ainda uma competição entre as casas com dancinhas e gritos de guerra. Até que, na meia hora final do evento, o dança realmente virou um dança. Na pista de dança, tocou de Backstreet Boys ao “Tche Tcherere Tche Tche” de Gusttavo Lima. Os personagens subiram ao palco um de cada vez e mostraram movimentos que foram copiados pelo público.

O evento termina com o proclamação dos vencedores do Torneio Tribruxo —para concorrer, bastava colocar o papel com seu nome no Cálice de Lume, uma vez que no livro e no filme. Há um vencedor por lar, que sobem ao palco no momento em que os anfitriões empunham as varinhas para cima e, por mágica, fazem nevar no salão.

Depois de duas horas de atividades ininterruptas, em uma mistura de gincana, evento de cosplay, sarau e teatro, boa segmento das pessoas saíram sorrindo.

Folha

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