Jimmy Kimmel diz que Donald Trump pensa que é um

Jimmy Kimmel diz que Donald Trump pensa que é um rei – 25/12/2025 – Ilustrada

Celebridades Cultura

Jimmy Kimmel disse que Donald Trump se acha um rei e que a tirania está em subida nos Estados Unidos numa mensagem de Natal transmitida aos britânicos pelo conduto de TV Channel 4.

Com bom humor, o apresentador relembrou a suspensão de seu talk show em setembro, posteriormente fazer uma piada que criticava o movimento de direita Maga por supostamente tirar proveito da morte de Charlie Kirk.

“Mas sabe o que aconteceu depois? Um milagre de Natal. Bom, era setembro, portanto foi um milagre de setembro. Mas o Natal parece chegar cada vez mais cedo a cada ano, não é?”, disse o apresentador na mensagem. O Jimmy Kimmel Live! voltou ao ar em alguns dias, depois de a Disney, dona da emissora, ser amplamente criticada e acusada de repreensão.

“Nosso programa voltou mais poderoso do que nunca. Nós vencemos, o presidente perdeu, e agora eu estou de volta ao ar todas as noites dando ao político mais poderoso da Terreno um esporro mais do que merecido”, disse ainda sobre o incidente.

Sobre o clima político nos Estados Unidos, falou sobre a subida da direita. “Posso expressar que, do ponto de vista do fascismo, nascente foi um ano realmente óptimo. A tirania está em plena expansão por cá.”

Leia o exposição de Kimmel, na íntegra, aquém.

Oi, eu sou o Jimmy Kimmel.

Não faço teoria se você sabe quem eu sou, mas me pediram para entregar a Mensagem Selecção de Natal deste ano (que, pelo que me disseram, é alguma coisa importante), portanto espero que saiba. Mas, se não souber, eu apresento o que vocês chamam de chat show (a gente labareda de talk show) no que vocês chamam de colônias, eu acho? Sinceramente, não faço a menor teoria do que está acontecendo aí do outro lado.

O que eu sei é o que está acontecendo cá. E posso expressar que, do ponto de vista do fascismo, nascente foi um ano realmente óptimo. A tirania está em plena expansão por cá.

Talvez você tenha lido nos seus jornais coloridos que o presidente do meu país gostaria de me emudecer porque eu não o adoro do jeito que ele gosta de ser adorado. O governo americano fez uma ameaço contra mim e contra a empresa para a qual trabalho e, de repente, saímos do ar. Mas sabe o que aconteceu depois? Um milagre de Natal. Bom, era setembro, portanto foi um milagre de setembro. Mas o Natal parece chegar cada vez mais cedo a cada ano, não é?

Milhões e milhões de pessoas se levantaram e disseram: “Não, isso não é plausível”. Pessoas que nunca assistiram ao meu programa, pessoas que estavam registradas dizendo que odiavam o meu programa se manifestaram, protestaram, marcharam —tudo isso para concordar o recta à liberdade de frase. E, porque tanta gente falou, nós voltamos. Nosso programa voltou mais poderoso do que nunca. Nós vencemos, o presidente perdeu, e agora eu estou de volta ao ar todas as noites dando ao político mais poderoso da Terreno um esporro mais do que merecido. Essa termo existe, né? Usei recta?

E a razão de eu estar contando essa história é porque talvez você esteja pensando: “Ah, um governo silenciar seus críticos é alguma coisa que acontece em lugares uma vez que Rússia, Coreia do Setentrião ou Los Angeles, não no Reino Uno”. Bom, era isso que a gente pensava também, e agora temos o rei Donny Oitavo pedindo execuções. As coisas acontecem rápido.

Sabe, é curioso: nós, americanos, temos muito orgulho de não termos um rei. É meio que o motivo pelo qual fomos embora. No primórdio deste ano, dezenas de milhões de nós marcharam em protestos chamados No Kings. Vocês tiveram alguns aí também. E, só para deixar simples, não temos zero contra o rei de vocês. Quer expressar, não sei se você sabe disso, mas o rebento dele mora cá. A gente só —bom, alguns de nós— tem um problema com o face que acha que é o nosso rei.

Cá nos Estados Unidos, neste momento, estamos tanto figurativamente quanto literalmente demolindo as estruturas da nossa democracia. Da prelo livre à ciência, da medicina à independência do Judiciário, até a própria Lar Branca, estamos numa bagunça completa. E sabemos que isso também afeta vocês, e eu só queria expressar: desculpa. E queremos que vocês saibam —ou, pelo menos, eu quero que vocês saibam— que nem todos nós somos uma vez que ele. Nem todos nós somos assim.

Olha, eu sei (pelo músico “Hamilton”) que nossos países não começaram da melhor forma, mas também sei (por ter visto Simplesmente Paixão) que temos uma relação privativo. Logo, se eu puder falar em nome do meu país — o que eu definitivamente não posso — nossa mensagem para vocês, nossos amigos do outro lado do oceano, neste Natal é: não desistam da gente. Estamos passando por uma certa instabilidade agora, mas vamos nos endireitar. Pode não parecer, mas nós amamos vocês. Nós até amamos as coisas em vocês de que vocês mesmos não gostam, uma vez que o Simon Cowell, por exemplo. Nós não somos muito espertos. Somos americanos. Ninguém sabe melhor do que vocês que estamos sempre um pouquinho atrasados para o jogo. Mas a gente aparece no final? Talvez. Nos deem uns três anos. Por obséquio.

Obrigado pela paciência, e obrigado pelo Varão-Aranha. Feliz Natal e boas festas.

Folha

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