Em 7 de junho de 2023, um dos melhores arremessadores substitutos da MLB (Major League Baseball) começou sua partida com uma vantagem de três corridas e uma variedade de arremessos em seu arsenal que mantinha os rebatedores em incerteza.
Mas os apostadores esportivos sabiam exatamente qual lançadura viria do arremessador, Emmanuel Clase, do Cleveland Guardians, segundo promotores federais. Eles apostaram que seria uma esfera fora da zona de strike, com velocidade subordinado a 152,9 km/h.
O lançadura de Clase caiu na terreno, muito fora da zona de strike. Os apostadores ganharam US$ 58 milénio (R$ 308,4 milénio). E não foi a única vez, de tratado com os promotores.
Clase e seu companheiro de equipe do Guardians, Luis Ortiz, foram acusados de compartilhar informações privilegiadas sobre seus arremessos com apostadores esportivos, que portanto apostavam nos arremessos e ganhavam centenas de milhares de dólares em plataformas de apostas online, de tratado com uma querela federalista que foi divulgada no domingo (9) no Província Leste de Novidade York.
Cada um dos jogadores concordou com os apostadores sobre os tipos de arremessos que lançaria nos próximos jogos, de tratado com a querela. Os apostadores, que não foram identificados pelos promotores, portanto fizeram apostas sobre a velocidade ou o tipo dos arremessos e se resultariam em bolas dentro ou fora da zona de strike. Clase e Ortiz receberam milhares de dólares em subornos dos apostadores, disseram os promotores.
Cada um foi réu de conspiração para fraude eletrônica, conspiração para fraude eletrônica de serviços honestos, conspiração para lavagem de moeda e conspiração para influenciar competições esportivas por meio de suborno.
“Eles fraudaram as plataformas de apostas online onde as apostas foram feitas”, disse Joseph Nocella Jr., procurador dos Estados Unidos para o Província Leste de Novidade York. “E eles traíram o passatempo americano.”
Esta é a mais recente querela envolvendo apostas a fugir o mundo dos esportes profissionais, e a terceira no último mês apresentada por promotores federais no Província Leste. As acusações aumentam as preocupações sobre porquê a legalização generalizada das apostas esportivas —que as ligas esportivas abraçaram e com as quais lucraram— tem incentivado atividades ilícitas que afetam a crédito pública nos jogos amados por milhões de americanos.
No mês pretérito, promotores federais no Brooklyn apresentaram acusações contra quase três dúzias de réus em dois casos criminais envolvendo apostas que incluíam jogadores atuais e ex-jogadores da NBA (National Basketball Association). Um deles envolvia um esquema de informação privilegiada em que apostadores esportivos usavam informações não públicas sobre a disponibilidade de jogadores para fazer apostas no desempenho inferior do esperado de jogadores e equipes.
Ortiz, de 26 anos, foi recluso no domingo em Boston e comparecerá ao tribunal federalista nesta segunda-feira (10). Clase, de 27, não estava sob custódia até a tarde de domingo. Kelvin Novidade, agente de Clase, recusou-se a comentar.
Em um expedido divulgado no domingo, Chris Georgalis, legisperito de Ortiz, afirmou que seu cliente é “singelo das acusações”, assim porquê Michael J. Ferrara, legisperito de Clase.
“Ele nunca influenciou e nunca influenciaria indevidamente um jogo —nem por ninguém, nem por zero”, disse Georgalis.
Clase participou de três All-Star Games desde sua estreia, em 2019. Ortiz, um arremessador substituto potente, fez sua estreia na liga principal em 2022 pelo Pittsburgh Pirates e se juntou aos Guardians em 2025.
O esquema descrito pelos promotores envolvia microapostas, nas quais os apostadores apostam em eventos menores, porquê a velocidade de um lançadura, que geralmente são resolvidos rapidamente no meio de um jogo, em vez de apostar no resultado final da partida.
Os comissários de várias ligas esportivas se manifestaram sobre a premência de restringir esse tipo de aposta. O comissário da NBA, Adam Silver, disse no mês pretérito que havia pedido aos parceiros da liga para “reduzir algumas das apostas em eventos específicos” —apostas no desempenho individual dos jogadores. A NFL também trabalhou para proibir certas apostas ao vivo, porquê apostar se um chutador errará um field goal.
O comissário da MLB, Rob Manfred, disse a repórteres em julho que certas apostas eram “desnecessárias e particularmente vulneráveis”.
Segundo os promotores, o esquema remonta a maio de 2023, quando Clase começou a concordar com apostadores para fazer certos tipos de arremessos em jogos e rebatidas futuras. Às vezes, Clase usava seu telefone no meio dos jogos para coordenar apostas, disseram os promotores.
Frequentemente, de tratado com a querela, Clase fazia um lançadura fraudulento no seu primeiro lançadura. Geralmente, uma esfera fora da zona de strike, lenta e na terreno, disseram os promotores. Nos dois anos seguintes, de tratado com a querela, Clase forneceu informações a apostadores que levaram à realização de mais de século apostas fraudulentas em seus arremessos.
Em abril de 2025, Clase começou a pedir e receber pagamentos por fazer os arremessos combinados, de tratado com a querela. Depois de uma aposta que rendeu US$ 15 milénio (R$ 80 milénio) em uma plataforma online, Clase disse ao apostador para enviar segmento dos ganhos para um contato na República Dominicana, para “reparos na vivenda de campo”.
Durante a temporada de 2025, Ortiz se juntou ao esquema, disseram os promotores. Antes de um jogo em 15 de junho contra o Seattle Mariners, Ortiz concordou em lançar uma esfera porquê seu primeiro lançadura na segunda ingresso em troca de US$ 5 milénio (R$ 26,6 milénio), com outros US$ 5 milénio indo para Clase.
No universal, os apostadores lucraram pelo menos US$ 450 milénio (R$ 2,4 milhões) com apostas nos arremessos de Clase e Ortiz, de tratado com a querela, sendo que pelo menos US$ 400 milénio (R$ 2,1 milhões) vieram dos arremessos de Clase.
Os dois jogadores foram colocados em licença remunerada em julho, depois que a MLB iniciou uma investigação sobre atividades suspeitas de apostas em arremessos individuais em seus jogos.
Em um expedido divulgado no domingo, a MLB disse que cooperou com as autoridades federais e estava consciente da querela. A liga afirmou que sua própria investigação também prossegue. Um expedido dos Guardians disse que o time também estava consciente da querela e cooperaria com as autoridades policiais e com a investigação da MLB.
