Oasis faz parecer que tempo não passou em reencontro no

Oasis faz parecer que tempo não passou em reencontro no Brasil 16 anos após fim da banda

Celebridades Cultura

Liam Gallagher canta em show do Oasis, em São Paulo
Cesar Soto/g1
Qualquer uma das quase 70 milénio pessoas que lotaram o estádio Morumbis, em São Paulo neste sábado (22), teria dificuldade em crer que fazem 16 anos desde que o Oasis terminou.
O primeiro show da filarmónica de Manchester no Brasil desde 2009, quando os irmãos Noel e Liam Gallagher brigaram de forma aparentemente irreparável e se separaram, foi tão impecável que nem parecia fazer tanto tempo que a dupla não subia junto aos palcos.
Ok, esta não foi a primeira apresentação do grupo desde portanto – e nem será a última no país, já que eles retornam a um estádio com ingressos também esgotados neste domingo (23).
Mas seria inocência crer que tamanho entrosamento e domínio sobre o ritmo das canções escolhidas tenha sido construído unicamente nos poucos mais de cinco meses desde o prelúdios da turnê, anunciada em 2024.
A grande diferença foi mesmo a leveza com que irmãos dividiam os holofotes – por mais que Liam tenha mantido o hábito de deixar o palco nas músicas em que Noel assumiu os vocais.
Do lado do público, poucas pessoas se salvaram dos jatos de cerveja e chuva arremessados ao ar, principalmente no prelúdios das duas primeiras músicas.
Não que muita gente tenha se importado. Ao final das duas horas de apresentação com diversos sucessos, os espectadores tinham até se aproximado, meio sem nem perceber.
Formado em 1991 e separada em 2009, o Oasis se apresentou no Brasil com Liam, Noel e o guitarrista Paul “Bonehead” Arthur uma vez que membros originais. Neste retorno, eles contaram também com o guitarrista Gem Archer e o baixista Andy Bell, que entraram para o grupo em 1999.
Além de focar em músicas dos dois primeiros discos, “Definitely maybe” (1994) e “(What’s the story) Morning glory” (1995), os irmãos também tocaram faixas de “The Masterplan” (1998), coletânea de lados B lançadas entre 1993 e 1997 que ficaram de fora dos álbuns anteriores, e algumas poucas de “Be here now” (1997) e de “Heathen Chemistry” (2002).
Oasis se apresenta em São Paulo
Cesar Soto/g1
Uma vez que foi o show
Para perfurar a apresentação, o Oasis contou com Richard Ashcroft, que fez apresentação curta mas competente e salpicadas de sucessos do The Verve, uma vez que “Lucky man” e “Bittersweet Symphony”. Não foi o suficiente para invadir totalmente o público, mas ajudou a dar o tom do rock britânico que viria.
O grupo de Manchester entrou no palco com unicamente 5 minutos de delonga, e logo de face cumprimentou o público com “Hello”. Cervejas ao ar e gritos no refrão se repetiram com “Aquiesce”, um dos lados B mais comemorado da filarmónica.
Ao fundo, telões potentes mostravam os integrantes sobre um fundo com animações e recortes do proclamação do retorno. Liam vestia um de seus famosos casacos corta vento alaranjado. Noel também mantia a tradição, com uma jaqueta azul acinzentada. Para aprazer o público sítio, coube a “Bonehead” brotar com a maltratada camisa amarela da seleção brasileira.
Para apresentar “Cigarettes & alcohol”, o Gallagher mais novo pediu que ninguém fizesse a ola ou ficasse sentado. No lugar, apresentou a tradição do poznán, em que torcedores do Manchester City, uma vez que os irmãos, se abraçam e ficam de costas para o campo. A maioria dos presentes obedeceu, por mais que muitos não entendessem muito muito o motivo.
O pedido ajudou a aproximar e a soltar os espectadores, que, mesmo banhados de cerveja, ainda pareciam um pouco reticentes com o jeito briguento dos músicos.
Na primeira balada da noite, “Talk tonight”, Liam deixou o palco e deixou o mais velho destinar a música “para as damas”.
Ainda sem o irmão, Noel puxou a mais cantada da noite até portanto. O refrão de “Little by little” foi tão muito recebido que, por vezes, mal dava para ouvir o vocalista.
De volta ao microfone, Liam pela primeira vez deixou o público trovar os versos mais conhecidos de “Stand by me” acompanhados do mais velho.
Músicas menos conhecidas e menos agitadas, uma vez que “Fade away” e “Cast no shadow”, chegaram a deixar a virilidade se dissipar um pouco, mas eram rapidamente seguidas de porradas maiores.
“Slide away”, por exemplo, não chegou a restaurar totalmente o público mais disperso, mas a sequência de “Live forever” e “Rock ‘n’ roll star” deixou os fãs empolgados antes do bis.
Posteriormente quatro minutos, o grupo voltou com quatro pancadas. A realização de “The Masterplan” merecia mais animação do público, que só explodiu mesmo com “Don’t look back in anger”. O público fez “Wonderwall” parecer um grande karaokê.
Para a despedida, os mais de sete minutos de “Champagne supernova” ainda contou com bela queima de fogos de artifício.
Cartela resenha sátira g1
Arte/g1

Fonte G1

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