Oasis volta ao Brasil neste sábado; veja tudo o que você precisa saber

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Cantor Liam Gallagher durante show do Oasis em Cardiff, em 4 de julho
Scott A Garfitt/Invision/AP
O Oasis finalmente volta ao Brasil neste sábado (22) para o primeiro dos dois shows que realiza em no Morumbis, em São Paulo — mais de 16 anos anos depois da última passagem pelo país e do término do grupo.
A filarmónica britânica dos irmãos Gallagher também se apresenta no domingo (23) e, porquê era de se esperar, ambas as datas já estão com ingressos esgotados.
Os portões do Morumbis abrem às 16h neste sábado. Já a apresentação está prevista para estrear por volta das 21h.
Depois de tanto tempo separados, muita gente duvidava que Noel e Liam conseguissem evitar suas famosas e homéricas tretas até chegarem mais uma vez ao Brasil, desde o pregão da reunião em agosto de 2024.
O retorno da dupla aos palcos, em julho, bateu recordes de venda de cervejas no estádio de Wembley, na Inglaterra e, por ora, parece ter gerado poucos atritos.
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Veja o que esperar dos shows no Brasil (e um provável setlist):
O que aconteceu com o Oasis?
O Oasis foi fundado em 1991 na cidade de Manchester, na Inglaterra. Desde o disco de estreia, a filarmónica já se destacou porquê um dos grandes expoentes do rock britânico nos anos 90. Hoje, o Oasis ultrapassa a marca de 75 milhões de discos vendidos.
Marco do movimento chamado “britpop”, o Oasis conquistou fãs em todo o mundo. A filarmónica ficou conhecida pela personalidade “escrachada” dos integrantes e suas músicas emblemáticas, porquê “Wonderwall”, “Don’t Look Back in Anger” e “Champagne Supernova”.
Mas a tensa relação entre os irmãos Gallagher sempre foi um problema dentro do Oasis. Os dois já tiveram inúmeras trocas de insultos e brigas públicas, e Noel chegou a deixar os colegas em plena turnê pela Europa posteriormente uma discussão.
No término de agosto de 2009, Noel anunciou sua saída definitiva da filarmónica. “É com tristeza e grande conforto que digo que desisto do Oasis esta noite”, escreveu o guitarrista em seu site. “As pessoas podem proferir o que quiserem, mas eu simplesmente não consigo trabalhar com Liam por mais nenhum dia”.
Na idade, os integrantes remanescentes do Oasis decidiram continuar trabalhando juntos porquê o grupo Beady Eye. Eles se separaram em 2014, e Liam seguiu em curso solo desde portanto. Já Noel tem a filarmónica High Flying Birds.
Em quase 35 anos de curso, o Oasis lançou 7 álbuns de estúdio e vendeu mais de 75 milhões de discos em todo o mundo. Sucessos dessa trajetória estarão nos dois shows da filarmónica no Morumbis. Veja o ranking dos discos do grupo.
As tretas de Liam e Noel
“Quando tudo isso rematar, vamos sentar e refletir sobre o que aconteceu”, afirmou Noel em uma entrevista recente ao programa TalkSport. “É ótimo estar de volta em uma filarmónica com o Liam. Eu tinha esquecido o quanto ele é jocoso.”
A enunciação resume muito a intensidade das idas e vindas entre os irmãos Gallagher, que eram os líderes do Oasis e sempre impactaram a filarmónica com suas (várias) brigas e reconciliações.
Em 1994, por exemplo, eles transformaram áudios de uma discussão violenta que tinham tido em duas faixas chamadas “Wibbling Rivalry”, lançadas pelo Oasis. Outrossim, foi justamente a relação entre os irmãos que levou ao término da filarmónica, em 2009 — posteriormente uma treta em que Liam quebrou uma guitarra de Noel.
Desde portanto, os Gallagher continuaram trocando xingamentos e críticas publicamente, em clima de crescente rivalidade até que, em 2024, anunciaram a turnê nas redes. O post dizia: “As armas se aquietaram. As estrelas se alinharam. A grande espera acabou. Venha testemunhar”.
Irmãos Gallagher, do Oasis, já falaram mal de Blur, Coldplay, Beyoncé, Taylor Swift…
Línguas de chicote
Além de brigarem entre si, os irmãos também são conhecidos pela postura afiada e já distribuíram críticas aos mais diversos nomes da indústria do entretenimento.
Quem é fã de rock britânico provavelmente sabe que existe uma rivalidade histórica entre as bandas Oasis e Blur.
Muitas trocas de farpas entre os integrantes já rolaram. Mas o momento mais pesado da guerra aconteceu em 1995, quando uma música do Blur — “Country House” — disputava o primeiro lugar da paragem britânica com uma do Oasis — “Roll With It”.
Na idade, Noel Gallagher chegou a proferir numa entrevista a seguinte frase: “Eu odeio Alex e Damon. Espero que eles contraiam Aids e morram”. Alex, no caso, é Alex James, baixista do Blur, e Damon, Damon Alban, vocalista.
Outras duas bandas que os irmãos Gallagher nunca curtiram muito são o Radiohead e o Coldplay. Em uma entrevista em 2008, Liam Gallagher chamou de “chatos” e “feios” os fãs dos dois grupos.
Também em 2008, Noel criticou a escalação do rapper Jay-Z porquê atração principal do Glastonbury, festival no Reino Unificado. Para ele, colocar um artista do hip hop nessa posição era um erro porque o festival precisava manter a “tradição da música com guitarras”.
Sobre Adele, Noel já falou que ela faz “música para vovós”;
Sobre Ed Sheeran, disse que não consegue viver num mundo em que um cantor porquê ele enche o estádio de Wembley, em Londres (a capacidade é de 80 milénio pessoas);
Sobre Harry Styles (e outros cantores que surgiram em programas de TV, porquê o “The X Factor”), afirmou que o que eles fazem “não tem zero a ver com música”;
E sobre Beyoncé, declarou que “rebolar para lucrar a vida” não pode ser considerado arte.
As inspirações de Noel
Quem for ao Morumbis é melhor se preparar: vai ter dedilhado de piano que parece John Lennon, verso com gostinho de jingle de refrigerante e riffs que flertam com R.E.M. e Velvet Underground.
Noel Gallagher, o principal compositor da filarmónica inglesa, se inspira no que ouve, assume publicamente suas influências. Nas palavras dele, gosta de “pegar emprestado” sons que curte. O resultado é irresistível: hinos roqueiros de estádio melódicos e divertidos. Ao som dessas canções, a plateia quica, bebe e canta não só letras, mas também a secção instrumental.
Na maior secção dos casos, Noel falou com bom humor sobre ter se inspirado na música parecida. Quando foram processados, tudo foi resolvido com um tratado extrajudicial, em que os valores não foram revelados.
Veja alguns exemplos:

A introdução no piano é quase igual. A melodia vocal não tem zero a ver, mas a balada de Lennon é uma inspiração declarada para o conluio. Noel disse que a música era seu “momento Imagine”. Ele foi alertado por Liam sobre a semelhança, antes do lançamento, mas disse que não se importava.

O verso inicial “I’m free to be whatever I…” (“How sweet to be an idiot…”) é quase igual. Mas elas têm mais em generalidade: ritmo, pausas, acordes. Neil Innes, parceiro do Monty Python, processou e aceitou um tratado extrajudicial: “Paguei meu aluguel por qualquer tempo graças ao Oasis”. Noel nunca negou: “Talvez eu tenha ouvido a música em qualquer lugar”.
Provável setlist
Desde o reencontro, a filarmónica tem mantido o mesmo setlist de 23 músicas, com pequenas variações em letras e homenagens. Na Argentina, por exemplo, os britânicos homenagearam Diego Maradona (1960-2020), ao mostrá-lo no telão durante “Live forever”.
Com isso, o provável setlist no Brasil deve ser:
‘Hello’
‘Acquiesce’
‘Morning Glory’
‘Some Might Say’
‘Bring It On Down’
‘Cigarettes & Alcohol’
‘Fade Away’
‘Supersonic’
‘Roll With It’
‘Talk Tonight’
‘Half the World Away’
‘Little by Little’
‘D’You Know What I Mean?’
‘Stand by Me’
‘Cast No Shadow’
‘Slide Away’
‘Whatever’
‘Live Forever’
‘Rock ‘n’ Roll Star’
Bis
‘The Masterplan’
‘Don’t Look Back in Anger’
‘Wonderwall’
‘Champagne Supernova’

Fonte G1

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