Posts preconceituosos, término e pronunciamento: entenda polêmica sobre Giovanna Reis,

Posts preconceituosos, término e pronunciamento: entenda polêmica sobre Giovanna Reis, ex-namorada de Alanis Guillen

Celebridades Cultura

Giovanna Reis e Alanis Guillen
Reprodução/Redes sociais
A repercussão de publicações antigas de Giovanna Reis colocou o nome da ex-namorada de Alanis Guillen entre os temas mais comentados nas redes sociais nesta semana. Isso porque usuários resgataram posts com conteúdos preconceituosos postados por ela entre 2011 e 2012.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de perdão
Nas postagens, Giovanna faz xingamentos considerados racistas, homofóbicos e gordofóbicos pelos usuários.
Depois a viralização dos posts, Giovanna chegou a desativar sua conta no Instagram e Alanis confirmou o término com ela. (Leia mais inferior).
Nesta quinta-feira (19), Giovanna reativou o perfil e publicou um posicionamento pedindo desculpas pelas postagens.
Em nota, a jovem diz que repudia qualquer forma de oração de ódio e admite que errou. (Leia íntegra inferior).
“Nos últimos dias, veio à tona uma conta antiga minha no X (velho Twitter), de 16 anos detrás. Ao me deparar com os conteúdos publicados ali, senti um misto de choque e imensa recusa comigo mesma. Palavras das quais tenho profundo compunção”, afirmou.
“Independentemente de idade ou contexto, eu errei. E a todas as pessoas que foram feridas, direta ou indiretamente, eu peço desculpas de forma sincera”, prosseguiu.
Giovanna disse, também, que as falas não representam quem ela é atualmente.
“Hoje, em seguida anos de terapia, compreendo que muitas falas carregadas de ódio surgiam de conflitos profundos e de um período de invenção da minha sexualidade, em um contexto que não era hospitaleiro. Atualmente, me reconheço uma vez que uma mulher lésbica e levanto essa bandeira diariamente, mas não tinha essa perspicuidade e ferramentas necessárias naquela idade”.
LEIA TAMBÉM
Planeta de reality show é recluso denunciado de exorbitar de párvulo de 9 anos nos EUA
A série que relembra tragédia com césio em Goiânia e a reação dos sobreviventes
O término e posicionamento de Alanis
Depois a repercussão das postagens, a assessoria de Alanis confirmou a diferentes veículos de prelo que a atriz não está mais em um relacionamento com Giovanna.
A atriz também se pronunciou sobre o caso nas redes sociais nesta quarta-feira (18).
“Sou completamente contra qualquer forma de oração de ódio, seja ele racismo, xenofobia, gordofobia, transfobia ou qualquer outra revelação que viole os valores nos quais acredito”, afirmou. “Considero esse tipo de comportamento inadmissível e não compactuo, em hipótese alguma, com pensamentos ou atitudes dessa natureza”.
“Pauto a minha trajetória pela integridade e pelo reverência, e é mal seguirei, sempre”, concluiu.
O sucesso de ‘Loquinha’
O fenômeno Loquinha: uma vez que parelha de “Três Graças” conquistou fãs ao volta do mundo
Na romance “Três Graças”, Alanis interpreta Lorena que forma um parelha com Juquinha, personagem de Gabriela Medvedovsky.
As duas ganharam repercussão internacional. Ao buscar os nomes das personagens no X, há contas de lugares uma vez que Irlanda, Canadá, Itália, Reino Uno e Ásia Ocidental falando sobre as duas.
Em dezembro de 2025, em conversa com o g1 sobre a repercussão da romance, Alanis falou sobre a valia da representatividade do parelha.
“Tem um grande poder, entrar na morada de milhares de pessoas que não têm uma visão, não têm um convívio ou que negam essas existências e cá podem saber e ver de uma maneira simples que essas histórias existem e são tão lindas e reais quanto as que elas conhecem”, disse.
O que diz Giovanna
“Eu sinto que preciso debutar dizendo, com toda a sinceridade, que repudio completamente qualquer forma de oração de ódio ou revelação discriminatória e violenta.
Nos últimos dias, veio à tona uma conta antiga minha no X (velho Twitter), de 16 anos detrás. Ao me deparar com os conteúdos publicados ali, senti um misto de choque e imensa recusa comigo mesma. Palavras das quais tenho profundo compunção.
Independentemente de idade ou contexto, eu errei. E a todas as pessoas que foram feridas, direta ou indiretamente, eu peço desculpas de forma sincera.
Aquelas falas definitivamente não representam quem eu sou hoje. Elas vieram de uma versão minha muito mais novidade, ainda menor de idade, atravessada por questões psicológicas difíceis e por uma revolta interna que eu não sabia uma vez que mourejar.
Hoje, em seguida anos de terapia, compreendo que muitas falas carregadas de ódio surgiam de conflitos profundos e de um período de invenção da minha sexualidade, em um contexto que não era hospitaleiro. Atualmente, me reconheço uma vez que uma mulher lésbica e levanto essa bandeira diariamente, mas não tinha essa perspicuidade e ferramentas necessárias naquela idade.
Eu não posso concordar que tentem me reduzir a uma versão minha de mais de uma dezena, nem que isso defina quem eu sou hoje.
Acredito, de traje, na capacidade de mudança, transformação e prolongamento do ser humano, inclusive na minha. Todos temos a possibilidade de evoluir e nos encontrar. Reitero, por termo, a luta e comprometimento quotidiano contra toda e qualquer forma de discriminação”.

Fonte G1

Tagged

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *