Quantas mortes acontecem em todos os 7 filmes de 'jurassic

Quantas mortes acontecem em todos os 7 filmes de 'Jurassic Park' e 'Jurassic World'? g1 fez a contagem

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Posteriormente maratona da franquia, veja placar entre dinossauros e humanos (e cabras e vacas e cachorros). Sétimo filme da série, ‘Jurassic World: Recomeço’ estreou nesta quinta (3). A franquia estrelada por dinossauros começada por Steven Spielberg em 1993 chega a seu sétimo filme com a estreia de “Jurassic World: Recomeço”, na última quinta-feira (9).
g1 já viu: ‘Jurassic World: Recomeço’ tem trama clichê e sem espírito
Apesar da qualidade inquestionável do “Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros” original, que se tornou um clássico com os anos, o mesmo não pode ser dito de suas continuações — inclusive da mais recente.
‘Jurassic World: Recomeço’: assista ao trailer
O que não quer expor que a série não seja um sucesso. Pelo menos em bilheteria, os seis primeiros capítulos arrecadaram, somados, mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo.
Por isso, o g1 fez uma maratona com todos os sete filmes da franquia, para relembrar o que acontece em cada um deles e para instaurar porquê está o placar nesse embate entre dinossauros e humanos (e cabras e vacas e até cachorro).
Veja inferior o placar das mortes e, depois, relembre cada um dos filmes:

Bruna Azevedo e Dhara Assis/g1
‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’ (1993)
Sam Neill em cena de ‘Jurassic Park’
Divulgação
O primeiro “Jurassic Park” encantou uma geração no prelúdios dos anos 1990 com sua combinação de computação gráfica revolucionária (que ainda supera muita coisa por aí) e bonecos animatrônicos, que deu vida a dinossauros de uma maneira nunca vista até logo.
Dirigido por Steven Spielberg e estrelado por Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum, “O Parque dos Dinossauros” se tornou um clássico por abraçar sua natureza porquê uma boa e velha proeza — com a história de um parque de diversões que traz dinossauros de volta da extinção com clonagem e engenharia genética. Até tudo dar terrivelmente inexacto, é simples.
‘O mundo perdido: Jurassic Park’ (1997)
Spielberg voltou para a prolongamento, assim porquê o roteirista David Koepp e Goldblum. O que não voltou foi o carisma e o maravilha do primeiro filme (que poderiam ser muito muito representados pelos personagens ausentes de Neill e Dern).
Na história, o matemático especializado no caos tenta salvar a filha e a namorada, que lidera um grupo enviado a uma das ilhas onde dinossauros têm se desenvolvido livremente para estudá-los. O resgate fica ainda mais difícil quando um grupo de mercenários chega para tomar as criaturas e levá-las para um novo parque, no continente.
‘Jurassic Park 3’ (2001)
O primeiro sem Spielberg na direção, que passou para o veterano de efeitos especiais Joe Johnston (“Jumanji”). Sem a magia do primeiro, a peroração da trilogia recuperou um pouco da magia rabugenta com o retorno do arqueólogo turrão interpretado por Neill.
No filme, o doutor é traído por um par, que vai até uma das ilhas resgatar seu fruto sumido. Com menos de US$ 370 milhões em bilheterias (pouco, em confrontação ao mais de US$ 1,1 bilhão do original), “Jurassic Park 3” quase levou a franquia à extinção.

Bruna Azevedo e Dhara Assis/g1
‘Jurassic World – O mundo dos dinossauros’ (2015)
Cena de Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, com Chris Pratt and Bryce Dallas Howard
Divulgação
“O mundo dos dinossauros” provou que nenhuma prelecção foi aprendida com a trama de 1993 e trouxe de volta à vida aquilo que deveria ser deixado em silêncio. Bom para o estúdio, que arrecadou quase US$ 1,7 bilhão ao volta do mundo.
O diretor Colin Trevorrow provou que o ótimo “Sem segurança nenhuma” (2012) foi um golpe de sorte ao guiar e ajudar a redigir um filme sem pé nem cabeça, na qual alguém consegue finalmente ter sucesso com o parque referto de dinossauros, mas tem a teoria genial de usar as criaturas porquê armas (???) geneticamente modificadas.
Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) e Bryce Dallas Howard (“A senhora na chuva”) dão um pouco de distinção à tentativa.
‘Jurassic World: Reino ameaçado’ (2018)
Trevorrow passou a ser produtor executivo e entregou a direção para J. A. Bayona (“A sociedade da neve”). Por sua vez, o espanhol conseguiu com tranquilidade o pior filme da franquia ao duplicar a aposta no noção de que alguém acharia inteligente transformar dinossauros em armas.
Uma vez que se não fosse o bastante, a trama reinventa detalhes da história do primeiro filme, que seria melhor deixado em silêncio. Zero é sagrado para a franquia.
‘Jurassic World: Domínio’ (2022)
Em ‘Jurassic World Domínio’, trio formado por Laura Dern porquê Dra. Ellie Sattler, Sam Neill porquê Alan Grant e Jeff Goldblum retorna à franquia
Reprodução
O retorno de Trevorrow à direção não significou a salvação da trilogia. O terceiro “World” apelou para a escalação do trio de protagonistas originais, mas nem Neill, Dern e Goldblum (somados a Pratt e Dallas Howard) conseguiram salvar um roteiro contraditório.
Nele, o idoso pseudo-vilão/easter egg do primeiro filme Dodgson (Campbell Scott) por qualquer motivo vira presidente de sua própria empresa de engenharia genética maligna que quer explorar os dinos.
‘Jurassic World: Recomeço’ (2025)
“Domínio” chegou a fustigar a marca do US$ 1 bilhão em bilheteria, mas mostrava a queda entre filmes da franquia. Mesmo assim, o estúdio resolveu apostar em um “recomeço” meio apressado, ao perceber que não tinha nenhum grande lançamento para o seu verão (porquê reportam alguns veículos americanos).
No filme dirigido por Gareth Edwards (“Godzilla”), os protagonistas anteriores dão lugar a Scarlett Johansson, que interpreta uma mercenária contratada para recolher sangue de dinossauros específicos em isolamento. Não é incrível, mal chega a ser bom, mas pelo menos desiste desse negócio de “dinoarma”.

Fonte G1

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