'Resident evil requiem' traz dois estilos de jogo diferentes em

'Resident evil requiem' traz dois estilos de jogo diferentes em um só game para trazer dose certa de sustos e ação; g1 jogou

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‘Resident evil requiem’ chega para consoles e PC em 27 de fevereiro
“Resident evil”, que definiu o gênero de horror de sobrevivência (“survival horror”) há 30 anos, tem uma missão ingrata sempre que um novo jogo da série é lançado. Porquê é verosímil ser ainda mais terrível, ter inimigos mais bizarros, trazer quebra-cabeças melhores e combates mais intensos do que no jogo anterior? Essas são as perguntas que “Resident evil requiem” terá que responder quando chegar aos videogames e PC em 27 de fevereiro.
Ao longo de três décadas, a série foi mudando para trazer a inovação e aumentar o temor. Saiu de câmeras fixas e um ritmo mais lento, dos primeiros jogos, para uma câmera detrás do ombro do personagem principal e muito mais ação, porquê foi visto a partir de “Resident evil 4”. Mais recentemente, surpreendeu ao seguir para um estilo de câmera em primeira pessoa, porquê foi visto em “Resident evil 7”.
Para o nono título da série principal, o game tenta unir todos estes elementos. O jogador vai ter momentos de muita tensão, sustos e enigmas para resolver quanto vai ter momentos de muita ação e tiros para expelir muitos zumbis. E, ainda, é verosímil intercalar livremente entre as câmeras em primeira e terceira pessoa a qualquer momento.
O g1 jogou algumas horas de “Resident evil requiem”, ou “Resident evil 9”, que permitiu ver as mudanças que o título vai quase ser dois jogos distintos em um só.
Leon Keneddy retorna à franquia de terror em ‘Resident evil requiem’
Divulgação/Capcom
Um jogo, dois personagens e estilos diferentes
O novo “Resident evil” marca o retorno da franquia à cidade de Racoon City, onde tudo começou em 1996 no PlayStation original. O sítio destruído em seguida uma explosão nuclear para sustar a prenúncio de zumbis traz muitos mistérios para serem desvendados pelo jogador e novas ameaças.
É neste cenário que conhecemos Grace Ashcroft, uma agente do FBI cuja a vida está ligada aos acontecimentos passados da franquia. A personagem inédita é filha de Alyssa Ashcroft, de “Resident evil outbreak”, um spin-ff da série para PlayStation 2. Grace é designada para um caso envolvendo uma série de infecções e mortes sem explicação. O incidente mais recente ocorreu no mesmo sítio onde sua mãe foi morta oito anos antes.
O game a coloca porquê uma profissional em início de curso, sem muita experiência de campo. Assim, seu estilo de jogo é mais porquê os “Resident evil” clássicos, com menos ação, foco em resolver quebra-cabeças para prosseguir, investigar os mistérios que permeiam a história e, de vez em quando, atirar nos zumbis que aparecem pela frente.
Com Grace Ashcroft, o estilo de jogo de ‘Resident evil requiem’ é mais voltado para a furtividade e solução de enigmas
Divulgação/Capcom
A inexperiência de Grace faz com que o jogador vá desbravando a ambientação de “Resident evil requiem” com mais zelo. Ela sabe atirar, mas talvez não tão muito quando agentes melhor treinados e o temor ao ver as criaturas bizarras em sua frente fazem suas mãos tremerem, deixando a mira mais difícil. A munição é bastante escassa, fazendo com que brigar seja sempre a última opção.
A melhor opção é passar sem que Grace seja vista. No cenário do teste, uma espécie de mansão-laboratório, ela deve andejar agachada por detrás de móveis e armários, extinguir luzes (ela pode usar uma lanterna para os ambientes escuros) e esperar o momento visível para cruzar corredores estreitos e salas com zumbis.
Quando o confronto se torna a única opção, a agente pode usar pistolas que encontra pelo caminho e até pequenos itens que podem melindrar os monstros, antes de transpor correndo. Ela ainda pode usar compostos químicos e sangue coletado de inimigos mortos para gerar um químico que, ao ser disposto nos zumbis, faz com que eles explodam em sangue. Essa é uma vantagem que, pelo menos durante o teste, terá que ser usada unicamente em momentos onde não há outra opção a não ser o combate direto.
Ao jogar com Leon Kennedy, a experiência de jogo muda completamente. Em vez de ter que se esconder e poupar sua munição e recursos, com ele é tiro para todo o lado. O policial inexperiente de “Resident evil 2” que se tornou o agente durão de “Resident evil 4” (considerado até hoje um dos melhores da série) retorna no novo jogo para ajudar Grace e enfrentar essa novidade prenúncio.
Leon utiliza uma gama enorme de armas, de pistolas a espingardas, para perfazer com qualquer prenúncio zumbi que encontrar pela frente. Ele também tem golpes que podem esmigalhar as cabeças dos mortos-vivos quando não há outra opção. Neste game, o personagem chega equipado com uma machadinha para que, quando as balas acabarem, ele poder trinchar quem ou o que estiver pela frente. Convenientemente, ele carrega um afiador para deixar a lâmina desta arma extremamente afiada quando necessário.
Leon traz ação para ‘Resident evil requiem’
Divulgação/Capcom
Uma das novidades de “Resident evil requiem” é a possibilidade de poder trocar o estilo da câmera de jogo a qualquer momento. Jogadores podem optar por jogar em primeira pessoa, do ponto de vista do personagem, ou em terceira pessoa, com a câmera vista pelas costas do herói. A troca pode intercorrer em qualquer momento da partida.
No teste, o padrão foi jogar em primeira pessoa com Grace, para sentir mais a tensão e os momentos assustadores que jogar com a moça traz, e em terceira pessoa com Leon, para poder visualizar todos os zumbis que estão ao volta. A escolha foi acertada. Mas, quem quiser jogar o game inteiramente com qualquer uma das câmeras, vai poder sentenciar qual o melhor estilo.
‘Resident evil requiem’ pode ser jogado tanto em câmera em primeira pessoa quanto em terceira pessoa
Divulgação/Capcom
‘Novos’ zumbis
Os inimigos de “Resident evil requiem” são os tradicionais zumbis que enfrentamos ao longo desses 30 anos. Mas eles chegam com um tempero a mais. Essa novidade infecção transforma as pessoas em mortos-vivos, mas mantém algumas características que elas tinham em vida.
Um cozinheiro que aparece no game segue tentando cozinhar refeições e trinchar legumes com uma faca afiada. Se ele vir um dos dois personagens, vai brigar para fazer picadinho. Um médico segue querendo usar seu bisturi para realizar cirurgias (ou trinchar o jogador). Uma faxineira segue limpando o banheiro e se cortando com os cacos do espelho e uma cantora segue com sua cantoria e pode deixar o jogador surdo e tonto por instantes.
Essas novas características aumentam a tensão de todo o jogo e trazem uma estrato a mais de “lucidez” aos monstros, aumentando o repto de tentar passar por eles sem ser visto ou combatê-los.
Novos zumbis de ‘Resident evil requiem’ guardam memórias de sua vida e repetem ações que realizavam
Divulgação/Capcom
Alguns podem usar elementos que estão pelo cenário porquê serras-elétricas. Mas, simples, caso o jogador consiga fazer com que eles derrubem levante objeto, é verosímil usá-los ao seu obséquio. Levante foi um dos exemplos dados durantes os testes: inimigos com serras-elétricas atacam Leon e é verosímil atirar em suas mãos para largar o item, que fica ligado, rodando pelo solo. Tentar pegar a moto-serra ligada pode fomentar ferimentos, mas, do jeito visível, é verosímil empunhá-la e usá-la para o ataque. A cena de combate acaba se tornando grotesca por conta da quantidade de sangue e vísceras que aparecem pela tela.
Porquê curiosidade, vale ressaltar que, inimigos com a serra ligada, ao serem atingidos nas pernas, podem desabar e serem arrastados pelo objeto em direção ao jogador (também causando dano de vida). Ou eles ainda podem unicamente jogar a serra para cima, deixando o jogador à própria sorte de ser atingido ou não.
Entre os montros, há um gigantesco que apareceu em um momento que dá um baita de um susto no jogador. De tão grande, ele não passa pelas portas. Grande miragem. Ele consegue destruir algumas paredes pelo caminho para caçar Leon e Grace e ainda fica andando pelos corredores para atrapalhar ainda mais a locomoção.
Jogo tem visual terrível
Divulgação/Capcom
Vai dar visível?
As novidades que “Resident evil requiem” traz tentam trazer vigor à série. Dar possibilidade ao jogador de escolher a câmera muda a experiência, mas não chega um grande diferencial. O contrário pode ser dito da tentativa de colocar dois personagens com estilos de jogo opostos, que funciona muito muito para trazer doses diferentes de tensão, temor e ação.
Mas, supra disso tudo, o que prende os jogadores na série “Resident evil” é a história e o mistério em torno dos acontecimentos de Raccon City e da epidemia zumbi (e em porquê solucionar todos eles). E isso, “Requiem” parece ter bastante. O término do teste deixou aquele paladar de querer saber mais, para onde esse enredo vai levar e quais cenários terão que ser explorados.
Resta saber porquê a versão final do jogo vai conseguir dosar estes elementos para fazer de “Resident evil requiem” a celebração de 30 anos da franquia de zumbis mais popular dos videogames.
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Fonte G1

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