Retrospectiva 2025: posts sugeridos para ler ou reler 28/12/2025

Retrospectiva 2025: posts sugeridos para ler ou reler – 28/12/2025 – O Mundo É uma Bola

Esporte

2025 vai chegando ao término e, ao olhar para trás, vejo três cores: vermelho, preto e amarelo.

As três, separo em duas partes: uma, contendo o preto e o vermelho, do Flamengo; a outra, a cor do sol, o amarelo, a cor do Mirassol.

Focando exclusivamente o Brasil, o Flamengo é o time do ano. Disputou sete títulos –considero unicamente o time masculino principal e desconsidero troféus obtidos dentro de outra competição, uma vez que ocorre na Despensa Intercontinental–, ganhou quatro: Libertadores, Brasílio, Supercopa do Brasil e Estadual do Rio.

Faltaram o Supermundial de clubes (queda nas oitavas de final), a Intercontinental (rota na decisão) e a Despensa do Brasil (eliminação nas oitavas) para o rubro-negro atingir a sublimidade.

“Ah! Sem esses três, 2025 não foi tudo isso”, dirá alguém mais crítico sobre o desempenho do Flamengo. Foi, sim. Que outro clube teve capacidade para disputar tantos torneios e faturar mais da metade deles?

Uma performance memorável para o timemais popular do Brasil, que tem o urubu uma vez que mascote, adotado pela fanática torcida em 1969 uma vez que símbolo de superação e identidade, transformando uma provocação racista em união e força.

Não bastasse a quadra de conquistas, o título do Brasílio ainda rendeu discussão acalorada: foi a nona láurea na competição (uma vez que defende o colunista Ruy Castro) ou a oitava (uma vez que argumenta o repórter próprio Naief Haddad, com minha concordância)?

Uma vez que eu desprezo o que a CBF fez –tratar uma vez que vencedor brasiliano os vencedores de torneios anteriores ao Brasílio de 1971 (Taça Brasil e Roberto Gomes Pedrosa)–, para mim o Flamengo é, empatado com o Palmeiras, o maior ganhador do campeonato: oito vezes.

Polêmica essa à secção, passo para o Mirassol.

O pequeno clube do interno de SP, em sua estreia na escol pátrio, terminou na quarta colocação, com 67 pontos (18 vitórias, 13 empates e 7 derrotas).

Não perdeu uma única partida em seu estádio, o Maião, ganhou o sobrenome de Terror do Interno e obteve vaga para a próxima Libertadores, o que times “de camisa” uma vez que Atlético-MG, Grêmio, São Paulo e Santos não conseguiram.

Uma campanha histórica para os comandados do até logo ignoto treinador Rafael Guanaes, incluindo o lateral esquerdo Reinaldo, o Kingnaldo, que pleiteia aos 36 anos uma vaga na seleção brasileira que disputará a Despensa do Mundo de 2026.

O Mirassol, aliás, trouxe-me um dos momentos mais marcantes de 2025. Depois de eu ter escrito um texto sobre o Leão Caipira, uma moradora de 91 anos da cidade de 66 milénio habitantes me enviou uma missiva, escrita à mão, dizendo-se “comovida e grata” pelo item.

Ainda no Brasil, é digno de menção o título do Corinthians, claudicante no Brasileirão, na Despensa do Brasil. O técnico Dorival Jr., 63, sabe mesmo uma vez que lucrar essa taça –sua quarta, sempre por uma equipe dissemelhante (antes, venceu com Santos, Flamengo e São Paulo). Ela lhe é predestinada.

Em termos globais, destaques nos últimos 12 meses para o Paris Saint-Germain, vencedor da Champions League pela primeira vez, e da Despensa Intercontinental (superando na final o Flamengo), e para o inglês Chelsea, supercampeão mundial ao maltratar o time francesismo no primeiro Mundial com 32 participantes, uma competição verdadeiramente prestigiosa.

Individualmente, o personagem é o atacante francesismo Dembélé, do PSG, que faturou tanto a Globo de Ouro (da revista France Football) quanto o The Best (da Fifa), escolhido que foi uma vez que o melhor jogador da temporada.

Particularmente, ele não me empolgou –quero ver se em 2026 se manterá em supino nível–, mas não teve injustiça. Fez o suficiente para merecer os troféus.

Finalizo, antes de sugerir para leitura (ou releitura) posts de O Mundo é Uma Globo (um por mês), enaltecendo o futebol feminino: parabéns para a Rainha Marta, 39, que ganhou título inédito na liga dos EUA com o Orlando; para a seleção brasileira, eneacampeã da Despensa América; para a Inglaterra, bicampeã consecutiva da Eurocopa; e para o Corinthians, vencedor da Libertadores e do Brasílio (indomável, Bravas!).


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Folha

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