SuperBowl tem redenção de quarterback e MVP a running back

SuperBowl tem redenção de quarterback e MVP a running back – 09/02/2026 – Esporte

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A vitória do Seattle Seahawks sobre o New England Patriots na decisão do Super Bowl na noite de domingo (8) em Santa Clara, na Califórnia, contou com a salvamento do experiente quarterback Sam Darnold, que conseguiu dar a volta por cima posteriormente mourejar com a suspicácia dos críticos nos últimos anos, e o primeiro prêmio de MVP (jogador mais valioso) a um jogador que atua na posição de running back em 28 anos.

No triunfo por 29 a 13 na edição de número 60 da decisão da liga de futebol americano, o time de Seattle confirmou o nepotismo com uma atuação dominante de Kenneth Walker III. O running back liderou sua equipe à vitória posteriormente passar para 135 jardas em 27 tentativas, o que lhe valeu o prêmio de melhor da partida.

A atuação de Walker, com uma média de cinco jardas por corrida e uma corrida mais longa de 30 jardas, foi decisiva para que o Seattle conquistasse seu segundo título do Super Bowl e vingasse a roteiro para o Patriots no Super Bowl de 11 anos detrás.

A última vez em que um jogador que atua uma vez que running back havia levado a premiação tinha sido com Terrell Davis, do Denver Broncos, em 1998.

“Vencer é, simplesmente, um sonho realizado, porque muitas pessoas jogam a curso inteira e nunca chegam tão longe”, disse o jogador de 25 anos.

“Passamos por momentos difíceis nesta temporada, mas permanecemos unidos. Esses desafios mostraram quem somos uma vez que equipe”, acrescentou.

Nos últimos três anos, o título de MVP havia ficado com o quarterback do time vencedor. Dessa vez, Sam Darnold, o quarterback do Seattle, não ficou com o prêmio, mas teve atuação de destaque, em peculiar na segmento final da partida, conquistando seu primeiro Super Bowl em uma curso marcada por um início promissor e pela suspicácia de críticos nos últimos anos.

Darnold, de 28 anos, foi selecionado na primeira rodada do draft de 2018 pelo New York Jets encurralado de expectativas pelo desempenho universitário, mas não conseguiu corresponder às expectativas.

Foram necessários cinco times, e oito anos, com críticas apontando que ele nunca usaria um aro de vencedor do Super Bowl, até que o quarterback conseguisse finalmente compreender a maior conquista do esporte.

Na final, Darnold iniciou com uma atuação discreta, mas conseguiu um passe de 16 jardas no último quarto que encontrou o tight end AJ Barner no esquina recta da endzone.

Ele atribuiu ao espeque que teve da família durante os tempos difíceis em campo o maior combustível para que conseguisse dar agora a volta por cima.

“Foi por desculpa dos meus pais, pela maneira uma vez que eles acreditaram em mim durante toda a minha curso. Isso me permitiu entrar em campo e jogar livremente, com essa crédito”, afirmou o quarterback dos Seahawks posteriormente a partida.

Darnold se tornou o quarto quarterback a vencer um Super Bowl em sua primeira temporada com um time, juntando-se a Tom Brady, Trent Dilfer e Matthew Stafford.

“Sinto que não jogamos tão muito quanto poderíamos. Eu certamente não joguei tão muito quanto poderia”, reconheceu Darnold.

“Obviamente, gostaríamos de ter chegado à end zone mais vezes. Mas com nossa resguardo, do jeito que eles têm jogado, meu trabalho é cuidar da globo. Eu sabia disso antes do jogo, e foi o que fiz”, acrescentou ele.

Trump critica apresentação de Bad Bunny no show do pausa

Cercada de expectativa, a apresentação do rapper porto-riquenho Bad Bunny no show do pausa foi feita, pela primeira vez, predominantemente em espanhol, com inúmeras referências à ilhéu caribenha, tanto no design do palco quanto nas letras de suas músicas.

O espetáculo foi uma celebração da música e cultura latina em um momento em que a comunidade se sente ameaçada pela cruzada anti-imigração do Partido Republicano, liderada pelo presidente Donald Trump.

A apresentação teve seu vértice político durante a participação peculiar do também porto-riquenho Ricky Martin, que cantou “Lo que le pasó a Hawai’i”, considerado um hino da independência de Porto Rico.

Bad Bunny não atacou diretamente o ICE, a escritório de segurança pública criticada por suas operações agressivas contra imigrantes, uma vez que fez na semana passada com o Grammy Awards. Seu show de 13 minutos, no entanto, foi repleto de mensagens de inconstância e união.

Posteriormente apresentar sucessos uma vez que “Un dança inolvidable” e “Nuevayol”, o artista encerrou sua apresentação listando os países do continente, antes de exibir a mensagem: “Juntos, somos a América”.

Com a plateia ainda empolgada, Trump criticou duramente a apresentação nas redes sociais, chamando-a “de uma sufocação à grandeza da América”.

“Ninguém entendeu o que esse rostro está dizendo”, escreveu o republicano, que já havia criticado a escalação músico de Bad Bunny e Green Day, ambos seus críticos, afirmando que a escolha era “terrível” e “semearia ódio”.

Com agências internacionais

Folha

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