The town: 1º dia de festival tem jovens eufóricos, sinalizadores

The Town: 1º dia de festival tem jovens eufóricos, sinalizadores na plateia e Travis Scott hipnótico

Celebridades Cultura

Público acende sinalizadores em show de Travis Scott
O primeiro dia do The Town foi submetido por um público jovem. Muitos deles, uniformizados com o “óculos do Travis Scott”, headliner deste sábado (6).
O dia indiferente e nublado e com momentos de garoa, também foi marcado pelo uso de sinalizadores, apesar de proibição. A apresentação de Don Toliver chegou a ser pausada por motivo de segurança.
Segundo o festival, “murado de dois milénio profissionais estão dedicados à segurança do The Town, além de drones e 95 câmeras espalhadas na Cidade da Música. A segurança do festival está atenta ao uso de sinalizadores nos shows e retira do evento quem estiver portando ou utilizando o dispositivo, que não é permitido na Cidade da Música. Neste primeiro dia, já foram apreendidos milhares de objetos proibidos durante a revista na ingresso. Alertamos para a prestígio de não utilizar sinalizadores, garantindo que todos possam ter uma experiência segura”.
O público enfrentou filas para pegar brindes e comidas, e elogiou a estrutura dos banheiros.
FOTOS: Veja imagens do 1º dia
FOTOS: Famosos no festival
Travis Scott
‘Óculos do Travis Scott’ vira voga no The Town 2025 e domina dia do rap no festival
Em pouco mais de uma hora, Travis Scott conquistou público verdadeiramente engajado, um tanto vasqueiro em festivais. Proibidos no evento, sinalizadores foram acesos na plateia.
Quem frequenta shows sabe: olhar em volta e ver um monte de gente com celulares apontados para um artista fazendo caras e bocas é a experiência padrão dos nossos tempos. Mas não é muito assim se você estiver em uma apresentação do rapper americano.
Ironicamente, um dos maiores ídolos da geração Z é um dos poucos que conseguem fazer os nascidos a partir de 1995 guardarem o celular por alguns instantes. O artista fez um show corrido, mas com tempo suficiente para gastar o suor de um público verdadeiramente disposto e engajado, um tanto que se tornou vasqueiro em eventos desse tipo. Leia mais sobre o show de Travis Scott no The Town.
Leia também: ‘Óculos do Travis Scott’ vira voga no The Town 2025 e domina dia do rap no festival

Lauryn Hill
Zion Marley, neto de Bob Marley e rebento de Lauryn Hill, faz participação no show da mãe
Lauryn Hill deu lição ao mostrar porquê se faz um show rememorável. Pela quinta vez no Brasil, a americana e seus filhos YG e Zion Marley ostentaram toda a sua potência artística, lavando a psique de quem os assistia, com hits que atravessam gerações. 
Foi um espetáculo do início ao término, o que ficou nítido com o público totalmente entregue. A plateia era numerosa, mas aquém do que se espera para a última apresentação do segundo palco principal do festival — também menor do que se espera para uma mito viva porquê Lauryn. Ao contrário das outras apresentações do dia, que tiveram adolescentes porquê protagonistas, o público desse show foi submetido por adultos. Leia mais sobre o show de Lauryn Hill no The Town.
Don Toliver
Don Toliver toca trap melódico no The Town
Don Toliver entregou um trap melódico e ‘autotunado’ em um show que teve pausa por motivos de segurança. Coube ao rapper texano esquentar o público do palco Skyline do The Town para a atração mais esperada deste sábado (6) de festival: Travis Scott, uma espécie de paraninfo músico dele.
A empolgação foi tanta que o público invadiu o fosso na frente do palco, reservado para fotógrafos e outros credenciados. Com isso, houve uma pausa de murado de 20 minutos na apresentação. O rapper pediu que os fãs se acalmassem. Depois, uma pessoa da organização repetiu várias vezes para que o público desse passos para trás e para o lado.
Antes do tumulto, Toliver despejou seu trap melódico com vocais emotivos “autotunados” e fortes influências do R&B, gênero surgido em igrejas e comunidades negras americanas nos anos 40 e {sigla} para ritmo e blues, responsável por ser o estilo base de outros porquê soul e rock. Leia mais sobre o show de Don Toliver no The Town.
Burna Boy
Com batidas africanas pesadas, Burna Boy entrega show potente e o auge vem com ‘Last Last”
Burna Boy mostrou por que é um dos nomes mais talentosos do afrobeats, o pop africano dançante que mistura batidas da Nigéria com o rap americano e o dancehall caribenho.
Diante de fãs aguardando o headliner Travis Scott, o cantor nigeriano apresentou sua mistura pulsante para jovens que pareciam não conhecê-lo tão muito.
Com uma baita presença de palco e orquestra afiada, Burna encheu o show de batidas que bebem de ritmos mais manjados porquê R&B e estilos dançantes da África Ocidental. No show, esse som pesado se traduziu em sons graves que fizeram o peito do público tremer. A voz também grave também chamou atenção de quem foi apresentado a ele nesta noite. Leia mais sobre o show de Burna Boy no The Town.
Matuê
Não foi só Matuê que cantou ‘Kenny G’; a plateia fez secção no show
O cearense Matuê subiu ao palco do The Town para um mar de jovens extasiados. Assim porquê fez no Rock in Rio 2024, ele se apresentou no dia do headliner Travis Scott — com quem compartilha o estilo músico, o jeitão psicodélico e milhares de fãs adolescentes.
O rapper se apresentou à noite, reunindo uma povaréu impressionante que sabia os versos sobre droga e sexo na ponta da língua. Matuê mal precisou se esforçar para engajar o público, mas trouxe cenário e look à fundura, além dos convidados Teto, Wiu e Brandão. Leia mais sobre o show do Matuê no The Town.
Filipe Ret
Filipe Ret encerra show com “Deus perdoa”
Filipe Ret fez um show engajado e levou uma povaréu a seu show, mesmo sendo o primeiro show do palco Skyline. A apresentação foi envolvente e engajada.
O músico celebrou nomes importantes do trap e funk do país. O rapper chegou ao som de “Uma Era”, em cima de uma estrutura que ilustrava portas de um luxuoso portal. Em seguida, ele engatou nos hits “Da Onde Eu Venho” e “Namoro Americano”. Leia mais sobre o show de Filipe Ret no The Town.
MC Cabelinho
MC Cabelinho canta X1 e público do The Town faz rodinha
MC Cabelinho animou a plateia de adolescentes, mas cantou pouco em seu show. O artista de 29 anos apresentou seu repertório sobre ostentação, drogas e sexo, muitas e muitas vezes apontando o microfone para um mar de jovens completar as letras.
Eles sabiam todas, enfim Cabelinho é, hoje, um dos nomes mais populares da geração Z — os nascidos a partir de 1995 dominaram o Autódromo de Interlagos, em São Paulo, neste primeiro dia de festival.
O artista é espargido por fazer a ponte entre o funk carioca e o trap, vertente mais arrastada do rap, que nos últimos anos ganhou as paradas musicais e um espaço considerável nesse tipo de evento. Leia mais sobre o show de MC Cabelinho no The Town.
Leia mais: Filas de comida no The Town duram entre 15 a 30 minutos; evento tem dezenas de opções
Karol Conká, Ebony e Ajuliacosta
Vozes femininas do rap abrem The Town com Karol Conká, Ebony e Ajulia Costa
Um show com Karol Conká, Ebony e Ajuliacosta marcou a sinceridade do The Town 2025. A apresentação do trio mostrou a força crescente feminina no cenário do rap e do trap. O trio dividiu a cena em um show marcado por empoderamento, oração antirracista e a potência de uma novidade geração que vem renovando o gênero no país.
Ao final da apresentação, elas dividiram o microfone em homenagem às mulheres que abriram caminho no rap pátrio, reforçando que o espaço hoje conquistado é fruto de luta coletiva e que novas vozes seguem chegando com força. Leia mais sobre o show de Karol Conká, Ebony e Ajuliacosta no The Town.
Leia também: Sinceridade do The Town com Karol Conká, Ebony e Ajuliacosta mostra potência do rap feminino
Sinalizadores são vistos acesos no público durante show de MC Cabelinho

Fonte G1

Tagged

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *