The Town 2025: O que deu certo e o que deu errado na estreia do festival em São Paulo?

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Roberta Medina responde dúvidas sobre estrutura do The Town
A segunda edição do festival The Town terminou neste domingo (13), em São Paulo. Em cinco dias divididos em duas semanas de evento, mais de 400 milénio ingressos foram vendidos para o evento no Autódromo de Interlagos. Travis Scott, Green Day, Backstreet Boys, Mariah Carey e Katy Perry foram as atrações principais.
Aquém, o g1 lista o que deu visível e o que deu inexacto no festival irmão mais novo do Rock in Rio, que volta a suceder em 2026. A edição de 2027 do The Town, por sua vez, também está confirmada. Os eventos acontecem uma vez a cada dois anos.
No vídeo do topo, Roberta Medina, principal executiva do The Town, responde as principais dúvidas de fãs do festival.
O que deu visível
Parque de diversões consolidado
Já virou clichê declarar que Rock in Rio e The Town não são somente um festival de música. Sim, eles são também um parque de diversões com brinquedos porquê serra russa, tirolesa e megadrop. A maioria do público dá sinais de validar a pluralidade de atrações zero musicais.
Filas de brinde sem atrapalhar circulação
As filas para lucrar brindes foram um sucesso. É provável curtir só os shows e tentar evadir dessas muvucas em ativações de marcas? Simples. Mas muita gente gosta de participar de dinâmicas e lucrar mimos. Diferentemente da primeira edição, desta vez a disposição dos estandes e dos palcos não atrapalhou a movimentação das pessoas. Antes, todos passaram por perrengues e apertos. Desta vez, não foi preciso se espremer para desviar das filas em ativações de marcas.
Dias do trap e do rock
O primeiro término de semana recebeu os dois dias com mais público e com alguns dos melhores shows desta edição. Único dia com os 100 milénio ingressos esgotados, o sábado (6) foi subjugado por um público jovem uniformizado com os “óculos do Travis Scott”, headliner do primeiro dia. Foi o auge de um dia de batidas graves, vozes distorcidas e letras sobre os vários prazeres da vida, porquê é geral nesse sub estilo do rap. O dia do rock também foi um acerto, principalmente pelos ótimos shows de Green Day e Iggy Pop.
Banheiros quase sem filas
Fãs reclamaram que alguns banheiros sem papel higiênico. No universal, porém, os sanitários estavam limpos e sem superlotação. Havia visores que mostram qual era a porcentagem de ocupação de cada banheiro e a maioria não teve filas. Embora a organização tenha afirmado ter uma avaliação de 9.2 de 10 para os banheiros e uma grande equipe dedicada à limpeza, reconheceu as críticas pontuais e a valor de sempre melhorar.
Muitas opções de comida
Ranking de comidas do The Town
A gastronomia no The Town conquistou o público do evento. Entre as opções do cardápio, estavam pizzas, hambúrgueres, espetinhos, macarrão momentâneo e sanduíches no pão de forma. O macarrão momentâneo era a opção mais barata e custava R$ 12. Os sanduíches de pão de forma variavam de R$ 28 a R$ 40. Já o hambúrguer era comprado por R$ 35 a R$ 55. Na Market Square, as opções eram mais caras, porém as opções eram muito variadas e gourmetizadas.
Transporte legalizado
Porquê ir ao The Town
As linhas do metrô e da CPTM funcionaram 24 horas para atender o público. Opções de linhas especiais também ficaram disponíveis: o Trem Expresso The Town, com mais facilidade e comodidade até a chegada ao Autódromo; e o Ônibus The Town Express, com embarque e desembarque em terminais estratégicos da cidade de São Paulo. Alem da estação Autódromo, distante 850 metros do festival, a estação Cidade Dutra operou somente para o evento. Era ainda mais perto: a 500 metros do portão G, mas com uso individual para o trem expresso The Town.
O que deu inexacto
Intervalo dos palcos principais
Quanto se caminha no The Town?
Quem vai ao Rock in Rio está viciado a espaços planos e a caminhadas não tão grandes para curtir a maioria das atrações e ativações. A organização tentou manter essa particularidade na primeira edição. A teoria era tornar o Autódromo de Interlagos mais projecto e aproximar os palcos e áreas de lazer. Mas houve dificuldade para a locomoção, porque as ativações de marcas tiveram filas que prejudicaram a estirão dos fãs.
Desta vez, a teoria foi aumentar a intervalo dos dois palcos principais. Muitos fãs reclamaram: a intervalo do palco The One para o Skyline era de 1 km e durava murado de 12 minutos. A organização explicou que a intervalo foi propositado para melhorar a qualidade dos serviços (porquê banheiros e bares) e gerir o grande fluxo de pessoas, ampliando o tempo de pausa entre os shows.
Palco Skyline
O palco Skyline recebeu muitas críticas negativas do público na primeira edição. E elas se repetiram na segunda edição, porque pouco mudou na estrutura. A carência de inclinação, a profundidade do palco e a presença de estruturas técnicas tapando a visão foram aspectos considerados pontos fracos do lugar onde se apresentaram as atrações mais famosas.
Sem palco de eletrônica
O palco New Dance Order trazia um line-up completo de eletrônica, mas agora não há mais várias atrações para quem curte leste estilo. No lugar dele, foi criado a experiência The Tower, com dançarinos fazendo coreografias e um enorme “Dragão”. Só um DJ tocou em cada uma das cinco noites. A teoria de fazer uma espécie de evento de fecho posteriormente o último show principal da noite foi aprovada por secção do público, mas é uma pena que um festival deste porte não tenha mais um espaço com várias atrações da eletrônica
Uso de sinalizadores
Público acende sinalizadores em show de Travis Scott
O uso de sinalizadores correu solto no primeiro término de semana, principalmente nos shows de trap. As imagens de luzes coloridas e fumaça no meio do público do festival chamaram atenção e dividiram opiniões: para alguns, é um elemento que torna inolvidável a experiência da plateia; para outros, trata-se de uma prática perigosa. O uso é proibido e o festival disse que tenta moderar a ingressão dos artefatos. Segundo o festival, “murado de dois milénio profissionais estão dedicados à segurança do The Town, além de drones e 95 câmeras espalhadas na Cidade da Música. A segurança do festival está atenta ao uso de sinalizadores nos shows e retira do evento quem estiver portando ou utilizando o dispositivo.”
Falta de espaços para sota
O público sentiu falta de lugares adequados para resfolgar entre os shows, mormente fora da dimensão principal do Skyline, onde havia grama. Muitos recorriam ao soalho, já que a grama originário é mais escassa e a sintético no Skyline foi diminuída devido a problemas de circulação na primeira edição. A sugestão de puffs, redários ou outros espaços confortáveis foi feita. A organização sugeriu levar cangas para aproveitar os “morrinhos do autódromo” para sota
Poucas bebidas não alcoólicas
Alguns fãs tiveram dificuldade em descobrir refrigerantes ou outras bebidas não alcoólicas, encontrando predominantemente opções alcoólicas. A organização garantiu que todos os bares possuem refrigerante e que existem vários pontos de hidratação gratuita espalhados pelo espaço.

Fonte G1

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