Trump e infantino reforçam aliança às vésperas da copa

Trump e Infantino reforçam aliança às vésperas da Copa – 17/05/2025 – Esporte

Esporte

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, colocou uma vez que adorno logo detrás da cadeira onde se senta no Salão Oval, de onde assina e despacha decretos, a taça que será entregue ao vencedor do Mundial de Clubes da Fifa (Federação Internacional de Futebol). O evento será sediado levante ano nos Estados Unidos, que também receberão a Despensa do Mundo em 2026.

O troféu foi entregue e deixado lá temporariamente pelo presidente da entidade, Gianni Infantino, em uma visitante à Moradia Branca em março deste ano. Simboliza não só a relevância que Trump está dando ao evento mas a boa relação com o dirigente, nutrida desde o seu primeiro procuração (2017-2021).

A Despensa do Mundo será sediada em conjunto com o Canadá e o México, antigos aliados com os quais Trump tem travado embates. O presidente americano, no entanto, tem usado a proximidade com Infantino para provar poder em relação aos vizinhos e se exaltar uma vez que o líder dos três na transporte do evento esportivo. Ele tem o respaldo do presidente da Fifa, que faz questão de adulá-lo.

O encontro na Moradia Branca foi uma das pelo menos seis ocasiões em que eles estiveram juntos neste ano. A mais recente foi durante a primeira viagem internacional desde que tomou posse, à Arábia Saudita.

Infantino acompanhou Trump em reuniões com autoridades na Arábia Saudita e também participou de uma cerimônia no Qatar —onde ocorreu a Despensa do Mundo de 2022—, que representou o repasse simbólico da sede do campeonato de um sítio para o outro, ao longo de terça (13) e quarta (14). Não havia representantes de Canadá e México no sítio.

Essa viagem levou Infantino a atrasar a reunião anual da Fifa, prevista inicialmente para terça. Segundo o The Athetic, ele primeiro mudou a data e depois solicitou que a reunião principal começasse horas depois do previsto em razão do seu retorno do Oriente Médio. Segundo o jornal, oito membros da Uefa (União das Associações Europeias de Futebol) que fazem secção do parecer da Fifa deixaram a reunião contrariados com a postura do presidente.

A relação tem recebido críticas pelo que é visto uma vez que um risco à independência política da Fifa, enquanto Trump se aproveita da projeção em torno de um esporte aclamado por todo o mundo.

“As mudanças de última hora nos horários do Congresso da Fifa são profundamente lamentáveis. Modificar a programação de forma repentina, aparentemente unicamente para acomodar interesses políticos privados, não presta nenhum serviço ao futebol e parece colocar os interesses do esporte em segundo projecto”, disse a Uefa em enviado.

Antes disso, Infantino e Trump reforçaram seus laços neste ano em outros encontros. Em 17 de janeiro, o dirigente foi à lar do republicano em Mar-a-Lago conversar sobre a organização do Mundial de Clubes deste ano e da Despensa do Mundo.

No dia 19 daquele mês, na véspera da posse de Trump, o presidente da Fifa foi ao comício da vitória organizado pelo republicano, que o citou nominalmente e agradeceu pela presença. “Muito, esta é a Fifa no supremo do seu saudação; ser mencionada pelo novo presidente dos Estados Unidos da América em seu comício de vitória, em seu exposição de vitória, é um tanto único, é lindo”, respondeu Infantino à era.

Depois, o presidente da Fifa integrou o seleto grupo de autoridades que foram ao Capitólio para prestigiar a cerimônia de inauguração do procuração do republicano. Trump decidiu fazer sua posse em sítio fechado devido ao tempo e, por isso, precisou restringir a lista de convidados ao evento.

Em março, Trump recebeu Infantino na Moradia Branca e criou uma força-tarefa para facilitar no planejamento da Despensa do Mundo de 2026. Na visitante, Infantino lembrou que os Estados Unidos sediarão o Mundial de Clubes, com inicio em junho. Os jogos vão suceder em 11 cidades, com uma premiação totalidade de US$ 1 bilhão (R$ 5,8 bilhões na cotação atual) destinada às equipes.

“A América dará as boas-vindas ao mundo. Haverá milhões de pessoas vindo, senhor presidente, milhões de pessoas”, disse Gianni, sobre a Despensa do Mundo, ressaltando o impacto econômico do evento. Já Trump exaltou o impacto dos dois torneios.

No último dia 6, os dois estiveram juntos para a primeira reunião da força-tarefa da Despensa. No mesmo dia, Trump havia recebido o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, e ressaltou seu libido de apensar o Canadá, país ao qual tem se referido uma vez que “51º estado americano”. O premiê respondeu, dizendo que a pátria não está à venda. Trump negou que haja tensões com o Canadá e o México e que isso vá atrapalhar a organização da Despensa do Mundo.

A relação de Trump e Infantino remonta ao primeiro procuração do republicano, entre 2017 e 2021.

A parceria começou a se solidificar em 2018, quando os Estados Unidos disputaram com Marrocos o recta de sediar a Despensa do Mundo de 2026. Trump se envolveu diretamente na campanha da candidatura norte-americana —que incluía também Canadá e México— e publicou ameaças veladas a países que não apoiassem a proposta.

A postura recebeu críticas, mas não de Infantino, empossado presidente da Fifa em 2016. Em seguida a vitória dos Estados Unidos, Infantino foi recebido por Trump na Moradia Branca, na Sala Oval, em uma visitante lida uma vez que gesto de base reciprocamente.

Depois, em janeiro de 2020, Infantino participou do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, que precedeu um jantar oferecido por Trump a líderes internacionais e investidores.

Em setembro daquele ano, Infantino foi a Dubai no momento em que foi anunciado o Negócio de Abraão —o marco da normalização das relações entre Israel e Emirados Árabes Unidos. A negociação foi intermediada por Jared Kushner, genro de Trump, e indicou um alinhamento do dirigente esportivo com a política norte-americana.

Folha

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *