Veja os produtos que serão cada vez mais presentes no

Veja os produtos que serão cada vez mais presentes no nosso cotidiano – 08/01/2026 – Tec

Tecnologia

No início de cada ano, analiso as novidades dos produtos de tecnologia para alertar sobre quais inovações podem realmente afetar seu dia a dia em meio a muitos modismos que você pode ignorar.

No pretérito, muitas tendências apareceram repetidamente nesta lista, uma vez que a lar inteligente, tecnologia fitness e carros elétricos, porque a tecnologia levou tempo para entregar o que fora anunciado. (Nem tudo dá visível; enquanto os dois últimos exemplos se tornaram populares, a tecnologia de lar inteligente ainda tem algumas arestas a serem aparadas)

Agora, é inegável que a lucidez sintético generativa, a tecnologia que impulsiona os chatbots, está mudando rapidamente uma vez que muitas pessoas usam seus dispositivos e navegam na web. O boom da IA também está levando empresas de tecnologia a testar a venda de novos gadgets que podem suceder o smartphone.

E o sentimento amplamente positivo dos consumidores em relação aos carros autônomos ajudou os táxis robôs Waymo do Google a ganharem força em grandes cidades, preparando esses serviços para expandirem significativamente leste ano, inclusive para rodovias.

Cá estão as tendências para permanecer de olho leste ano.

Nos últimos 15 anos, Apple, Google e Amazon apostaram que seus assistentes de voz Siri, Google Assistant e Alexa convenceriam as pessoas a falarem com seus computadores para realizar tarefas do dia a dia. Essa visão não se concretizou exatamente. As pessoas usam assistentes de voz principalmente para algumas tarefas básicas, uma vez que verificar o clima, tocar músicas e configurar temporizadores de cozinha. É vasqueiro ver pessoas falando com assistentes de voz em público.

Mas podemos finalmente ver uma mudança no comportamento do consumidor com a crescente popularidade de chatbots de IA uma vez que ChatGPT da OpenAI, Gemini do Google e Claude da Anthropic. Muitas pessoas já estão conversando com os bots por meio de texto. Portanto, é razoável prever que, à medida que as vozes de IA começam a toar mais humanas, mais pessoas começarão a falar com seus computadores, mesmo em público, afirmou Lucas Hansen, fundador da CivAI, uma organização sem fins lucrativos que educa as pessoas sobre as capacidades e consequências da IA.

“Cada vez mais pessoas estão conversando com a IA, não exclusivamente uma vez que um mecanismo de procura, mas uma vez que um parceiro de conversa”, disse ele. “Se você puder colocar seus fones de ouvido e falar com ela uma vez que se estivesse em uma relação telefônica, portanto é menos óbvio para pessoas aleatórias passando que você está conversando com uma IA”.

2- A procura continua por um sucessor do smartphone

Semelhante à rotatividade de laptops, as atualizações anuais de smartphones tornaram-se rotina. (Mais rápido, com mais bateria e uma câmera melhor!) Embora os telefones não estejam desaparecendo, a aceleração da IA criou uma oportunidade para empresas de tecnologia experimentarem dispositivos que esperam ser o próximo queridinho, e algumas empresas estão apostando possante em óculos inteligentes.

Os óculos Ray-Ban Meta, que as pessoas usam para tirar fotos e ouvir música, têm ido muito nas vendas, com milhões de unidades comercializadas até o momento. Agora, a Meta está redobrando a aposta. No final do ano pretérito, a empresa começou a vender o Meta Ray-Ban Display, que inclui uma tela do dedo para mostrar dados e aplicativos no esquina do olho do usuário.

Outras empresas de tecnologia, incluindo Google e a startup Pickle, revelaram óculos semelhantes com telas.

Se isso soa familiar, é porque é. O Google tentou famosamente vender o Google Glass, um headset com uma tela transparente e câmera, há mais de uma dez. O dispositivo foi um fracasso retumbante em grande secção porque era mal-parecido, referto de truques e terrível para pessoas que não gostavam de ser vigiadas.

Desta vez, as empresas de tecnologia esperam que os companheiros de IA conversacionais incorporados em seus óculos possam tornar os dispositivos mais atraentes.

A Apple ainda está apostando que a próxima grande tendência depois do telefone é um telefone novo e civilizado. Levante ano, a empresa planeja lançar seu primeiro iPhone com uma tela que pode ser desdobrada para aumentar seu tamanho, assemelhando-se a um iPad menor, de tratado com uma pessoa informada sobre o resultado, que não estava autorizada a falar publicamente.

Concorrentes uma vez que Google e Samsung vendem telefones dobráveis há anos, mas os dispositivos permaneceram um nicho, em secção devido ao seu elevado preço (supra de R$ 9.000) e problemas de espaço.

Um porta-voz da Apple recusou-se a comentar.

3- IA está mudando a forma uma vez que navegamos na web

A IA está transformando a web, quer gostemos ou não. Quando fazemos uma procura no Google, uma resposta gerada por IA geralmente é a primeira coisa que vemos. O chatbot de IA da Meta está integrado ao Instagram e WhatsApp, sem opção de desativá-lo.

Empresas uma vez que OpenAI e Browser também lançaram navegadores web com assistentes de IA integrados que respondem às nossas perguntas sobre os sites que estamos explorando. No Windows, a Microsoft agora inclui um assistente de IA, o Copilot, que responde às perguntas dos usuários. A IA tornou-se quase inevitável.

O New York Times processou a OpenAI e a Microsoft, alegando violação de direitos autorais de teor de notícias relacionado a sistemas de IA. As empresas negaram essas alegações.

Para se diferenciar, o Mozilla, criadora do navegador Firefox, adotou uma abordagem menos agressiva com a IA. No ano pretérito, adicionou ferramentas de IA ao navegador para somar artigos e obter ajuda de um assistente, mas, em vez de ativar os recursos por padrão, disse que os usuários tinham a opção de participar.

No entanto, espere que a “IA-ificação” da web continue leste ano. O Google disse que está planejando incorporar sua tecnologia de IA em aplicativos que usamos todos os dias, uma vez que o Gmail, para somar e-mails e conceber respostas. O Google também deve expandir leste ano o AI Mode, seu novo mecanismo de procura que permite às pessoas conversar com um assistente de IA para obter respostas às suas perguntas, com novas ferramentas para compras online e reservas de mesas em restaurantes.

4- Táxis autônomos estão se espalhando

Em um sinal simples de que os táxis robôs vieram para permanecer, a Waymo, o serviço de táxi autônomo do Google, está avançando de forma intensa, apesar de problemas recentes na cidade de San Francisco.

No mês pretérito, uma queda de pujança em San Francisco fez com que os Waymos bloqueassem cruzamentos e ficassem presos no trânsito, e a empresa suspendeu os serviços por um dia. O incidente levantou questões sobre uma vez que os carros poderiam simbolizar riscos de segurança em situações de emergência, uma vez que terremotos e apagões.

A Waymo disse que os semáforos desativados causaram atrasos nos tempos de resposta dos carros, o que contribuiu para o congestionamento, e que aprenderia com o incidente.

Secção dos moradores da cidade defendeu o serviço, observando que os robotáxis são geralmente mais seguros do que motoristas humanos.

“Do ponto de vista da segurança, eles seguem as regras”, comentou Carolina Milanesi, crítico de tecnologia de consumo da empresa de pesquisa Creative Strategies. “Muita da negatividade que existia no início desapareceu.”

No final do ano pretérito, a Waymo, que opera 2.500 veículos em San Francisco, Phoenix, Los Angeles, Atlanta e Austin, começou a permitir que alguns passageiros usassem os robotáxis em rodovias, inclusive para aeroportos.

A Zoox, serviço de táxi autônomo da Amazon, também começou a oferecer viagens em San Francisco, e a Tesla tem testado seus veículos na cidade. E esta semana, a Uber revelou seu novo robotáxi, que planeja lançar leste ano.

Em outras palavras, se você ainda não andou em um carruagem autônomo, leste ano pode finalmente ser a hora.

Folha

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