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Você não consegue identificar algo escrito por IA – 24/12/2025 – Economia

Tecnologia

É fácil identificar quando alguma coisa foi escrito por perceptibilidade sintético, não é? O texto soa excessivamente genérico. Mesmo sendo impressionante, falta personalidade. Ou por outra, há os sinais óbvios —os travessões, os exemplos seguindo a “regra de três” e o uso jacente de palavras porquê “aprofundar” e “enfatizar”. A escrita, porquê disse um pesquisador de learning machine (estágio de máquina, em tradução livre), é “mediana”.

No entanto, cada um desses supostos sinais óbvios pode ser aplicado à escrita humana. Três exemplos em sequência são uma formulação geral na narrativa. Palavras porquê “aprofundar” são usadas em ambientes profissionais para dar ênfase. Jornalistas adoram travessões. Zero disso é restrito da IA.

Leia os guias “porquê identificar IA não divulgada” de sites porquê a Wikipédia e você receberá muitos conselhos contraditórios. Tanto a repetição quanto a variação são supostamente indicadores. Até mesmo os fornecedores de ferramentas de detecção de IA reconhecem que, porquê os modelos de perceptibilidade sintético estão evoluindo e “a escrita humana varia amplamente”, eles não podem prometer precisão. Isso não impediu o surgimento de uma indústria de “especialistas” online declarando que conseguem identificar quando alguma coisa aparentemente escrito por uma pessoa foi realmente gerado por IA.

A teoria de que temos uma capacidade inata de identificar a profundidade humana nas palavras é uma ilusão. Sei disso porque no ano pretérito fui enganada e passei 15 minutos da minha vida conversando com um chatbot que se passava por um corretor de imóveis no WhatsApp. Olhando para trás, talvez o exaltação deles com a minha procura por um apartamento devesse ter sido um sinal. Mas não havia zero incomum nas palavras. Na verdade, a única razão pela qual sei que era um chatbot é porque ele me disse —alguma coisa que me provocou tanta raiva que imediatamente o bloqueei.

Cá estão algumas estatísticas que encontrei para me sentir melhor sobre todos aqueles minutos desperdiçados. Uma pesquisa Ipsos com 9.000 pessoas publicada no mês pretérito descobriu que 97% das pessoas não conseguiam enobrecer entre uma música gerada por IA e uma humana. E no ano pretérito, uma pesquisa da Universidade de Pittsburgh com mais de 1.600 pessoas convidadas a ler poesias escritas por humanos e IA descobriu que elas eram mais propensas a declarar que os poemas gerados por IA haviam sido escritos por pessoas.

Esses estudos contrariam a teoria que muitos de nós temos de que podemos instintivamente identificar quando alguma coisa é IA.

É verdade que os melhores textos têm um calor ou estranheza tangível que seria difícil de replicar. Mas muitos textos não são assim. O mundo está referto de textos desinteressantes, muitos deles usados para treinar modelos de linguagem. O texto gerado por IA está somente refletindo essa verdade.

Isso não significa que os grandes modelos de linguagem (LLMs, na {sigla} em inglês) não escrevam com frases excessivamente uniformes e não repitam certas palavras. Eles fazem isso. Mas não a ponto de esses traços serem sinais infalíveis. Um editor de um jornal lugar canadense viralizou neste ano ao expor um freelancer que aparentemente usava perceptibilidade sintético para inventar reportagens. Embora ele tenha afirmado que suas “frases mecânicas” deveriam ter sido um sinal, o que realmente levantou sua suspeita foi o roupa de que alguém com publicações em jornais de Novidade York afirmava morar em Toronto. Foi o contexto, não o teor.

Os primeiros textos gerados por IA eram muito mais fáceis de identificar. Para inaugurar, frequentemente estavam errados. Agora chegamos a um ponto confuso: o teor produzido por IA está mais lapidado e é até incentivado em ambientes de trabalho, mas ao mesmo tempo tem status tão inferior que seu uso não proferido é visto porquê alguma coisa vergonhoso.

Apesar disso, há pouco interesse por marcas d’chuva que esclareceriam as coisas. Empresas de tecnologia fizeram um magnífico trabalho ao convencer o mundo de que qualquer tipo de restrição teria o dispêndio de “perder a corrida”. A União Europeia adiou a implementação de secção de sua Lei de Lucidez Sintético. O presidente Donald Trump quer barrar leis estaduais sobre IA.

Isso nos deixa num impasse. Se você suspeita que alguma coisa foi escrito por IA, pode perguntar nas redes sociais “Grok, isso é real?” ou grudar o texto em ferramentas de detecção porquê GPTZero, Copyleaks e Surfer. Nenhuma delas é infalível. O Surfer, inclusive, tem uma instrumento que promete “humanizar” textos produzidos por IA. Quando inseri um texto gerado por IA no humanizador e depois o submeti novamente ao detector do Surfer, ele indicou que o teor havia sido escrito 100% por um humano.

Resta, logo, o contexto. Se você sabe que o estilo de informação de alguém é resumido e essa pessoa aparece de repente com 800 palavras de texto rebuscado, provavelmente foi IA. Se um corretor de imóveis simpático tenta retirar conversa com você no WhatsApp, pergunte se ele é real. Erros porquê falhas de ortografia também tendem a indicar autoria humana. Mas não fique esperançoso demais. Você não reparou que as empresas de IA reduziram o uso de travessões quando eles passaram a ser vistos porquê um sinal de alerta? Se erros de ortografia forem suficientes para gerar crédito em textos de IA, bastaria programá-los.

Folha

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