O diretor, roteirista e produtor José Padilha não economiza elogios ao falar de Wagner Moura, com quem trabalhou no filme “Tropa de Escol” e na série “Narcos”.
“O Wagner não deixa zero a desejar em relação a Samuel L. Jackson, Gary Oldman, Michael Keaton, Rosamund Pike. Para mim, o Wagner é ‘top notch’ no mundo de ator”, afirma o cineasta em curso na CasaFolha, disponível no site casafolhasp.com.br.
Neste domingo (15), Wagner Moura concorre ao Oscar de melhor ator por sua atuação em “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Fruto, filme que disputa um totalidade de quatro categorias.
Padilha trabalhou com todos os atores que citou. Os três primeiros em “RoboCop”, uma superprodução de mais de US$ 100 milhões; a quarta em “7 Dias em Entebbe”.
Ele sua experiência para explicar, em uma das aulas na CasaFolha, uma vez que pensa a relação entre o diretor do filme e os atores —sejam astros e estrelas premiados, uma vez que no caso dessas produções, sejam novatos, uma vez que alguns que participaram de “tropa de Escol”, por exemplo.
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“A primeira decisão do diretor, na minha opinião a mais importante, é o casting do filme. Quem você vai escolher para fazer cada personagem? Isso é vida ou morte para o diretor”, afirma.
“A escolha do casting é mais importante do que a direção do ator durante o filme. Essa teoria de que o diretor vai ensinar o ator a atuar para aquele personagem enquanto ele filma é ‘wishful thinking’, é confiar em fada madrinha. Você tem que ter o ator visível para aquele personagem.”
No curso, Padilha diz que o casting é tão importante que é provável reescrever um personagem ou repensar uma cena (“sem estragar a sua história”) para aproveitar melhor o que um ator ou uma atriz pode entregar.
Para descobrir o ator visível, Padilha diz que, posteriormente ver outros filmes e conversar com muita gente, ele envia o roteiro para alguns candidatos. E, na primeira interação com cada um deles, há um ponto fundamental.
“Acho um erro o diretor querer transpor dizendo para o ator o que ele quer antes de o ator falar o que ele viu no personagem. Se o diretor sai dizendo para o ator o que ele quer, ele já perdeu uma chance de calcular se aquele ator vai funcionar ou não para aquele personagem.”
Padilha acha melhor entender uma vez que o ator enxerga o personagem e uma vez que pretende se preparar do que permanecer dando a sua própria visão sobre o filme.
“Eu tenho que ter o ator que sabe o que vai fazer. E tenho que deixar o ator com liberdade criativa. Porque, se eu permanecer interferindo no que o ator faz o tempo inteiro, o Wagner Moura, por exemplo, não é mais o Wagner. O Wagner começa a ser eu interferindo no Wagner, e eu perco alguma coisa de fundamental.”
Ao todo, a CasaFolha já tem 34 cursos exclusivos comandados por grandes personalidades em diferentes áreas, uma vez que o ex-ministro Pedro Malan, que explica uma vez que analisa a economia, o cineasta José Padilha, que aborda a arte de narrar histórias, a chef Helena Rizzo, que fala sobre subida gastronomia, e a Monja Coen, que ensina reflexão.
Outrossim, novos conteúdos são incluídos todos os meses na plataforma. Em fevereiro, por exemplo, estreou o curso de jornalismo com Sérgio Dávila, diretor de Redação da Folha. Em março, no dia 19, será a vez de Clóvis de Barros Fruto, com aulas exclusivas de filosofia.
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