Bruce Springsteen inaugura centro musical sobre seu legado – 05/07/2026 – Ilustrada
Bruce Springsteen há muito tempo luta com a âncora de Novidade Jersey. Mas o artista que ansiava evadir de “uma cidade enxurro de perdedores” no hino de 1975 “Thunder Road” sempre conseguiu encontrar o caminho de volta para vivenda.
Agora, com a inauguração do Bruce Springsteen Center for American Music, o emissário de Novidade Jersey —antes relutante, agora entusiasmado— está fincando uma bandeira de permanência em seu estado natal. O espaço de 2.800 metros quadrados —no campus da Monmouth University, a somente 1,6 quilômetro do calçadão de Jersey Shore— oferecerá aos visitantes uma exploração profunda da música americana quando perfurar no sábado.
“Fica em Novidade Jersey porque eu sou daqui —eu moro cá”, disse Springsteen, 76 anos, rindo em uma entrevista nos bastidores.
Para aqueles que possam questionar por que Novidade Jersey deveria homiziar uma coleção abrangente de artefatos e materiais relacionados à música americana, ele teve uma resposta mais definitiva: “Por que não!”
Instalado em um prédio de 50 milhões de dólares projetado pelo escritório CookFox Architects de Novidade York, o meio é uma novidade fronteira para um artista cuja curso de sete décadas inclui centenas de músicas, milhares de shows, um espetáculo na Broadway, uma autobiografia, uma cinebiografia de Hollywood e uma Medalha Presidencial da Liberdade.
Oferecido seu impacto cultural, o meio poderia facilmente ter se transformado em um monumento a Springsteen. Mas não era isso que o Boss tinha em mente.
“O smoking do Frank Sinatra era muito lítico, sabe?”, disse ele, referindo-se a uma peça de roupa que pertenceu a outro rebento de Novidade Jersey. O smoking é um dos centenas de itens em exposição, mais da metade deles relacionados a artistas que não são Springsteen.
De indumentária, assim porquê o som da E Street Band se inspira em muitas vertentes da música americana, o meio também inclui os diversos gêneros únicos do país.
“É mais ou menos logo que eu me vejo”, disse Springsteen. “Sou um pequeno gavinha em uma grande fluente. Sou o faceta que apareceu e meio que pegou a bandeira. É logo que funciona. Você corre com ela por um tempo e passa para o próximo. Acho que o meio reflete isso.”
Ter seu nome na lateral de um prédio pode ter sido novidade para ele, mas as festividades de inauguração o devolveram ao seu lugar de conforto —o palco.
Na quinta-feira à noite, na estádio de 4.100 lugares no campus de Monmouth, Springsteen trocou versos com Kenny Chesney em “This Land Is Your Land” de Woody Guthrie, desfilou pelos corredores em um second line no estilo de Novidade Orleans com Trombone Shorty e arrasou em um hino punk com letras de Guthrie ao lado dos Dropkick Murphys.
Na sexta-feira, Springsteen canalizou o espírito de Elvis Presley enquanto rosnava em “Jailhouse Rock”. Depois, sentou-se para presenciar Sheryl Crow cantando suavemente “I Fall to Pieces” de Patsy Cline e Mavis Staples oferecendo uma tradução enxurro de soul de “The Weight” do The Band.
Jon Bon Jovi e o guitarrista da E Street, Nils Lofgren, levaram seus amplificadores ao limite durante sua versão de “Rockin’ in the Free World” de Neil Young. Outros artistas que subiram ao palco incluíram Jackson Browne, Rosanne Cash, Public Enemy, Gary Clark Jr., Keb’ Mo’ e Valerie June.
Robert Santelli, fundador e diretor executivo do meio, atuou porquê rabi de cerimônias. As apresentações ocorreram pouco depois de vários artistas anunciarem que não participariam do evento Freedom 250 deste verão, uma série de shows organizada pelo presidente Donald Trump programada para suceder no National Mall em Washington.
“A forma porquê Bob organizou essas duas noites, que é levando você através da história da música americana, com todos esses artistas que generosamente doaram seu tempo, é realmente o que deveria estar acontecendo nacionalmente, e deveria estar acontecendo no Mall”, disse Springsteen. “Logo é bom que esteja acontecendo, de qualquer forma.”
A política tem sido mediano na música e nos shows de Springsteen no último ano. Enfurecido pelas ações do governo Trump, incluindo o desmantelamento da Dependência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional, ele foi levado ao limite pelos assassinatos de dois americanos por agentes federais em Minneapolis.
“Alex Pretti morreu em uma manhã de sábado, e eu recebo uma relação: ‘Vamos para Minneapolis'”, disse Jon Landau, empresário de longa data de Springsteen. “Eu disse: ‘Não, não vamos hoje. Vamos esperar.’ Eu disse: ‘Por que você não vai grafar uma música?'”
Em cinco horas, Springsteen enviou a letra de “Streets of Minneapolis”. Ele a gravou dois dias depois.
As apresentações terminaram com Bon Jovi se juntando a Springsteen e ao guitarrista da E Street Band, Stevie Van Zandt, para tocar “I Don’t Want to Go Home”, um hino não solene da Jersey Shore e de sua vivenda de shows mais emblemática, o Stone Pony, em Asbury Park. Era lá que Springsteen, Van Zandt, Southside Johnny and the Asbury Jukes e outros costumavam tocar covers regados a cerveja até o amanhecer.
Bon Jovi e Springsteen, dois ícones do rock americano nascidos em Novidade Jersey, não costumam dividir o mesmo palco. A apresentação deles (com recta a participação privativo de Flavor Flav, do Public Enemy) foi uma proclamação do lugar vital de Novidade Jersey na história da música, ao mesmo tempo em que demonstrou o espírito combativo que animou movimentos musicais americanos do soul ao punk, do hip-hop ao rock de bar.
À medida que a renome de Springsteen crescia, a premência de um registro se tornou evidente.
“Durante anos, ele simplesmente mandava caixas para a vivenda da mãe dele”, disse Landau.
Ainda assim, o Boss estava indeciso.
“Parecia pretensioso demais”, disse Springsteen. “Tipo, ei, você realmente quer seu nome em um prédio? Vai saber o que você ainda pode aprontar?”
Além de ter um meio cultural devotado ao seu legado, Springsteen tem uma visão para o porvir do espaço.
“À medida que minha própria relevância diminuir, ficarei feliz com uma pequena vitrine de vidro, com o importante do que fiz, ladeado por um monte de outros músicos incríveis”, disse ele.
“Logo, eu gostaria de ver isso realmente continuar porquê um meio de música americana”, continuou, “e ser um lugar que atraia jovens que buscam um tino de ininterrupção histórica, um tino de inspiração, um tino de porquê a música americana molda a cultura e porquê a cultura molda a política. Somente um lugar que vai expandir, inspirar e educar sua mente, sua psique e seu coração.”
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