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China cria aparelho com IA e laser para matar mosquitos
Tecnologia

China cria aparelho com IA e laser para matar mosquitos – 30/10/2026 – IA


Changzhou (China)

| The New York Times
Para quem já perdeu o sono com o zumbido infernal dos mosquitos, a IA (lucidez sintético) pode estar prestes a oferecer uma solução —equipada com um laser.

Uma empresa chinesa começou a comercializar um aparelho de US$ 1.000 (R$ 5.432) equipado com lucidez sintético, capaz de rastrear mosquitos em voo e queimar suas asas. O dispositivo usa tecnologia presente em carros autônomos para localizar os alvos e recorre à IA para sentenciar quando é seguro disparar.


Dispositivo usa tecnologia de carros autônomos para localizar mosquitos e conta com sensores para evitar disparos contra pessoas e animais

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Handout – 23.nov.15/Reuters

Em uma prova recente nos escritórios da empresa responsável pelo aparelho, o equipamento pareceu bastante eficiente. A máquina branca, quase do tamanho de um tijolo, atingiu rapidamente um mosquito depois o outro. Cada inseto era consumido por uma pequena labareda virente ou azul, acompanhada de um estalo humilde.

Para quem já desejou uma morte terrível aos mosquitos, trata-se de uma maneira bastante tecnológica de realizar esse libido. O laser proporciona um término cruel, mas não rápido. Mosquitos que têm as asas queimadas podem levar horas ou até dias para morrer, permanecendo no pavimento e se contorcendo levemente, afirmou Wang Chuan, presidente-executivo e fundador da Photon Matrix, sediada em Changzhou, a respeito de 160 km a noroeste de Xangai.

Depois a prova, examinei os mosquitos atingidos. As asas pareciam ter perdido, mas as pernas e os corpos estavam intactos. Nenhum deles conseguia voar, mesmo quando passei a mão diretamente sobre os insetos.

O aparelho, porém, traz um risco potencialmente perigoso. Um laser potente o suficiente para incapacitar um mosquito também pode promover danos aos olhos humanos.

Chamado “Laser Mosquito Air Defense System” (sistema de resguardo aérea a laser contra mosquitos, em tradução livre), o dispositivo utiliza um laser de classe quatro, a categoria mais potente, normalmente reservada a aplicações industriais. Esse tipo de equipamento pode provocar lesões na retina em menos de um segundo, e sua comercialização e uso são rigidamente regulamentados.

Embora os Estados Unidos liderem o desenvolvimento dos modelos mais avançados de lucidez sintético, o aparelho mostra a rapidez com que a China incorpora recursos de computação de cumeeira desempenho a produtos de consumo. A tecnologia também tem potencial militar. Não é difícil imaginar porquê um sistema que hoje rastreia e derruba mosquitos poderia ser ajustado para atingir drones no horizonte.

Wang afirmou que a empresa procura aprovação regulatória na China, na Europa e nos Estados Unidos e disse confiar que a autorização chinesa está próxima.

Nos Estados Unidos, fabricantes podem principiar a vender novos dispositivos a laser depois de apresentar a documentação exigida à FDA (Food and Drug Administration), que não testa os produtos, afirmou Ken Barat, ex-responsável pela segurança de lasers no Laboratório Vernáculo Lawrence Berkeley. Ele supervisionou a elaboração dos padrões técnicos internacionais para lasers de pesquisa.

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Barat disse que os diversos mecanismos de segurança da Photon Matrix podem tornar o aparelho seguro. Mas fez uma salvaguarda: um laser de classe quatro projetado para se concentrar em alguma coisa tão pequeno quanto um mosquito pode concentrar “muita vigor” em uma espaço reduzida.

A Photon Matrix testou inicialmente lasers menos potentes, de classe três, mas constatou que eles não conseguiam incapacitar os mosquitos de maneira confiável, segundo Wang. A empresa optou por um laser de classe quatro e limitou cada disparo a um centésimo de segundo —tempo suficiente, de combinação com ele, para queimar as asas e reduzir, mas não expulsar, o risco de danos aos olhos. Uma vez que as asas têm pouca capacidade de chupar calor, elas são queimadas antes que o corpo do mosquito seja muito afetado.

Para proteger pessoas e animais de estimação, uma câmera equipada com IA os reconhece e impede o disparo do laser. O sistema também identifica superfícies refletoras, que poderiam fazer os feixes ricochetearem em direções imprevisíveis. Um sistema de infravermelho ilumina o envolvente para permitir o funcionamento da câmera à noite. Um radar separado detecta movimentos de pessoas ou animais no caminho do laser, mesmo na trevas totalidade.

Os compradores também precisam passar por um teste de segurança com 15 perguntas, entre elas qual é o cômodo menos adequado para instalar o aparelho. (A resposta é o banheiro, por razão da subida umidade, do espaço confinado e das superfícies refletoras.) Exclusivamente quem acerta todas as questões pode cadastrar uma sentimento do dedo para ativar a máquina.

A caça aos mosquitos utiliza “LIDAR” —{sigla} em inglês para detecção e alcance por luz, tecnologia amplamente empregada em carros autônomos. O aparelho emite 100 milénio pulsos de laser extremamente fracos por segundo para mapear uma espaço em um projecto bidimensional à sua frente. Assim, consegue rastrear objetos em movimento menores que uma ervilha quando eles atravessam esse projecto.

A teoria de derrubar mosquitos em pleno voo com lasers é anterior ao atual progresso da IA (lucidez sintético). Em 2010, a Intellectual Ventures, empresa fundada por um ex-diretor de tecnologia da Microsoft, apresentou um sistema semelhante de combate a mosquitos, mas nunca o produziu em graduação industrial.

A Photon Matrix afirmou ter recebido 5.000 pedidos antecipados, com pagamento, pelo aparelho e fechado contrato com uma trabalhador terceirizada. A produção em volume deve principiar nas próximas semanas.

Wang já planeja uma novidade geração do dispositivo, capaz de disparar pulsos ainda mais curtos. Com um protótipo horizonte, ele espera que a umidade dos olhos absorva a vigor do laser antes que ela alcance a retina.

Folha

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