Funcionários de grandes empresas passaram a receber uma espécie de mesada para gastar com modelos de perceptibilidade sintético. Porquê em uma feira de ciências, a proposta é de que eles testem ideias para gerar ferramentas valiosas para os seus patrões.
Na Nvidia, companhia que mais ganhou numerário com o boom da IA, cada funcionário pode gastar até US$ 10 milénio (R$ 52 milénio) ao mês. O Nubank diz que investe US$ 500 milénio (R$ 2,6 milhões) mensalmente em “vales IA” para os seus murado de 9.000 colaboradores usarem plataformas porquê ChatGPT e Claude.
O Nubank, além de dar murado de R$ 1.000 mensais em créditos de IA por pessoa, divulga um boletim interno sobre o uso da tecnologia. Os funcionários que mais usam os chatbots nas suas atividades são destacados em um relatório interno visto pela reportagem.
As métricas de uso de IA são citadas junto a relatórios de desempenho, que consideram, por exemplo, o quanto de economia e de receita o colaborador gerou para o caixa da empresa. Esses dados ajudam gestores na avaliação dos funcionários.
O Nubank foi procurado pela reportagem para comentar o uso dessas métricas e não quis comentar o tema.
Um temor de outros diretores dedicados à perceptibilidade sintético é de que os funcionários usem os créditos em plataformas de IA para atividades que não tenham a ver com o trabalho, porquê ocorreu na Amazon. Reportagem do Financial Times mostrou que os trabalhadores da empresa estavam inventando tarefas para inflar seus números em relatórios internos.
Para evitar pressionar os funcionários, a Magalu aloca os créditos por dimensão de operação, e os gestores incentivam a adoção das melhores ideias vindas das experiências dos funcionários. O CEO da varejista, Frederico Trajano, afirma que já investiu algumas dezenas de milhões de reais em “tokens”, que são fragmentos da informação processados pelos modelos usados porquê base para a cobrança. A termo desalinhado, por exemplo, tem três tokens: “des”, “alinh” e “ado”. “É pouco perto do nosso capex [investimento] anual, que está na mansão de R$ 1 bilhão”, afirmou.
Embora não tenham metas, os funcionários da Magalu também são estimulados a testar ideias na “feira de ciências da IA”, similar à que propõe o Nubank. Os mais de 20 milénio empregados têm entrada a ferramentas de IA de ponta e podem colocar seus projetos em uma plataforma, controlada pelo diretor de perceptibilidade sintético da companhia, Caio Gomes.
Até o momento, a varejista já testou mais de 250 projetos e levou 180 deles para a risco de produção desde o ano pretérito. “Nossa estratégia prioriza a experimentação prática em vez de núcleos de inovação isolados, porque assim temos a adoção procedente da tecnologia em diversas áreas. As soluções nascem com as dores das equipes”, afirma Gomes.
O executivo diz que as empresas estão desbravando um novo cenário, e os pioneiros devem obter resultados primeiro. “A coisa boa é que o mato está tão cumeeira agora que quase qualquer coisa que você faz traz um resultado nesse momento”, disse.
A oferta de créditos de IA reflete uma sofreguidão capturada em dados da consultoria Korn Ferry: 40% dos líderes de recursos ainda não sabem o que será da força de trabalho com a IA. Para evitar a subordinação de talentos caros —que chegam a custar 15% a mais do que a média— as empresas tentam transformar o funcionário generalidade em um “alfabetizado em dados” na marra.
Gomes destaca o trabalho de sua equipe na geração do “WhatsApp da Lu”, uma experiência de compras conversacional que permite realizar todo o processo —da procura ao pagamento— dentro do aplicativo de mensagens.
O projeto, citado porquê um caso de inovação mundial pela Meta, resolve desafios complexos de procura, porquê encontrar peças específicas a partir de descrições informais. “Um rapaz me mostrou que conseguiu encontrar a pedaleira de contrabaixo que queria dizendo à Lu no WhatsApp que queria ‘uma pedaleira com o som do artista tal’. Ele teclou e apareceu o equipamento que ele queria”, exemplificou Gomes.
Além da interface com o cliente, a IA tem gerado ganhos de eficiência em áreas operacionais e corporativas no Magalu. O financeiro, por exemplo, consegue diminuir o tempo de pagamentos de semanas para minutos. A dimensão de recursos humanos, por sua vez, conseguiu automatizar a validação de contratos e aligeirar o entrada a informações de sistemas internos.
Porquê tem a própria estrutura de data centers e computação em nuvem, a Magalu combina modelos de código fechado, porquê o Gemini, do Google, com modelos de código simples que rodam na infraestrutura própria da Magalu Cloud. Essa estratégia evita que a varejista acabe presa ao sistema de terceiros —existe um dispêndio significativo de transferência para fazer a transmigração de dados entre empresas de nuvem.
O aumento do uso da tecnologia pelas empresas é confirmado pelos números dos principais provedores da tecnologia, porquê Google, OpenAI e Claude. Os sistemas do Google entregam 16 bilhões de tokens por minuto —numa conta simples, isso significa 8,4 quatrilhões de tokens ao ano.
O Google, por exemplo, ofídio entre US$ 1,50 e US$ 60 por cada 1 milhão de tokens criados. O preço varia dependendo do padrão usado ou da mídia gerada —imagens e vídeos são mais caros do que textos.
O líder de vendas de IA para América Latina do Google Cloud, Marcel Silva, diz que, entre os clientes do Google, a temporada de “feira de ciências” já está ficando para trás. “A gente já está em um momento de transição na perceptibilidade sintético, as empresas experimentaram, colocaram os projetos em produção e agora devem escalar.”
Já o diretor mercantil da Nvidia para a América Latina, Marcio Aguiar, diz que a sua empresa continua patrocinando experimentos. Cada funcionário recebe US$ 10 milénio ao ano para se familiarizar com a tecnologia. No caso dos engenheiros, o valor é ainda maior: metade do salário anual.
“Para mim, que sou do mercantil, é fundamental entender os detalhes do resultado que eu estou vendendo”, afirmou Aguiar. Ele contou que estava desenvolvendo um agente para ler seus e-mails e reunir só o que fosse relevante, de conformidade com instruções prévias.





