França e Espanha se firmam como favoritas para Copa

França e Espanha se firmam como favoritas para Copa – 28/03/2026 – Esporte

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Entre os dez primeiros colocados do ranking da Fifa, a seleção brasileira acumula o pior desempenho nos últimos cinco jogos, com 46,7% de aproveitamento, figurando na sétima posição da lista. Ainda que a série histórica nem sempre seja um revérbero leal da veras das equipes, serve uma vez que parâmetro para indicar os favoritos para a próxima Despensa do Mundo.

Em seu histórico recente, o Brasil perdeu para a França e o Japão, venceu a Coreia do Sul e o Senegal e empatou com a Tunísia. A sequência irregular foi agravada pela péssima sentimento deixada depois a itinerário na quinta-feira (26) diante dos franceses, quando a seleção de Carlo Ancelotti foi dominada e saiu derrotada mesmo jogando boa secção do segundo tempo com um jogador a mais.

O recorte ajuda a dimensionar o momento das principais candidatas ao título e reforça a teoria de que, embora o Brasil siga entre os favoritos, chega ao ciclo final em exigência menos seguro do que seus principais concorrentes.

No topo do ranking, a seleção da Espanha aparece uma vez que a equipe mais consistente da atualidade. Atual campeã da Eurocopa, em uma campanha com sete vitórias em sete jogos, incluindo triunfos sobre quatro campeões mundiais, a seleção espanhola tem uma base formada por jovens talentos liderada pelo craque Lamine Yamal, muito entrosada, com um meio de campo técnico capaz de controlar o ritmo dos jogos.

Nesta data Fifa, venceu a Sérvia por 3 a 0, mantendo sua invencibilidade no recorte de cinco jogos, com quatro vitórias e um empate.

A manutenção de um padrão evidente de jogo, aliada à reposição de peças sem queda brusca de rendimento, faz da Espanha uma das seleções mais confiáveis neste momento.

Segunda colocada no ranking da Fifa, a Argentina ainda colhe os frutos do ciclo vitorioso iniciado com o título da Despensa do Mundo de 2022. Mesmo em processo gradual de renovação, o time mantém competitividade elevada e liderou as Eliminatórias da América do Sul.

Embora também mantenham um bom retrospecto recente, com quatro vitórias em cinco jogos, os argentinos, no entanto, optaram por não enfrentar seleções europeias ao longo do ciclo até a Despensa de 2026. Nesta sexta (27), por exemplo, venceram um amistoso contra a Mauritânia, por 2 a 1.

Messi começou a partida contra a seleção africana no banco de reservas e entrou no segundo tempo, já com 2 a 0 em prol dos atuais campeões mundiais. Embora continue jogando em cima nível, o planeta ainda não confirmou sua presença na Despensa do Mundo. A incerteza afeta diretamente a exigência de nepotismo da Argentina no Mundial e deve se impelir por mais um tempo.

Esse tipo de preocupação não passa pela cabeça dos franceses, que depositam suas principais esperanças no craque Kylian Mbappé, que chegará à Despensa no auge de seus 27 anos. Responsável do primeiro gol da França sobre o Brasil, ele lidera uma geração farta em talentos que, mesmo depois a renovação do elenco, finalista das duas últimas Copas e campeã em 2018, mantém sua força. O retrato atual da equipe mostra quatro vitórias nos últimos cinco jogos.

Embora ainda não tenha se traduzido em conquistas recentes, a seleção inglesa também integra o grupo das favoritas, apoiada em uma geração talentosa e cada vez mais madura. Jogadores uma vez que Jude Bellingham e Phil Foden elevam o nível técnico da equipe, que passou a apresentar maior controle ofensivo nos últimos jogos.

Ainda assim, persistem dúvidas sobre a capacidade de transformar desempenho em títulos, principalmente em jogos decisivos contra adversários do mesmo patamar. Em seus últimos cinco jogos, venceu os quatro confrontos pelas Eliminatórias e empatou o recente amistoso com o Uruguai, por 1 a 1.

Fechando a primeira metade do top 10, que representa o grupo com maior exigência de vencer a Despensa do Mundo, a seleção portuguesa levará para a Despensa novamente aquela que é vista uma vez que uma das mais promissoras gerações do país.

A convívio entre Cristiano Ronaldo e uma novidade geração ofensiva oferece múltiplas soluções, embora a equipe ainda oscile em termos de consistência tática. O planeta, porém, representa hoje a maior incerteza do país. Ninguém duvida de seu gosto de disputar o Mundial, mas, aos 41, sua exigência física está muito longe do ideal.

Mesmo sem o capitão, ausente nesta data Fifa por culpa de uma lesão na coxa direita, Portugal mantém sua exigência de candidata ao título pela ótima safra de jogadores.

As seleções que completam o top 10 do ranking da Fifa apresentam cenários distintos. A Holanda segue organizada e competitiva, com destaque para a resguardo liderada por Virgil van Dijk, mas encontra limitações no ataque diante de adversários mais fortes. Já o Marrocos vive uma subida recente, com campanhas marcantes e poderoso disciplina tática, embora tenha menos opções no elenco para suportar torneios longos.

A Bélgica atravessa um período de transição depois o auge de sua principal geração e já não repete o mesmo desempenho coletivo. A Alemanha, por sua vez, tenta retomar protagonismo depois anos de instabilidade, ainda em procura de regularidade. O quadro indica uma Despensa do Mundo com vários candidatos, mas com níveis diferentes de consistência, enquanto o Brasil segue pressionado a transformar potencial em resultados mais sólidos.

Folha

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