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Haaland x Ancelotti, Alisson e Marquinhos: o histórico 03/07/2026
Esporte

Haaland x Ancelotti, Alisson e Marquinhos: o histórico – 03/07/2026 – Esporte

Principal tropeço na tentativa do Brasil de continuar às quartas de final da Despensa do Mundo, Erling Haaland está muito familiarizado com os adversários que encontrará no domingo (5). Aos 25 anos, o centroavante da Noruega é um velho publicado do técnico Carlo Ancelotti e daqueles que terão a missão direta de freá-lo: o goleiro Alisson e os beques Marquinhos e Gabriel Magalhães.

O centroavante da Noruega, que saiu de seu país muito jovem e apareceu inicialmente com destaque no Red Bull Salzburg, da Áustria, enfrenta alguns dos oponentes deste termo de semana desde que era jovem. No histórico dos confrontos, nos quais vestiu também as camisas de Borussia Dortmund e Manchester City, mostrou seu faro de gol, viveu grandes momentos e também sofreu.

Ancelotti lida com ele há bastante tempo, em diferentes cenários. Porquê técnico do Napoli, viu inicialmente um garoto que entrava no termo dos jogos do Salzburg. Foi assim no primeiro embate, em março de 2019, pela Liga Europa. Aos 18 anos, o atacante foi acionado aos 41 minutos do segundo tempo de uma vitória por 3 a 1, insuficiente para evitar a eliminação.

Em outubro daquele ano, já na temporada 2019/20, Haaland estava estabelecido uma vez que titular e jogando a Liga dos Campeões. O Salzburg caiu no grupo do Napoli, e o portanto camisa 30 marcou todos os gols de seu time nas duas partidas, uma guião por 3 a 2 e um empate por 1 a 1. Partiu, portanto, rumo ao Dortmund e, depois, ao estrelato no City.

Com a camisa azul clara de Manchester, Erling enfrentou mais cinco vezes Carletto, com o treinador no Real Madrid. Entre jornadas mais e menos felizes, agora exibe contra o comandante italiano um retrospecto de duas vitórias, quatro empates e duas derrotas, com cinco gols marcados em oito jogos.

“Quando eu estava [como treinador] no Napoli, jogamos contra o [clube austríaco Red Bull] Salzburg. E depois houve um enfrentamento contra o Manchester City quando eu estava no Real Madrid. É um jogador muito potente, muito publicado”, resumiu o treinador à Folha.

Contra Alisson, a lista de jogos é relativamente pequena, se levado em conta que ambos estão no mesmo campeonato pátrio, o Inglês, há quatro anos. O histórico tem quatro duelos. No Salzburg, Haaland perdeu o único, sem marcar no Liverpool. No City, teve uma vitória, um empate e uma guião, com dois gols.

No primeiro encontro em solo britânico, o arqueiro viveu grande momento. Em outubro de 2022, além de fazer boas defesas que frustraram o norueguês, foi o responsável da assistência que definiu o triunfo do Liverpool por 1 a 0, um lançamento para Mohamed Salah. No jogo seguinte, porém, um empate por 1 a 1, falhou na saída de globo e entregou um gol ao bombeiro.

Já Marquinhos acabou rindo por último, mas não sem ver de perto a capacidade do centroavante. Em 2020, nas oitavas de final da Liga dos Campeões, o Borussia Dortmund venceu a partida de ida contra o Paris Saint-Germain com dois gols de Haaland. “É um atacante nato. A globo simplesmente acaba sobrando para ele fazer o gol. Às vezes, não aprece muito no jogo, mas faz os gols”, elogiou.

Na semana seguinte, o PSG virou o confronto e tripudiou. Neymar, hoje banco da seleção brasileira, balançou a rede e imitou o norueguês, que costuma fazer uma pose de reflexão em suas celebrações. No ano pretérito, Marquinhos voltou a testemunhar um gol de Haaland na Liga dos Campeões, mas a formação francesa, a caminho do título, obteve a viradela e fez 4 a 2.

Contra Gabriel Magalhães os embates têm sido muito mais quentes. O beque do Arsenal desenvolveu uma muito documentada rixa pessoal com o atacante, com disputas físicas dentro de campo, enxurro de puxões e trancos. Fora dele, sobram provocações. O brasiliano foi feliz em alguns desses encontros, mas venceu somente dois, com cinco derrotas e quatro empates. Haaland marcou seis vezes.

No domingo, Haaland terá a seu lado o meia Martin Odegaard, companheiro de Magalhães no Arsenal. Mas não terá toda a engrenagem de que costuma dispor no City, motivo pelo qual jogou o nepotismo para o outro lado. “Muito pequenas”, afirmou, questionado sobre as chances da Noruega.

“Jogar contra o Brasil é um pouco que a gente vai precisar fazer, né?”, disse o centroavante, responsável de cinco gols em quatro partidas até cá na Despensa do Mundo. Jogar contra a Noruega de Haaland também é um pouco que a seleção dirigida por Carlo Ancelotti terá de saber fazer para sobreviver no Mundial.

Folha

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