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IA vira dor de cabeça para indústria de games
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IA vira dor de cabeça para indústria de games – 05/11/2026 – Ilustrada

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Não é vasqueiro ouvir de grandes publicadoras e desenvolvedoras que a perceptibilidade sintético iria revolucionar a indústria de games. Hoje podemos manifestar que esses executivos estavam certos, mas talvez não da forma porquê imaginavam.

É provável que você já tenha visto nas redes sociais vídeos do personagem Mario, da Nintendo, enfrentando chefões do RPG “Elden Ring”, de um game que mistura “Minecraft” com “The Elder Scrolls V: Skyrim” ou até de pessoas jogando “GTA V” em um navegador de internet.

Ainda que diferentes entre si, todas essas bizarrices foram criadas graças ao chegada da IA, que acelerou de forma surpreendente o processo de descompilação do código de jogos.

Descompilar códigos não é um tanto novo. Esse processo consiste em reconstruir o código de programação de um game ou programa de computador observando somente o resultado final, em uma espécie de engenharia reversa. É um processo trabalhoso e demorado, que, em universal, demandava atuação coordenada de dezenas de programadores por meses a fio, mesmo para jogos simples.

Em títulos modernos, repletos de elementos e sistemas interconectados, a tarefa era quase impossível para desenvolvedores amadores. Não mais.

Com o progresso das ferramentas de IA —em privado, depois o lançamento do padrão Claude Opus 5.5, da Anthropic, em 22 de setembro—, esse longo e tedioso processo foi simplificado, bastando poucas instruções para um agente de IA. Em algumas horas, a máquina consegue entregar ao usuário um código bastante semelhante ao do jogo original. A partir daí, a originalidade é o limite.

A descompilação pode ser usada para fins nobres, porquê tentar resgatar e atualizar jogos antigos, do qual código-fonte foi perdido em uma indústria famosa por não valorizar sua história. Ela também é muitas vezes necessária para a geração de “mods”, atualizações e expansões feitas por fãs, que ajudam a manter vivos títulos que há muito tempo deixaram de receber suporte dos desenvolvedores originais.

Mas há situações em que ela é usada de forma antiética ou desrespeitando totalmente os direitos autorais. É o caso, por exemplo, de desenvolvedores que descompilam jogos independentes de sucesso para gerar cópias feitas com IA, inundando lojas virtuais porquê a Steam.

Recentemente, o site Kotaku revelou o caso do jogo “Needle in a Haystack Simulator”, desenvolvido pelo estúdio Bitdot. Em seguida vídeos de uma mostra do jogo terem viralizado nas redes sociais, uma porção de imitações inundou a Steam, chegando ao ponto de o desenvolvedor original se ver obrigado a colocar um grande aviso vermelho com a vocábulo “original” na capote do seu game.

Casos porquê esse preocupam desenvolvedores independentes, que já pensam duas vezes antes de disponibilizar demos de seus jogos para o público. Foi o caso, por exemplo, da Do dedo Sun Games, desenvolvedora de “Moonlighter” e “Catástofre”, que alterou a estratégia de testes públicos do seu próximo lançamento, “ReVamp”, por pavor de ter o jogo copiado por aproveitadores.

Nos casos dos vídeos citados no primórdio do texto, o desrespeito aos direitos autorais é flagrante. Embora sejam curiosos, os programas que misturam games ou permitem jogar um título pago gratuitamente em uma plataforma não autorizada são alvos fáceis de ações judiciais pedindo sua derrubada.

A situação fez com que mesmo empresas entusiastas da IA e que investem pesadamente na tecnologia se vissem obrigadas a tomar uma atitude contra essas criações. É o caso da Epic Games, que derrubou uma versão pirata de “Fortnite” que rodava em navegadores de internet, e da Microsoft, que derrubou versões de “Minecraft”, “Call of Duty” e “Halo” também modificadas para funcionar em browsers.

A situação ficou tão grave que a própria Anthropic resolveu atualizar seu padrão Opus 5.5, incluindo instruções para impedir a IA de recriar jogos que já existem. A medida, porém, é vista somente porquê uma solução paliativa, já que bloqueios do tipo podem ser driblados por truques retóricos na hora de erigir o prompt.

Ainda que por enquanto só tenha causado dor de cabeça para grandes empresas de games, a capacidade da IA de descompilar jogos já começa a ser estudada pelas publicadoras para uso em seus próprios produtos. No último dia 13, a CEO da Xbox, Asha Sharma, anunciou a Xbox Labs, ramificação que terá porquê objetivo estudar o uso lítico desse tipo de iniciativa em larga graduação.

As ferramentas de IA mostram um enorme potencial para agilizar o desenvolvimento dos games e popularizar o aproximação a eles, desde que sejam utilizadas de forma responsável. Todo o favor que a tecnologia traz, porém, pode ser ofuscado pelos danos causados quando ela é adotada de forma antiética.


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dica de game, novo ou macróbio, para você testar

Otherside Tapes: Favela

(PC)

O mais novo jogo de terror da desenvolvedora brasileira Pulsatrix apresenta uma experiência muito dissemelhante de seus jogos anteriores (“Fobia – St. Dinfna Hotel” e “A.I.L.A”). Ao invés dos gráficos ultrarrealistas, o novo jogo aposta na estética de “found footage”, em que o jogador observa o mundo por meio das lentes de uma câmera de vídeo do início dos anos 2000. Em geral, o jogo traz a ambientação muito brasileira e assustadora; desta vez, uma favela carioca, palco de fenômenos paranormais. Trata-se de um jogo de menor escopo, que a desenvolvedora pensa em transformar numa série, mas que consegue ser até mais terrível que seus sucessos anteriores.

O jornalista recebeu uma reprodução do jogo para teste.


update

novidades, lançamentos, negócios e o que mais importa

EA fechou BioWare para priorizar ‘Star Wars’, diz Bloomberg

Segundo a Bloomberg, a EA fechou a BioWare por não querer bancar centenas de milhões de dólares em “Mass Effect: Universe” e em um novo “Star Wars: Battlefront”. Pressionada por dívida de US$ 18 bilhões (R$ 98 bilhões), a empresa preferiu priorizar o jogo de “Star Wars”, por ser visto porquê um título menos perigoso.

‘GTA 6’ prenúncio base de jogadores de ‘Call of Duty’ e ‘EA Sports FC’

Estudo da consultoria Open World aponta “Call of Duty”, “Battlefield”, “Apex Legends”, “Fortnite”, “EA Sports FC” e “NBA 2K” porquê os games mais expostos à perda de jogadores com o lançamento de “GTA 6”.

Capcom tem subida de 49% nas vendas no semestre

A Capcom registrou subida de 49% nas vendas no primeiro semestre fiscal e de 66,7% no lucro operacional de jogos, puxada por “Pragmata” (2,73 milhões), “Onimusha: Way of the Sword” (1,78 milhão) e pelas franquias “Resident Evil” e “Monster Hunter”.

Xbox testa venda de horas de nuvem sem Game Pass

A Microsoft começou a testar em 21 de outubro pacotes de horas do Xbox Cloud Gaming sem assinatura do Game Pass. No Brasil, o pacote de 10 horas custa R$ 6,90, o de 25 horas sai por R$ 14,90 e o de 50 horas, por R$ 21,90. Os valores são promocionais para nascente período de testes e podem ser alterados quando o resultado for lançado oficialmente.

Netflix ofereceu US$ 500 milhões por IP do Xbox

Segundo o site Puck, a Netflix teria oferecido US$ 500 milhões por sete anos de direitos exclusivos de adaptação de jogos do Xbox. A Microsoft teria refutado a oferta e pedido US$ 800 milhões, mas o negócio acabou fracassando.

‘Pokémon Unite’ sairá do ar em março de 2027

A The Pokémon Company afirmou que irá tirar do ar o Moba “Pokémon Unite” em 23 de março de 2027. A venda de moedas virtuais do jogo e de novas assinaturas foi suspensa e um evento online de despedida será realizado a partir de 12 de novembro.

‘The Duskbloods’ é delongado para 2027

A FromSoftware adiou” The Duskbloods”, jogo restrito do Switch 2, de 2026 para 2027, para ajustar regras e estabilidade depois o teste de rede de agosto, segundo expedido em 29 de outubro. A empresa não informou novidade data.

GDC Festival of Gaming 2027 terá um dia a menos

A GDC, principal congresso de desenvolvedores de games do mundo, terá quatro dias em vez de cinco no próximo ano. Segundo os organizadores do evento, que será realizado de 1º a 4 de março, o objetivo é entregar uma experiência mais focada.


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games que serão lançados nos próximos dias e promoções que valem a pena

4.nov

“Abashed” (PC)

“Lightyear Frontier” (PC, Xbox X/S)

“Theos: Cities of Myth” (PC)

“Void/Breaker” (PC, PS 5, Xbox X/S)

“World of Warcraft: Forever” (PC)

5.nov

“Chivalware” (PC, Switch 2)

“Crymelight” (PC, PS 5, Switch 2)

“Escape Academy 2: Back to School” (PC, PS 5, Xbox X/S)

“Faraway” (PC)

“Marvel’s Guardians of the Galaxy: Encore Edition” (Switch 2)

“Stellar Blade Complete Edition” (Switch 2)

“The Legend of Zelda: Ocarina of Time (2026)” (Switch 2)

“The Slormancer” (Switch)

“Where The Seeds Fall” (PC, PS 5, Switch 2)

“Wielders of the Essence” (PC)

10.nov

“Ashes of the Singularity II” (PC)

“Australia Did It: End-of-the-World Railway Defense Business” (PC)

“Football Manager 27” (Android, iOS, PC, PS 5, Xbox X/S)

“Hillthorn” (Android, PC, Switch)

“Just Dance: Decades of Hits” (Switch 2)

“Nocturnal 2” (PC)

“Raccoin” (PS 5, Xbox X/S, Switch 2)

“Shrek 2 Remastered” (PC, PS 5, Xbox X/S, Switch 1/2)

“Super Monkey Ball Triple Pack” (Switch)

“Tanuki: Pon’s Summer” (PC, PS 4/5, Xbox One/X/S, Switch 1/2)

“Vampire: The Masquerade – Oaths and Ashes” (PC)

“Warhammer Survivors” (Android, iOS, PC, PS 5, Xbox X/S, Switch 1/2)

Folha

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