No dia em que Thomas Tuchel anunciou sua convocação para a Despensa do Mundo, ele fez um observação de passagem que se mostrou profético.
Enquanto a Inglaterra resistia para vencer o México no Estádio Azteca no domingo, jogando com um a menos durante a maior segmento do segundo tempo depois a expulsão do zagueiro Jarell Quansah, Tuchel recorreu ao seu banco de reservas.
As atuações deles —seja Dan Burn se jogando na frente de cada intercepção e pontapé, ou a experiência de John Stones se mostrando vital nos 25 minutos finais— deram significado às palavras que Tuchel pronunciou em 22 de maio.
Tuchel estava respondendo a uma pergunta sobre a convocação do atacante Ivan Toney, mas na mesma resposta falou sobre vários outros jogadores e posições e por que todos teriam um papel importante a desempenhar durante o torneio.
“Ivan é, neste caso, segmento de um time próprio, porquê segmento de um ‘time de operações especiais'”, disse Tuchel. “Ele sabe disso, e esse é o papel dele.”
Na tempo de grupos contra a Croácia, e nas duas primeiras partidas do mata-mata contra Congo e México, Tuchel viu esse time de operações especiais lucrar vida, com suas substituições no segundo tempo se mostrando decisivas.
Mas a sujeição de Tuchel dos 15 jogadores de seu elenco que não são titulares em determinada partida não se limita ao que eles oferecem ao time saindo do banco; também se estende a porquê eles se comportam nos treinos e no vestiário.
Ele já enfatizou anteriormente a urgência de personalidades excelentes, observando que os 26 jogadores selecionados poderiam permanecer longe de mansão por até sete semanas se chegassem à final da Despensa do Mundo em 19 de julho.
Foi também um pouco que ele mencionou sobre Toney, que ainda não jogou nesta Despensa do Mundo, no dia em que anunciou sua convocação.
“Fora de campo, ele é um gavinha de relação”, disse Tuchel. “Ele é alguém que se conecta com todos muito, muito muito.”
Se a Inglaterra quiser ter uma chance potente de vencer esta Despensa do Mundo, Tuchel sabe que será preciso mais do que exclusivamente o time titular.
Sem as atuações de eminente nível de Harry Kane e Jude Bellingham ao longo da tempo de grupos e das duas primeiras rodadas do mata-mata, a Inglaterra certamente já teria sido eliminada do torneio. No entanto, o trajo de a equipe ter chegado até cá é um testemunho não exclusivamente de Kane e Bellingham, mas da consciência tática de Tuchel durante as partidas.
Depois o jogo contra o México, a Inglaterra postou um vídeo em suas redes sociais envolvendo Stones —que foi titular exclusivamente uma vez no torneio— fingindo que havia machucado o ombro durante a partida, com Declan Rice também participando da risota.
Em determinado momento, Tuchel parece genuinamente preocupado, só para Stones logo encetar a oscilar o braço “machucado” no ritmo da música tocada durante as comemorações da Inglaterra, fazendo todo o vestiário encetar a dançar, incluindo o treinador.
“Eu sempre tento ser o mais positivo verosímil e me colocar na melhor requisito”, disse Stones aos repórteres depois o jogo contra o México. “Estou cá para fazer o que fiz esta noite.”
Stones disse que pode permanecer gorado quando não joga, “porquê todo jogador fica”, mas isso não afeta sua preparação.
“Você está longe da família, está treinando todos os dias, não está jogando tanto quanto gostaria”, disse ele. “E estamos todos com miséria de ajudar, e todos temos o mesmo objetivo em mente de chegar àquela final e ver onde isso nos leva, mas me sinto ótimo, e estou adorando ajudar e atuar da forma porquê fiz esta noite.”
Se mais evidências fossem necessárias para evidenciar o comprometimento do banco de reservas da Inglaterra, basta olhar para o jogo das oitavas de final contra o Congo.
Perdendo por 1 a 0, a Inglaterra estava encarando possivelmente seu maior vexame em um grande torneio, e estava sendo eliminada da Despensa do Mundo por uma seleção mais de 40 posições aquém no ranking da FIFA.
Isso até Anthony Gordon, que começou a partida no banco, entrar para substituir Marcus Rashford.
E se uma definição física de time de operações especiais fosse necessária, sua atuação a forneceu. Gordon entrou aos 61 minutos, e o recém-contratado jogador do Barcelona mudou a partida, dando duas assistências para Kane prometer que a Inglaterra virasse o jogo e vencesse por 2 a 1.
“Para ser honesto, quando sou suplente, fico um caco de nervoso”, disse Gordon aos repórteres depois o jogo. “Quando estou em campo, fico tranquilo, mas quando sou suplente, não lido muito muito com isso. Estava desesperado para entrar. Senti que poderia mudar o jogo. Treinamos duro e jogamos duro. Só tento promover impacto.”
São essas participações especiais que encheram Tuchel de otimismo, mesmo que ele vá permanecer sem Quansah contra a Noruega e nas semifinais caso a equipe avance; Quansah recebeu uma suspensão de duas partidas por sua expulsão.
Comandar uma seleção nunca é tão simples quanto escolher os 26 melhores jogadores. No entanto, Tuchel, o ex-técnico do Chelsea e do Bayern de Munique, montou um elenco com totalidade comprometimento, dos titulares ao banco.
Quando Tuchel mencionou pela primeira vez um time de operações especiais há quase sete semanas, era exatamente isso que ele tinha em mente.





