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Martin Scorsese se torna parceiro de empresa de IA
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Martin Scorsese se torna parceiro de empresa de IA – 05/06/2026 – Ilustrada

Hollywood acaba de atingir um ponto de viradela em sua validação da perceptibilidade sintético.

Na terça-feira, Martin Scorsese, a personificação viva do cinema porquê arte elevada e uma referência moral para Hollywood contemporânea, declarou pedestal a uma startup de IA especializada em geração de imagens.

Em um expedido e em um vídeo gravado em seu escritório na cidade de Novidade York, Scorsese explicou porquê utilizou a tecnologia da Black Forest Labs, uma empresa de IA em rápida subida, durante a pré-produção de seu novo filme.

“Tenho interesse na interseção entre tecnologia e narrativa, e em porquê isso pode expandir os limites da originalidade para fabricar experiências mais profundas e ricas para o público”, afirmou Scorsese, de 83 anos, no expedido compartilhado exclusivamente com o The New York Times. “Lembrem-se: o cinema é uma mídia jovem, com unicamente murado de 125 anos, logo precisamos estar abertos à forma porquê ele pode evoluir.”

A Black Forest Labs informou que Scorsese, indicado ao Oscar 16 vezes e vencedor da categoria de Melhor Diretor por “Os Infiltrados” em 2007, tornou-se parceiro e mentor da empresa no ano pretérito.

Quando a IA generativa se tornou amplamente conseguível em 2022, a classe criativa de Hollywood mobilizou-se contra ela, enxergando-a porquê uma ameaço existencial. A tecnologia permite fabricar textos, imagens fotorrealistas e vídeos instantaneamente unicamente descrevendo o que se deseja ver. A preocupação era: o que impediria os estúdios de substituir roteiristas, atores, artistas de efeitos visuais, animadores e outros profissionais por softwares?

A impaciência foi tão intensa que a proteção contra a IA generativa tornou-se uma exigência meão nas greves de 2023 que envolveram mais de 170 milénio trabalhadores de Hollywood. Os estúdios passaram a tratar o tema IA porquê um tanto praticamente tóxico.

Mas a postura da indústria do entretenimento tem se suavizado de maneira notável.

Demi Moore, enquanto atuava porquê jurada no recente Festival de Cannes, declarou a jornalistas que lutar contra a IA “é uma guerra que vamos perder, logo encontrar maneiras de trabalhar com ela é um caminho mais valioso”.

Na semana passada, o Festival de Cinema de Tribeca, criado por Robert De Niro, anunciou que exibiria um filme produzido inteiramente com IA —sem atores, cenários ou câmeras. Jane Rosenthal, importante produtora de Hollywood e cofundadora do festival, chamou o filme de “um poderoso exemplo de porquê tecnologias emergentes porquê a IA podem ser usadas não unicamente porquê ferramentas de inovação, mas porquê veículos para narrativas profundamente humanas”.

No mesmo dia, o estúdio Amazon MGM revelou uma série de produções geradas por IA: três séries animadas voltadas para crianças.

E agora vem Scorsese.

“Estou extremamente entusiasmado com o roupa de alguém porquê Martin Scorsese —um dos maiores e mais impressionantes cineastas que já existiram— estar usando nossa tecnologia e explorando suas possibilidades”, afirmou Robin Rombach, CEO da Black Forest Labs, em entrevista por Zoom. “É uma prova fantástica de que isso funciona.”

A IA generativa ainda possui críticos influentes em Hollywood. Seth Rogen e Guillermo del Toro manifestaram-se (de forma bastante enfática) contra a tecnologia durante o Festival de Cannes no mês pretérito. A iniciativa de séries infantis da Amazon também recebeu críticas rapidamente, levando um dos participantes a despovoar o projeto.

Scorsese recusou um pedido de entrevista. Porém, ficou simples que seu pedestal à IA possui limites. Tanto o expedido quanto o vídeo estavam relacionados exclusivamente ao storyboard, o processo de planejamento visual de um filme antes do início das filmagens.

“Há 70 anos eu crio meus próprios storyboards”, disse Scorsese. “Sempre existiu o problema de porquê expedir aquilo que você vê na sua cabeça para o elenco e a equipe. Existem coisas que você precisa ver e sentir.”

Ele continuou:

“Agora, com esta instrumento, posso compartilhar de forma mais clara e eficiente aquilo que estou visualizando com minha equipe criativa —o designer de produção, o diretor de arte e o diretor de retrato.”

E acrescentou:

“Recentemente testei isso em uma cena, e a capacidade de visualizar e compartilhar imediatamente o storyboard foi libertadora do ponto de vista criativo. Durante a pré-produção, tempo é moeda, e isso nos permitiu progredir mais rapidamente sem sacrificar a qualidade ou o trabalho artístico.”

Robin Rombach, de 33 anos, cofundou a Black Forest Labs em 2024, em Freiburg, Alemanha, em seguida trabalhar na Stability AI, startup que tem entre seus membros do juízo o cineasta vencedor do Oscar James Cameron. Rombach ajudou a desenvolver o popular gerador de imagens Stable Diffusion.

A Black Forest Labs concentra-se em modelos abertos de IA chamados FLUX, capazes de gerar imagens a partir de descrições textuais e permitir edição avançada de vídeos.

Um porta-voz de Scorsese informou que a relação do diretor com a Black Forest Labs surgiu por meio da BroadLight Capital, investidora da startup. A BroadLight foi cofundada por Rick Yorn, empresário responsável pela curso de Scorsese. A empresa também esteve por trás da parceria entre Matthew McConaughey e a companhia de áudio por IA ElevenLabs.

Segundo Rombach, Michael Ovitz, ex-chefe da Creative Artists Agency (CAA), também ajudou a aproximar Scorsese da startup. Investidor da Black Forest Labs, Ovitz aparece no vídeo divulgado pela empresa na terça-feira com o diretor.

Levante item foi publicado originalmente no The New York Times.

Folha

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