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Museu do 'soccer' nos EUA tem camisas de Pelé e
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Museu do ‘soccer’ nos EUA tem camisas de Pelé e Messi – 22/06/2026 – Esporte

Localizado na pequena e quente cidade de Frisco, na região metropolitana de Dallas, no Texas, o National Soccer Hall of Fame, secção do multíplice esportivo que também abriga o estádio do Dallas FC, tem uma vez que proposta apresentar aos visitantes um pouco da história do futebol nos Estados Unidos ao longo das últimas décadas.

O moderno espaço, inaugurado em meados de 2018, conta com artigos de memorabilia esportiva raros, uma vez que uma camisa usada por Pelé durante sua passagem pelo New York Cosmos, além de medalhas e troféus conquistados pela seleção feminina dos EUA em competições importantes, uma vez que a Despensa do Mundo e os Jogos Olímpicos.

Ao mesmo tempo, para atrair um público mais jovem, há também experiências tecnológicas imersivas de veras virtual, em que os visitantes podem simular a batida de um pênalti, se integrar à comemoração de um gol da seleção americana ou assumir o papel do goleiro embaixo das traves e tutorar uma cobrança de falta.

No dia em que a Folha visitou o espaço, em meio à Despensa do Mundo, havia algumas poucas dezenas de frequentadores, talvez pela intervalo relativamente longa —muro de 45 minutos de coche— do núcleo de Dallas e do AT&T Stadium, estádio que recebe as partidas do torneio da Fifa na cidade.

Logo que entram no museu, os visitantes são convidados a fazer um perfil virtual em totens instalados na parede, criando uma espécie de avatar personalizado que os seguirá ao longo do passeio e permitirá que algumas das experiências de perceptibilidade sintético fiquem registradas e sejam enviadas por email.

Em seguida, são levados até a sala de troféus e medalhas. Há em exposição, por exemplo, as taças da Despensa do Mundo feminina das edições de 1991, 1999, 2015 e 2019 e a medalha de ouro nos Jogos de Londres, em 2012, todas conquistas dos Estados Unidos.

Normalmente, do outro lado da mesma sala, também fica à disposição, detrás de grandes paredes de vidro, uma vista universal do gramado e das arquibancadas do estádio do Dallas FC. Durante o período da Despensa do Mundo, porém, a seleção da Suécia tem utilizado o espaço uma vez que núcleo de treinamento, e há grandes lençóis pretos tapando a visão.

No soalho, há também alguns buracos envidraçados contendo peças históricas, uma vez que uma camisa usada pelo atacante americano Bert Patenaude, primeiro jogador da história a fazer um hat-trick [três gols em um jogo] em uma partida da Despensa do Mundo, contra o Paraguai, na edição principiante, em 1930, no Uruguai.

Seguindo o passeio, os visitantes se deparam com um grande telão interativo que apresenta jogadores, jogadoras, técnicos e dirigentes que compõem o Hall da Notabilidade do futebol nos Estados Unidos.

Entre os nomes está Pelé, que defendeu o New York Cosmos de 1975 a 1977. “O atacante impulsionou uma grande subida do futebol nos Estados Unidos ao assinar com o New York Cosmos”, diz o texto que acompanha a apresentação do Rei do Futebol.

Também fazem secção do Hall da Notabilidade o ex-lateral-direito Carlos Alberto Torres, companheiro de Pelé no Cosmos, e o teuto Franz Beckenbauer, que teve uma curta passagem pelo clube nova-iorquino, em 1983.

Entre as mulheres, estão a ex-goleira Hope Solo e a ex-atacante Mia Hamm, dois dos rostos mais conhecidos do futebol dos Estados Unidos.

Até mesmo por conta do grande sucesso obtido pelas mulheres americanas no esporte, a atacante brasileira Marta, eleita seis vezes a melhor jogadora do mundo, não tem nenhuma citação no museu, apesar de estar há quase dez anos no futebol americano. Ela atua pelo Orlando Pride.

A única referência à seleção brasileira feminina aparece exclusivamente discretamente em um jogo de veras virtual, em que o visitante assume o papel da goleira Briana Scurry, goleira dos Estados Unidos na semifinal da Despensa do Mundo de 1999, contra o Brasil, vencida pelas americanas por 2 a 0.

Nomes de destaque do futebol internacional que passaram pela liga americana, uma vez que David Beckham, Thierry Henry e Carlos Valderrama, têm seus grandes lances reproduzidos em um dos telões.

Responsável por dar um novo impulso à modalidade no país mais recentemente, Lionel Messi tem uma camisa de seu clube, Inter Miami, exposta no espaço.

O par Ben e Carly Turnley, que dirigiu muro de duas horas e meia desde Oklahoma, disse ter aproveitado o clima festivo da Despensa para fazer uma visitante ao museu antes de seguir viagem para participar da Fan Fest de Dallas.

“Com a Despensa do Mundo acontecendo e toda a empolgação com o futebol, achamos que seria um bom dia para visitar o museu e aprender um pouco mais sobre a história do futebol”, afirmou Ben, estudante de pós-graduação na Universidade de Oklahoma.

Embora a crítico de dados Carly estivesse vestindo uma camisa azul da seleção brasileira, tomada emprestada do marido, o par reconheceu não nutrir nenhum carinho em peculiar pelo time pentacampeão.

Eles se mostraram muito mais empolgados com o desempenho da seleção americana no Mundial, já classificada à próxima período depois boas vitórias sobre Paraguai (4 a 1) e Austrália (2 a 0).

“Porquê torcedores dos Estados Unidos, meio que aprendemos a manter as expectativas muito baixas em relação à seleção masculina, porque somos bons em muitos outros esportes e também no futebol feminino, mas geralmente não uma potência no futebol masculino. Portanto, as atuações deles têm sido realmente empolgantes”, afirmou Ben.

“Foi legítimo vê-los vencer os dois jogos até agora de forma muito suasório, e espero que consigam proceder bastante. Acho que chegar às quartas de final seria uma meta ousada, mas acredito que é uma possibilidade”, acrescentou Carly.

Ao término do passeio, há ainda uma grande loja de suvenires, em que o visitante pode levar para vivenda uma recordação do museu, cachecóis de algumas das seleções participantes do Mundial ou uma camisa solene do Dallas FC por US$ 150 (R$ 772).

No dia da visitante da Folha, o ingresso custava US$ 15 (R$ 77) por pessoa para adultos, US$ 12 (R$ 61) para crianças e adolescentes de 4 a 12 anos, maiores de 65 anos e militares (na ativa ou veteranos).

Folha

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