Pintura saqueada por nazistas é encontrada na argentina 28/08/2025

Pintura saqueada por nazistas é encontrada na Argentina – 28/08/2025 – Ilustrada

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Uma obra-prima italiana foi identificada no website de um corretor de imóveis oferecendo uma mansão à venda na Argentina, mais de 80 anos depois de ter sido roubada pelos nazistas de um negociante de arte judeu em Amsterdã, na Holanda.

Mas o quadro desapareceu em seguida, segundo declarou um procurador lugar depois uma batida na residência.

Uma foto no site mostra o quadro “Retrato de Senhora”, do pintor italiano Giuseppe Ghislandi (1655-1743), pendurado na parede supra de um sofá. O imóvel fica perto da capital argentina, Buenos Aires, e pertenceu a um tá solene nazista, que fugiu da Alemanha para a América do Sul depois a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A pintura consta de um banco de dados de obras de arte perdidas no tempo da guerra e foi localizada quando a filha do solene colocou a mansão à venda, segundo o jornal holandês Algemeen Dagblad (AD). Mas uma batida da polícia na mansão esta semana não encontrou o quadro.

Duas armas foram confiscadas na ocasião, segundo informou à prelo argentina o promotor federalista Carlos Martínez. Ele declarou que o caso está sendo tratado porquê provável ocultação de contrabando, segundo o jornal prateado Clarín.

A mobília do imóvel foi mudada de lugar e o quadro não estava na parede na ocasião da batida, segundo o jornal.

O quadro faz segmento de um grupo de centenas de obras roubadas do negociante de arte holandês Jacques Goudstikker (1897-1940). Ele ajudou outros judeus a fugir durante a guerra.

Goudstikker morreu em um acidente no mar, enquanto fugia da Holanda. Seu corpo está sepultado na Inglaterra.

Mais de 1,1 milénio obras da sua coleção foram adquiridas por altos funcionários nazistas em uma venda forçada depois a morte do negociante. Um deles foi o marechal Hermann Goering (1893-1946).

Posteriormente a guerra, algumas das obras de arte foram recuperadas na Alemanha e colocadas em exposição no Rijkmuseum de Amsterdã, porquê segmento da coleção pátrio holandesa.

A única herdeira viva de Goudstikker é sua nora Marei von Saher. Ela tomou posse de 202 obras em 2006, segundo o jornal AD.

Mas uma das pinturas –um retrato da condessa Colleoni, de autoria do retratista italiano do final do período barroco– permaneceu desaparecida, pelo menos até agora.

A investigação do jornal AD descobriu documentos do tempo da guerra que indicam que o quadro ficou de posse de Friedrich Kadgien (1907-1979), que foi solene da SS (o braço paramilitar do partido nazista boche) e assessor financeiro de Goering.

Kadgien fugiu para a Suíça em 1945 e se mudou posteriormente para o Brasil e a Argentina, onde teve sucesso porquê negociante.

Interrogadores americanos o descreveram porquê uma “serpente da pior espécie”. Um registo americano encontrado pelo AD também afirma que as anotações sobre Kadgien incluíam uma risca dizendo: “Parece possuir bens substanciais, ainda poderá ter valor para nós.”

O jornal afirma ter tentado falar há anos com as duas filhas do nazista, sobre o pai e as obras de arte desaparecidas, sem sucesso. Elas moram em Buenos Aires.

Até que os repórteres tiveram um golpe de sorte, quando uma das filhas de Kadgien colocou à venda a mansão que era do seu pai, através de um corretor especializado em imóveis argentinos de tá padrão.

“Não há motivo para imaginar que esta poderia ser uma reprodução”, afirmam Annelies Kool e Perry Schrier, da Filial de Patrimônio Cultural da Holanda (RCE, na {sigla} em holandês), depois de analisarem as imagens para o AD.

Peter Schouten, do jornal holandês, informou que existem evidências de que “o quadro foi retirado pouco depois das reportagens informando sobre o seu reaparecimento”.

“No lugar, existe, agora, uma grande tapeçaria com cavalos e cenas de natureza”, segundo Schouten. “A polícia afirma que a sentimento é que outro objeto costumava permanecer pendurado ali.”

Outra obra de arte roubada também foi localizada nas redes sociais de uma das irmãs, segundo o AD. Trata-se de uma natureza-morta floral do pintor holandês Abraham Mignon (1640-1679).

As tentativas de conversar com as irmãs desde a identificação da foto fracassaram, informa o AD.

“Não sei qual informação você quer de mim e não sei de qual pintura você está falando”, declarou uma delas ao jornal.

Os advogados do espólio de Goudstikker afirmam que concentrariam todos os esforços para restaurar a pintura.

“Minha família deseja trazer de volta todas as obras de arte roubadas da coleção de Jacques e restaurar o seu legado”, declarou von Saher.

Oriente texto apareceu originalmente cá.

Folha

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