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Quem é Kimi Antonelli, mais jovem líder da história da
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Quem é Kimi Antonelli, mais jovem líder da história da F1 – 04/05/2026 – Esporte

Quando o patrão da Mercedes, Toto Wolff, anunciou que um garoto seria o substituto do heptacampeão Lewis Hamilton, houve questionamentos. Mas, em sua segunda temporada na F1, já com uma porção de marcas relevantes, o jovem Kimi Antonelli lidera o campeonato e surpreende pelas demonstrações de maturidade.

“Em todas as questões, ele tem lidado com sangue-frio. Consegue separar muito as situações e falar sobre o que vem primeiro, não sobre o que já ficou para trás, com muita crédito, mas não excesso de crédito”, disse Wolff. “Para um piloto de corrida, além da habilidade de guiar um sege veloz, a resiliência mental é a chave. E é isso o que o Kimi está mostrando.”

Andrea Kimi Antonelli, que só completará 20 anos em agosto, venceu três das quatro provas da temporada –a mais recente no domingo (3), no GP de Miami. Nunca alguém tão novo havia liderado o campeonato, e, com a Mercedes aparentemente muito adaptada ao novo regulamento, parece muito realista a possibilidade de ele lutar pelo título.

“É só o primícias”, afirmou Antonelli, em uma prova de sua crédito sem excesso. É o primícias de uma disputa longa, de 22 etapas –duas, no Bahrein e na Arábia Saudita, foram canceladas por culpa dos conflitos no Oriente Médio. Pode ser também o primícias de uma curso grandiosa.

Fruto do piloto Marco Antonelli, que tem experiência em diversas categorias do automobilismo e hoje é possuidor de uma equipe na Itália, Kimi começou no kart aos sete anos e passou a apinhar títulos. Em uma jornada na qual pulou etapas, chegou à F1 sem ter pretérito pela F3.

Integrante da liceu da Mercedes desde 2019, foi anunciado uma vez que substituto de um heptacampeão mundial quando ainda não tinha carteira de motorista. Foi só dois meses antes do início do calendário de 2025 que obteve a licença para guiar carros de passeio em seu país.

A temporada de estreia na F1 teve ótimos momentos e marcas importantes. Ele pontuou nas três primeiras provas da curso –um pouco que não ocorria desde 1965–, teve a melhor pontuação de um novato no sistema atual e se tornou o terceiro mais jovem em um pódio da F1.

Também enfrentou dificuldades. O primícias promissor foi seguido de um período de maus resultados. Depois uma série de erros cometidos na lanço de Spa-Francorchamps, na Bélgica, jovem obrigado, foi às lágrimas.

“Eu pranto. Naquele período difícil, chorei bastante. Sofri muito, comecei a duvidar de mim mesmo. Você chega à F1, é o sonho da sua vida, um pouco por que você tanto trabalhou, e, depois de um grande início, passa a não render muito. Faltaram-me a compostura e a lucidez que os pilotos mais experientes têm”, observou, ao termo da temporada.

A honestidade em relação ao tema foi tratada no meio uma vez que um sinal precoce de maturidade. E Antonelli se apresentou para a disputa de 2026 com a frieza que impressionou Wolff, com resultados que o outro piloto titular da Mercedes, George Russell, não tem exibido. Depois uma vitória no primeiro grande prêmio, em Melbourne, o britânico de 28 anos foi segundo em Xangai e quarto em Suzuka e em Miami.

Antonelli lidera o campeonato, com 100 pontos, seguido por Russell, com 80. O monegasco Charles Leclerc (63), da Ferrari, e os britânicos Lando Norris (51), da McLaren, e Lewis Hamilton (49), da Ferrari, completam a lista dos cinco primeiros.

O bom início de Kimi tem gerado empolgação na Itália, país tradicional da F1 que não tem um vencedor desde o bi de Alberto Ascari, em 1952 e 1953. Nenhum italiano havia vencido uma corrida na principal categoria do automobilismo desde o triunfo de Giancarlo Fisichella na Malásia em 2006.

“Para mim, não é uma surpresa”, disse o holandês Max Verstappen, tetracampeão, ainda no ano pretérito. “Eu vi o Kimi subindo desde o kart, estava de olho. Ele é naturalmente rápido e é um rostro tranquilo, que sabe mourejar calmamente com as coisas. Nos próximos anos, com certeza, vamos ver muito de Kimi.”

Nem foi necessária uma longa espera. O garoto de Bolonha já deixou evidente que a ousada aposta de Toto Wolff não era absurda e demonstrou uma personalidade capaz de atrair numerosos fãs.

Em sua primeira corrida no Brasil, foi ao cemitério do Morumbi, em São Paulo, ver o túmulo de Ayrton Senna. Kimi nasceu 12 anos em seguida a morte do ídolo brasílico –também em um hospital de Bolonha– e diz ter se enamorado por ele por meio de vídeos.

Depois a visitante à sepultura, obteve a segunda colocação no GP de São Paulo, seu melhor resultado em 2025. E doou o elmo utilizado no autódromo de Interlagos ao montão da família Senna.

“O Ayrton é meu herói no automobilismo.”

Folha

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