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Stray Kids fala ao g1: a entrevista completa do grupo
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Stray Kids fala ao g1: a entrevista completa do grupo de K-Pop no camarim do Rock in Rio

Stray Kids fala ao g1: veja a entrevista completa
Em sua segunda vinda ao Brasil, em seguida passagens por grandes estádios no ano anterior, o Stray Kids encerrou a programação do quinto dia de Rock in Rio com uma megaestrutura, um som deliciosamente caótico e coreografias precisas. Eram oito integrantes no palco, mas a verdadeira força da noite veio da plateia que transformou a Cidade do Rock em Cidade do K-Pop.
Em entrevista ao g1, os oito integrantes da filarmónica sul-coreana falaram de seu processo criativo, da paixão pelo funk carioca e pelo futebol… e, simples, de seu fandom. “Com seus lightsticks, nossos fãs parecem nos guiar para encontrarmos o caminho claro”, garantiu Seungmin.
Veja inferior e no vídeo do topo, a entrevista completa com o Stray Kids.
G1 – Vocês são os headliners do primeiro dia devotado ao K-pop no Rock in Rio, portanto qual é a sensação de fazer história dessa forma?
Felix (Stray Kids) – Nós achamos que grafar nossa própria história é um pouco que consideramos com muita gratidão e orgulho. Nós nos preparamos muito para que levante festival seja jocoso para os fãs, e agradecemos aos Stay por nos permitirem estar em um palco tão grande.
G1 – Os fãs brasileiros são famosos por serem muito barulhentos. É… uma vez que esse nível de intensidade pode afetar a apresentação de vocês no palco?
Hyunjin (Stray Kids) – Tá bom! [Risos]
Felix (Stray Kids) – Nós já viemos antes e foi muito jocoso. Estar em um festival grande de rock e pop no Brasil novamente é motivo de muito orgulho, somos muito gratos aos fãs e faremos uma apresentação memorável.
G1 – Existe qualquer artista, música ou estilo músico brasiliano que já chamou a atenção de vocês, que está na playlist de vocês?
Felix (Stray Kids) – Estes dias eu tenho ouvido muito dança funk, e também muito do… Jamal… você conhece a dança do Jamal [passinho do Jamal]? Logo, eu tenho ouvido bastante esse gênero, que está potente se comparado a outros estilos de dança. É muito moderno e acho muito jocoso de ouvir.
Stray Kids no Palco Mundo do Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
G1 – Os lightsticks costumam ser proibidos em festivais cá, mas a organização do Rock in Rio abriu uma exceção por justificação de vocês. Qual a influência disso pra ter uma experiência completa num show de k-pop?
Seungmin (Stray Kids) – Na verdade, não é exclusivamente mostrar o pedestal, mas sentir esse pedestal junto durante a participação nas apresentações tem uma influência imensa. O nome do nosso grupo é Stray Kids, e às vezes nos “perdemos” no palco, mas as Stays, que são o nosso fandom, com seus lightsticks, parecem nos guiar para encontrarmos o caminho claro. É muito significativo receber essa luz e esse carinho.
G1 – Um festival é dissemelhante de uma apresentação de turnê, ainda mais porque o festival tem os novos ouvintes que tão meio caindo de paraquedas… Porquê vocês montam o setlist para um evento maior que não tem só fãs, tem também curiosos?
Han (Stray Kids) – Nessas situações, nós escolhemos as músicas em que temos mais crédito e que melhor demonstram a nossa origem e o nosso estilo. Mesmo para quem não nos conhece, queremos tocar músicas que façam as pessoas quererem trovar junto e mostrar o nosso século por cento de virilidade. É uma oportunidade para que novos públicos descubram quem somos.
G1 – Quando vocês trabalham com produtores ocidentais, uma vez que é o processo criativo e uma vez que misturar estilos (que é um pouco normal no K-pop) sem perder a identidade de vocês?
Bang Chan (Stray Kids) – Muito, nós somos muito abertos. Estamos dispostos a colaborar e trabalhar com muitos artistas diferentes. A maior segmento do tempo, tentamos ouvir o que os outros artistas ou colaboradores querem fazer, e portanto encontramos um meio-termo para trabalhar juntos e misturar os nossos estilos. Logo sim, é sempre muito jocoso, podemos gerar novos projetos e transfixar a grande variedade da nossa música. Muito obrigado!
G1 – Tem alguma comida brasileira, ponto turístico ou um pouco da cultura brasileira que vocês estão animados pra testar enquanto estiverem no Brasil?
I.N. (Stray Kids) – No ano pretérito, quando viemos, fomos à praia e conhecemos algumas pessoas jogando futebol, e acabamos jogando com elas. Foi uma experiência muito divertida. Se houver oportunidade, gostaríamos muito de jogar futebol novamente com os fãs e com as pessoas locais cá no Brasil.
G1 – Os fãs brasileiros esperaram muito por esse momento, de ter uma noite de k-pop no Rock in Rio. Sempre pediram. Qual a mensagem que vocês têm para todo mundo que fez esse show ocorrer por meio de manifestações nas redes e tal?
Changbin (Stray Kids) – Nós agradecemos de coração por terem nos esperado tanto tempo. Nós também esperamos muito por levante momento e fizemos o nosso melhor para preparar um show incrível. Vamos continuar nos esforçando para entregar o nosso melhor e retribuir todo esse carinho dos fãs brasileiros. Obrigado!

Fonte G1

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