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Tribunal descarta que Google separe setor de publicidade, mas determina mudanças nas práticas – 03/09/2026 – Tec

O Google escapou nessa quarta-feira (2) da ramificação de sua unidade de tecnologia de publicidade, marcando a terceira vez nos últimos anos que autoridades antitruste dos Estados Unidos tentaram forçar a ramificação de uma grande empresa de tecnologia e perderam.

A juíza Leonie Brinkema, do Tribunal do Região Leste da Virgínia, recusou-se a obrigar a big tech a vender o AdX, plataforma na qual os editores pagam ao Google uma taxa de 20% para vender anúncios em leilões instantâneos quando os usuários carregam os sites.

O departamento de Justiça argumentava que o Google não era confiável para dirigir a plataforma de publicidade online, depois Brinkema ter resolvido que o Google havia sufocado ilegalmente a concorrência.

A juíza aceitou as medidas comportamentais. Ela divulgará uma decisão detalhada em 14 dias para dar tempo de redigir as informações confidenciais. O Google havia proposto soluções, incluindo o fornecimento de aproximação em tempo real aos lances dos concorrentes.

A decisão alimentou questionamentos sobre se os tribunais estão à fundura da tarefa de controlar o poder sem precedentes da indústria sobre a economia dos EUA e sobre o horizonte de uma repressão iniciada durante o primeiro procuração do presidente Donald Trump.

Processos contra a Amazon e a Apple, envolvendo os mercados de smartphones e varejo online, ainda não foram a julgamento. E embora dois juízes tenham considerado que o Google se envolveu em conduta anticompetitiva em mercados distintos, eles rejeitaram a medida mais drástica que exigia a venda de ativos. O AdX representa uma pequena secção dos negócios do Google.

A big tech comemorou a decisão do tribunal. “Estamos muito satisfeitos que o tribunal tenha rejeitado a proposta do Departamento de Justiça de desmantelar ferramentas que ajudam pequenas empresas a saber novos clientes e crescer”, disse a executiva Lee-Anne Mulholland.

O departamento de Justiça está “satisfeito com a decisão do tribunal de conceder uma reparação sumarento”, afirmou em uma publicação nas redes sociais no X.

“Estamos um passo mais perto de restaurar a concorrência e trazer refrigério ao povo norte-americano nos mercados de publicidade online. O departamento está avaliando os próximos passos apropriados”, disse o departamento de Justiça.

Em 2023, o departamento de Justiça dos EUA e uma ampla coalizão de estados processaram o Google devido ao seu domínio nos mercados de tecnologia de publicidade usada por editores e sites online.

Em abril de 2025, Brinkema decidiu que o Google detém monopólios ilegais sobre servidores que hospedam anúncios de editores e sobre as plataformas de troca de anúncios que atuam uma vez que intermediárias entre compradores e vendedores. A juíza constatou que o Google bloqueou ilegalmente o aproximação de editores ao seu servidor de anúncios, obrigando-os a usar o AdX.

A conduta anticoncorrencial da gigante da tecnologia “prejudicou substancialmente os clientes editores do Google, o processo competitivo e, em última estudo, os consumidores de informações na web ensejo”, afirmou Brinkema na quadra.

Em um julgamento realizado no ano pretérito sobre as medidas corretivas do caso, o Departamento de Justiça argumentou que não se pode responsabilizar no Google para dirigir o AdX, oferecido seu comportamento anterior.

O Google argumentou que uma venda forçada seria tecnicamente difícil e resultaria em uma transição longa e dolorosa que prejudicaria os clientes. A empresa também procurou provar que a exigência do departamento de Justiça era dissemelhante da oferta anterior do Google para vender o AdX a termo de fechar uma investigação antitruste da UE, conforme noticiado pela Reuters em 2024.

De pacto com pesquisa e estudo de documentos judiciais da Wedbush, o Ad Manager representou 4,1% da receita totalidade do Google e 1,5% do lucro operacional em 2020. Dados mais recentes foram omitidos dos documentos judiciais.

REPRESSÃO ÀS TECNOLOGIAS NOS EUA EM RISCO

Embora o Google tenha sido obrigado a modificar algumas práticas comerciais, esta decisão representa a terceira vez consecutiva que um juiz rejeita uma tentativa das autoridades antitruste dos EUA de desmembrar as grandes empresas de tecnologia.

Sacha Haworth, diretora executiva do The Tech Oversight Project, afirmou que as decisões “provam que os tribunais sozinhos não nos salvarão das grandes empresas de tecnologia”. O grupo de resguardo propôs uma legislação com o objetivo de restaurar a concorrência na publicidade do dedo.

No ano pretérito, um juiz federalista em Washington rejeitou a tentativa da FTC (Percentagem Federalista de Transacção) de obrigar a Meta a vender o Instagram e o WhatsApp, alegando que a filial não conseguiu provar que o conglomerado detém o monopólio em um cenário de mídia social que mudou drasticamente desde que o caso foi sincero em 2020. A FTC entrou com um recurso.

Da mesma forma, outro juiz em Washington, que anteriormente decidiu que o Google detém um monopólio proibido nas buscas online, rejeitou a tentativa do departamento de Justiça de obrigar a empresa a vender seu navegador Chrome, citando a crescente concorrência de empresas de perceptibilidade sintético generativa, uma vez que o ChatGPT da OpenAI.

Folha

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