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Veja como as semifinalistas marcaram gols na Copa de
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Veja como as semifinalistas marcaram gols na Copa de 2026 – 12/07/2026 – Esporte

Com a presença da maioria dos craques que disputam a artilharia desta Despensa do Mundo, as quartas de final tiveram a maior média de finalizações por jogo entre as fases do torneio até cá. Foram murado de 27 chutes a gol por partida, com 40% de eficiência para assestar o claro.

Mas o trabalho das defesas impediu que a média de gols subisse muito em relação às oitavas: foram 3 por jogo, segundo dados da Opta, na presença de 2,9 na tempo anterior.

Os ingleses ganharam outro concorrente na disputa da artilharia: Jude Bellingham, que marcou dois contra a Noruega e agora soma os mesmos seis gols que o companheiro Harry Kane.

Lionel Messi deu assistência, mas não marcou na vitória da Argentina contra a Suíça. Assim, Kylian Mbappé igualou o craque prateado e divide no primeiro lugar da artilharia desta edição, ao fazer seu oitavo gol na vitória da França contra Marrocos.

A Espanha levou seu primeiro gol na Despensa na vitória contra a Bélgica, mas segue sendo a resguardo menos vazada até cá. Na sequência vem a França, com dois gols sofridos na campanha.

No término, classificaram-se quatro seleções que já foram campeãs do mundo ao menos uma vez: França, Espanha, Inglaterra e Argentina.

Veja o caminho dos gols de cada uma nos jogos até cá.

FRANÇA

Os Bleus têm a segunda melhor resguardo e o segundo melhor ataque das semifinais, o time mais equilibrado desta tempo: são 16 gols marcados e 2 sofridos.

Dos 16 marcados, 11 saíram no segundo tempo. Porquê todos seus adversários da campanha ficaram na defensiva, conseguiram resistir a um cume volume de finalizações francesas no início das partidas. Só que acabavam cedendo quando a resguardo se cansava e dava espaço, geralmente na segunda lanço.

Depois de marcar, a seleção francesa conseguia, enfim, transfixar a porteira. Em quatro dos seis jogos disputados, o time de Didier Deschamps ampliou o marcador menos de 15 minutos posteriormente primeiro gol.

Com o grande domínio das partidas, a França não precisou manter o ritmo cume até o término: só 2 de seus 16 gols saíram nos acréscimos do segundo tempo.

Outro oferecido que reforça o poderio da equipe nesta Despensa é quantidade de gols por partida. Os Bleus marcaram mais de uma vez em todos os jogos, menos contra o Paraguai, a retranca que mais lhe deu trabalho na campanha.

No mata-mata, a equipe ainda não tomou gols. Os dois sofridos até cá saíram contra o Senegal, na primeira rodada da tempo de grupos, e contra a Noruega, na terceira rodada.

ESPANHA

A seleção espanhola tem o pior ataque e a melhor resguardo das semifinais: marcou 11 gols e sofreu somente 1 desde o início da Despensa do Mundo.

Sua subdivisão de tentos por lanço é equilibrada: seis foram marcados no primeiro tempo, cinco no segundo.

Para jogar com a Espanha, é preciso manter a atenção até o final. Nas três partidas do mata-mata, a Fúria marcou gol nos últimos minutos do segundo tempo: aos 44min contra a Áustria, aos 46min contra Portugal e aos 43min contra a Bélgica.

Os tentos no término são uma consequência direta do estilo de jogo espanhol: controlando a posse de globo, eles obrigam os adversários a passar mais para marcar, fazendo-os chegar ao final das partidas exaustos, com o desgaste ampliado pelo calor do verão norte-americano.

Além de cansar, a maneira da Espanha de reter o jogo diminui as chances de geração dos oponentes, um fator importante para tolerar menos gols.

INGLATERRA

Os ingleses têm o terceiro melhor ataque e, ao lado da Argentina, a pior resguardo dos quatro semifinalistas: marcaram 13 gols e sofreram 6.

O número de gols feitos por lanço é equilibrado: cinco saíram no primeiro tempo e outros sete no segundo, além de um na primeira metade da prorrogação.

Nos gols sofridos, por outro lado, há um padrão evidente, já que cinco dos seis foram tomados na lanço inicial das partidas. Só um saiu na segunda secção, no jogo contra o coanfitrião México, de pênalti.

A fórmula dos gols ingleses tem duas variáveis principais: os lançamentos para atacantes em velocidade (principalmente no contra-ataque) e as bolas aéreas.

Kane vai melhor no jogo pelo cume, com três gols nesse tipo de jogada. Bellingham é o principal finalizador das jogadas em velocidade: fez dois gols em contra-ataque contra o México, outro contra a Croácia, e ainda cruzou para Kane transfixar o placar contra o Panamá posteriormente ser lançado.

A dupla divide a artilharia da equipe, com seis gols cada um. Além deles, só Marcus Rashford marcou —ele fez o último da goleada por 4 a 2 sobre a Croácia.

ARGENTINA

Os argentinos têm o melhor ataque e, ao lado dos ingleses, a pior resguardo dos semifinalistas: 17 gols marcados e 6 sofridos.

Os bons números ofensivos são dominados por Lionel Messi, que marcou oito vezes e também deu duas assistências, participando diretamente de 10 dos 17 tentos da seleção.

Dos nove gols marcados por outros jogadores, quatro saíram de bolas aérea e quatro de globo paragem. Lautaro Martínez é o segundo na artilharia, com dois gols.

A equipe joga em função do camisa 10, que, além de bombeiro, é o maior finalizador do time, chutando 33 vezes na Despensa, na presença de 10 arremates de MacAllister, o segundo posto da Argentina na estatística.

Apesar de concentrar as finalizações do time no tempo normal, nenhum dos gols no tempo extra foi marcado por Messi.

Se os hermanos lideram os rankings ofensivos, a situação é inversa no campo de resguardo. Chegaram à semifinal sem enfrentar nenhuma seleção que estivesse no top 10 do ranking da Fifa antes do torneio. Mesmo assim, estão entre as defesas mais vazadas desta tempo.

Dos seis gols sofridos pelos argentinos, a maioria (quatro) ocorreu no segundo tempo. A maior secção saiu de cruzamentos ou infiltrações pelos lados do campo —os laterais são o ponto fraco da equipe.

Os dados da Opta foram coletados neste domingo (12), às 10h30. Possíveis alterações podem ocorrer com atualizações da plataforma.

Folha

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