8 dos visuais mais deslumbrantes do Met Gala e as obras – 06/05/2026 – Ilustrada
“Voga é Arte” foi o tema do Met Gala deste ano, realizado, uma vez que sempre acontece, na primeira segunda-feira de maio.
O tema deste ano veio com uma reparo: que nascente é o momento para que os convidados “expressem sua própria relação com a tendência uma vez que forma de arte personificada e homenageiem as incontáveis ilustrações do corpo vestido ao longo da história da arte”.
Cá estão oito trajes inspirados por obras de arte, presentes no Met Gala 2026.
Rosé – Os Pássaros, de Georges Braque (1952-53)
Porquê releitura das ilustrações de pássaros da obra do pintor francesismo Georges Braque (1882-1963), o vestido incluiu um enorme inferior em forma de ave.
Rosé trabalhou com seu estilista (ou “arquiteto de imagens”, uma vez que ele gosta de ser chamado) Law Roach e o visual também foi inspirado pelas coleções de alta-costura primavera 1998 e 2002 de Saint Laurent.
A cantora declarou à revista Vogue que “chegamos a nascente visual Saint Laurent muito clássico e, enquanto estudávamos, fiquei sabendo que Yves Saint Laurent [1936-2008] usava continuamente nascente traçado de pássaro”.
Lena Dunham – Judite Decapitando Holofernes, de Artemisia Gentileschi (c. 1612-1620)
A atriz e roteirista, criadora da série “Girls” (2012-2017), lançou recentemente suas memórias, “Famesick” (“Cansada da Glória”, em tradução livre). Ela voltou ao tapete vermelho do Met Gala pela primeira vez desde 2019, com um espetacular vestido Valentino, todo vermelho, de Alessandro Michele.
O vestido de seda vermelha assimétrica, com lantejoulas e penas de corvo, foi inspirado em um vista específico da pintura “Judite Decapitando Holofernes”: o sangue.
Em entrevista à Vogue, Dunham explicou ter compartilhado com Michele a teoria de empregar aquela pintura uma vez que inspiração.
“Mas, uma vez que o cérebro dele trabalha de formas totalmente mágicas, em vez de usar as roupas do Renascimento, as espadas ou outra coisa, ele foi atraído por uma mancha de sangue específica no pescoço de Holofernes”, ela conta.
O quadro da pintora barroca italiana Artemisia Gentileschi (1593-c.1654), a primeira mulher a entrar para a Liceu de Arte e Design de Florença, está exposto na galeria Uffizi, na cidade italiana.
Julianne Moore – Madame X, de John Singer Sargent (1883-84)
O visual faz referência ao retrato de Madame Gautreau (1859-1915) pintado pelo artista, mais publicado uma vez que “Madame X”. O quadro causou um escândalo quando foi apresentado pela primeira vez em Paris, na França, em 1884.
Por quê? O crítico de arte Jonathan Jones explicou no jornal britânico The Guardian que “foi o vestido que causou desconforto”.
Jones descreve o quadro uma vez que “aristocraticamente antiburguesia”.
“Madame Gautreau usa um vestido preto quase sem alças, exceto por dois finos cordões dourados; o moeda e o sexo são ostentados por uma tendência totalmente incompatível com a vida burguesa.”
Mas, na subida sociedade nova-iorquina de 2026, o visual causou menos polêmica.
Já a outra socialite que usou um vestido inspirado na mesma pintura causou alguma controvérsia. A versão de Lauren Sánchez Bezos (esposa do bilionário da tecnologia Jeff Bezos) foi criada pelo designer Daniel Roseberry, da Schiaparelli.
A pintura, acertadamente, faz segmento da coleção permanente do Museu Metropolitano de Arte de Novidade York.
Hunter Schafer – Mäda Primavesi, de Gustav Klimt (1912-1913)
O visual aparentemente desgrenhado da estrela da série “Euphoria”, Hunter Schafer, na verdade, foi produzido pela Prada.
Inspirado no quadro “Mäda Primavesi”, do pintor austríaco Gustav Klimt (1862-1918), o vestido imita a roupa produzida por Emilie Flöge (1874-1952) da jovem de nove anos ilustrada na pintura.
O pai da rapariga, Otto Primavesi (1868-1926), era patrono das artes e costumava convocar artistas para visitar sua mansão de campo, durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Um destes artistas era Klimt, a quem ele encomendou um quadro da sua filha (1903-2000).
A versão de Schafer era hiperbólica (enfim, nascente é o Met Gala), com uma longa rabo que se estendia sobre os degraus. Mas Shafer seguiu a obra original de outras maneiras, por exemplo, reproduzindo a sombra azul dos olhos de Mäda Primavesi.
O quadro faz segmento da coleção permanente do museu.
Dree Hemingway – Marquesa Brigida Spinola-Doria, de Peter Paul Rubens (1606)
A padrão e atriz americana Dree Hemingway, bisneta de Ernest Hemingway (1899-1961), interpretou recentemente Daryl Hannah na série “História de Paixão: John F. Kennedy Jr.” e “Carolyn Bessette”.
Seu vestido Valentino, de Alessandro Michele, evoca várias pinturas do século 17, mormente “Retrato da Marquesa Brigida Spinola-Doria”, do rabino flamengo Peter Paul Rubens (1577-1640).
O quadro faz segmento do ror da Galeria Vernáculo de Arte em Washington DC, nos Estados Unidos.
O quebrável tecido prateado de Hemingway, seus bordados e penas, alinhados a um grudar teatral de crinolina com bordas douradas, parece imitar os colares líricos, com densas pregas, da era elizabetana.
Mas o conjunto também tem inspiração artística mais recente. Ele fez segmento da coleção de alta-costura Specula Mundi 2026 de Valentino, inspirada nos dispositivos estereoscópicos Kaiserpanorama, do século 19.
Anne Hathaway – cratera de sino de terracota atribuída ao grupo Chevron (c. 350-325 a.C.)
O vestido criado por Michael Kors para Anne Hathaway foi desenhado em colaboração com o artista americano Peter McGough. Mas foi a obra do poeta romântico britânico John Keats (1795-1821) que o inspirou, especificamente seu ‘Ode sobre uma Urna Grega” (1819).
O poema termina com dois versos enigmáticos que já foram quase tão discutidos quanto o golpe de cabelo de Anna Wintour: “A formosura é a verdade; a verdade, formosura – isso é tudo o que sabeis na Terreno e tudo o que precisais saber”.
O vestido pintado à mão evoca o poema, relembrando as delicadas urnas da Grécia antiga, particularmente esta cratera de sino de terracota, criada em 350-325 a.C.
McGouth pintou à mão, no vestido de dança de seda preta e mikado, uma pomba da silêncio e uma divindade da silêncio na rabo, Por isso, houve quem considerasse a peça uma vez que uma das raras referências à política daquela noite.
Heidi Klum – A Vestal Velada, de Raffaelle Monti (1846-47)
A supermodelo germano-americana é conhecida uma vez que a rainha do Halloween, pelo seu paixão às fantasias e dedicação à sua tarefa. Por isso, ela e o Met Gala formam uma conexão originário.
E Klum não decepcionou, ao eclodir vestida uma vez que a estátua “A Vestal Velada de Raffaelle Monti” (1818-1861).
Segundo o portal EBSCO, as virgens vestais eram “responsáveis pela manutenção do queimada sagrado de Vesta, que simbolizava a segurança de Roma”.
É difícil imaginar qual seria a opinião do estatuário italiano, ou do sexto duque de Devonshire (1790-1858), que encomendou a obra, sobre o visual de Klum.
Mas é de se esperar que eles tivessem respeitado o esforço da padrão. Por fim, ela chegou a se harmonizar com a estátua, usando lentes de contato cinza e mãos, rosto e dentes pintados.
Não se sabe ao notório qual material deu forma ao vestido de Klum, mas a estátua original foi esculpida em três blocos de mármore de Carrara. Ela faz segmento do ror da Chatsworth House, em Derbyshire, no Reino Unificado.
Ciara – Busto de Nefertiti (c. 1345 a.C.)
Em entrevista à revista Vogue Arábia, a cantora Ciara descreveu estar usando “ouro sobre ouro sobre ouro”, do vestido até as joias, para simbolizar a antiga rainha egípcia Nefertiti (c.1370 a.C.-c. 1330 a.C.), das quais nome significa “A Bela Está Cá”.
“Nefertiti era muito, muito poderosa… e quero simbolizar isso”, afirma Ciara.
Aparentemente, Nefertiti “detém a posição de rainha do Egito que mais aparece em monumentos e outros meios artísticos remanescentes”, segundo pesquisa da Universidade Harvard, nos Estados Unidos.
Ela foi a musa da padrão jamaicana Grace Jones e o Museu Metropolitano de Arte de Novidade York abriga diversos artefatos egípcios ilustrando a antiga rainha.
Agora, Nefertiti pode aumentar o Met Gala ao seu catálogo. Muitas vezes retratada com uma diadema gigantesca, Nefertiti tem tudo a ver com o evento.
Oriente texto foi publicado originalmente cá.




