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Após empate, Cabo Verde diz que 'quer fazer mais'
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Após empate, Cabo Verde diz que ‘quer fazer mais’ – 15/06/2026 – Esporte

Depois o inesperado empate sem gols entre Espanha e Cabo Verdejante, na estreia das duas seleções na Despensa do Mundo, o técnico Bubista afirmou que o resultado “significa tudo” para o país africano, que disputa seu primeiro Mundial.

“Queríamos que todo o mundo visse o nosso país e a nossa equipe. Demonstramos organização, coragem e lei. Isso mostra o que é Cabo Verdejante: um país resiliente, que tenta superar dificuldades”, afirmou na entrevista coletiva em seguida a partida.

O treinador também destacou o simbolismo do resultado diante de uma das favoritas ao título e lembrou que sua equipe conquistou o primeiro ponto da história do país em Copas do Mundo.

“Estamos felizes com a nossa primeira participação e por ocupar esse primeiro ponto diante da campeã da Europa. Isso nos dá satisfação, mas seguimos com os pés no soalho. Sabemos que cada jogo será difícil até o final da tempo de grupos”, disse.

Questionado sobre a atuação do goleiro Vozinha, eleito o melhor jogador da partida em seguida uma sequência de defesas importantes, Bubista evitou ressaltar individualmente qualquer desportista. Ainda assim, reconheceu a preço do veterano para a seleção e comentou sobre o pranto do goleiro em seguida a partida.

“Vozinha luta há muitos anos para estar neste palco. É um jogador muito experiente e essa emoção mostra tudo o que ele passou para chegar até cá”, afirmou.

Para o treinador, o desempenho do goleiro foi consequência da organização coletiva da equipe.

“Não paladar de individualizar. Vejo se pre a equipe. Fizemos um grande trabalho defensivo, com muita calma e organização. Is so também permitiu que o Vozinha se sentisse mais tranquilo para fazer o seu jogo. Estou muito satisfeito com o trabalho que realizamos”, declarou.

Bubista rejeitou a teoria de que o resultado tenha sido fruto exclusivamente de uma atuação defensiva. Segundo ele, Cabo Verdejante encontrou outras formas de controlar a partida mesmo com pouca posse de globo.

“A Espanha teve a globo durante a maior segmento do tempo, mas controlar um jogo não significa exclusivamente ter a posse. Nós controlamos a partida através da nossa organização. Gostaríamos de ter feito mais transições ofensivas, mas enfrentamos uma das melhores equipes do mundo”, afirmou.

O treinador também elogiou a evolução das seleções consideradas menores no cenário internacional.

“Hoje o futebol está muito mais equilibrado. As equipes menores estão mais organizadas e têm mais oportunidades de competir com seleções de nível superior. O futebol é organização, coragem e lei”, disse.

Sobre os próximos desafios da tempo de grupos, Bubista ressaltou que o empate não muda a postura da equipe.

“Independentemente do resultado de hoje, estaríamos preparados para competir nos outros dois jogos. Sabemos da dificuldade dos adversários que teremos pela frente, mas confiamos na nossa preparação, na nossa união e na nossa coragem.”

Contra o Uruguai, próximo oponente de Cabo Verdejante, o treinador prevê mais uma partida complicada.

“O Uruguai é uma equipe muito poderoso, muito difícil de ser batida. Mas confiamos sempre na nossa preparação. Temos união e coragem, e isso já nos ajudou a perceber coisas muito difíceis. Vamos procurar ter mais controle do jogo e continuar competindo da nossa maneira.”

‘Falta um pouco de precisão’, diz técnico da Espanha

Se para Cabo Verdejante o empate teve sabor de vitória, para a Espanha a sensação foi oposta. Favorita ao título e apontada porquê uma das seleções mais fortes do torneio, a equipe comandada por Luis de la Fuente deixou o campo com paladar amargo em seguida esbarrar na organizada resguardo cabo-verdiana.

Em entrevista a jornalistas em seguida a partida, Fuente disse que a Espanha já esperava encontrar dificuldades contra os africanos e minimizou qualquer preocupação com o desempenho da equipe.

“Sabíamos da dificuldade que seria levante encontro. Já tínhamos feito essa estudo antes do jogo. Cabo Verdejante é uma equipe organizada, com características que podem fabricar problemas para qualquer oponente”, afirmou.

Apesar do domínio espanhol, De la Fuente reconheceu que faltou precisão nos momentos decisivos. Para ele, a equipe produziu o suficiente para vencer, mas não teve o acerto habitual no último passe e nas finalizações.

“Em jogos porquê levante, quando falta um pouco de precisão, frescor ou qualidade no passe final, essas situações acontecem. Não é um tanto que gere dúvidas ou preocupação excessiva. É exclusivamente um vista que precisamos continuar trabalhando”, disse.

Questionado sobre as ausências de Lamine Yamal e Nico Williams, que só entraram no segundo tempo, o treinador evitou atribuir o rendimento da equipe aos desfalques. Embora tenha reconhecido que os dois são jogadores capazes de desequilibrar partidas, ressaltou a crédito no restante do elenco.

“Nunca paladar de falar dos ausentes. Obviamente são dois jogadores diferenciados, mas os que estiveram em campo também são excelentes. Quando estiverem disponíveis, vão alongar novas alternativas à equipe, mas todos os jogadores que temos são grandes futebolistas”, afirmou.

Para De la Fuente, a estreia serviu porquê um lembrete do estabilidade existente em uma Despensa do Mundo. O treinador elogiou a organização defensiva de Cabo Verdejante e afirmou que o placar poderia ter sido dissemelhante caso a Espanha tivesse conseguido perfurar o marcador ainda no primeiro tempo.

“Um Mundial é uma competição de dificuldade extrema. Existem seleções com menos qualidade individual, mas que fazem muito muito aquilo que sabem fazer. Cabo Verdejante defendeu muito muito. Se tivéssemos marcado no primeiro tempo, o jogo teria sido dissemelhante”, avaliou.

O técnico também destacou que a partida reforçou a premência de evolução ao longo do torneio.

“O que aprendemos é que precisamos continuar crescendo, melhorando e colocando em campo a psique, o coração e o talento que estes jogadores têm. Levante grupo continua muito uno e comprometido.”

Ao comentar a sequência de 32 partidas sem itinerário da seleção espanhola, De la Fuente classificou a marca porquê extraordinária, mas lembrou que ela não garante vantagem alguma na Despensa. O treinador explicou que a equipe ainda procura a melhor requisito física e mental para a competição e justificou a morosidade para realizar alterações durante a partida.

“Quando você inicia uma competição porquê a Despensa do Mundo, são exigidos comportamentos diferentes. Tentamos esperar um pouco mais antes das substituições porque acreditávamos que aqueles jogadores ainda poderiam nos dar o que o jogo exigia para superar o oponente. Depois buscamos novas alternativas para encontrar espaços e aumentar nossa capacidade de desequilíbrio”, afirmou.

Folha

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