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Arena de esportes radicais deve estar pronta até setembro
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Arena de esportes radicais deve estar pronta até setembro – 09/09/2026 – Esporte

Os praticantes de skate, BMX e patins estão prestes a lucrar um novo espaço público para a prática esportiva na cidade de São Paulo, com a inauguração prevista para meados de setembro de uma novidade redondel de esportes radicais no bairro planejado Suplente Raposo, na zona oeste da capital paulista.

As obras em um galpão de 1,2 milénio m² já estão muito adiantadas, com 90% dos trabalhos concluídos, faltando somente a instalação dos diversos obstáculos de madeira que serão espalhados pelo espaço.

A expectativa é que os moradores do novo bairro que está sendo levantado na região e também os entusiastas de esportes radicais em universal passem a usufruir da estrutura oportunidade ao público ao longo dos próximos meses.

Ela compõe um espaço de 11 milénio m² voltado a esportes e atividades físicas que também contará com quadras poliesportivas e de beach tennis, aparelhos de ginástica, parques, vestiários e estacionamento.

A construção da pista contou com a assessoria técnica de Diogo Canina, duas vezes medalhista de prata nos X-Games, na modalidade BMX Park (2008 e 2009), e de seu sócio Caio Sousa, vencedor brasiliano de BMX Freestyle Park (2024).

“O meu sonho é edificar espaços para as pessoas terem a mesma oportunidade que eu tive. O esporte muitas vezes entra em locais que nem a escola consegue entrar”, afirmou Cínico.

“É uma estrutura que você não costuma ver por aí de perdão. Vai ser a melhor da América Latina do ponto de vista de espaço, de extensão construída, de atualização dos obstáculos, cobrindo as três modalidades: BMX, skate e patins, além da scooter, que ainda não é tão popular no Brasil”, disse o desportista.

Ele contou que ficou sabendo do projeto por meio de Ana Júlia da Silva, conhecida uma vez que Julika, campeã mundial de patins na modalidade park. Ela costuma frequentar uma pista em Apoio (SP) construída com o esteio de Cínico —vereador da cidade pelo PT—, em parceria com o Ministério do Esporte.

“Moro em Sorocaba, no interno de São Paulo, e em muro de 50 minutos chego ao Suplente Raposo. Não vejo a hora de essa pista permanecer pronta, porque vai contribuir muito para os meus treinos. Hoje, muitas vezes, preciso viajar por horas até outras cidades para encontrar pistas onde posso treinar e aventurar novas manobras”, afirmou Ana Júlia, de somente 16 anos.

“Ter um espaço atingível e de qualidade pode transformar a vida de muitos jovens e ajudar a revelar novos talentos para o esporte”, acrescentou a desportista.

A novidade redondel de esportes radicais faz segmento do megaprojeto imobiliário Suplente Raposo, que deve estar 100% pronto até meados de 2030.

A previsão é que até 90 milénio pessoas de baixa renda passem a morar no espaço nos próximos quatro anos, distribuídas em 124 torres e 22 milénio apartamentos, de 37 m² a 50 m², voltados à habitação de interesse social, ao longo de um terreno de 450 milénio m² —o equivalente a respeito de 63 estádios de futebol—, com aproximadamente 1 milhão de m² de extensão construída.

Até agora, 4.500 unidades habitacionais do projeto foram entregues, com muro de 25 milénio pessoas já morando nos apartamentos. Até dezembro, mais 3.070 unidades devem estar prontas, com outras 7.000 unidades com entrega prevista para 2027.

Além dos prédios residenciais, o sítio vai homiziar parques, UBSs (Unidades Básicas de Saúde), creches, núcleo para idosos, igreja, livraria, ciclovias, terminal rodoviário, núcleo mercantil e até um resort. A teoria é fabricar um ecosistema econômico-social interno próprio, por meio do qual a população sítio tenha suas necessidades básicas devidamente atendidas.

Segundo a RZK Empreendimentos, responsável pelo projeto, foram investidos muro de R$ 18,5 milhões na construção da redondel esportiva, dentro de um orçamento totalidade para o Suplente que chega à mansão de R$ 1,5 bilhão.

“Nosso objetivo é fazer um projeto de transformação social por meio da habitação”, disse Verena Balas, diretora da RZK Empreendimentos.

A maior segmento das unidades está vinculada a programas habitacionais, uma vez que o Lar Paulista/CDHU, que atende famílias com renda de até cinco salários mínimos, e o Pode Entrar, da Prefeitura de São Paulo.

“Todo o mundo sempre me questionou lá detrás, na idade do lançamento, sobre VGV (Valor Universal de Vendas), retorno, mas não é sobre isso. Obviamente que é um negócio imobiliário, não podemos dar prejuízo nem zero, mas nunca foi sobre isso. Negócio imobiliário mesmo do grupo a gente tem outros diversos. Cá sempre foi sobre pessoas”, afirmou a diretora da empreiteira.

Ela acrescentou que há um gasto mensal de muro de R$ 500 milénio a R$ 600 milénio relacionado à manutenção da operação, principamente em termos de segurança, com câmeras de monitoramento espalhadas pelas esquinas das ruas e ronda 24h.

“É um valor que a gente não consegue receptar via associação de moradores no montante necessário para manter do jeito que precisa”, afirmou Verena.

Folha

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